 • Ibovespa: +0,72% (178.365,86 pts.) • S&P 500: +0,77% (7.501,24 pts.) • Nasdaq: +0,88% (26.635,22 pts.) • Dow Jones: +0,75% (50.063,46 pts.) • Dólar: -0,37% (R$ 4,987) • Euro: -0,8% (R$ 5,819) • Petróleo Brent (julho): +0,09% (US$ 105,72) • Ouro (junho): -0,45% (US$ 4.685,3)
Contexto: O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira (14), após três sessões consecutivas de queda, com as ações do Itaú Unibanco entre os principais suportes do índice. O pregão foi novamente marcado pela repercussão de resultados corporativos, com destaque para os balanços de Banco do Brasil, CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e Braskem.
Após a forte valorização registrada na véspera, o dólar passou por uma correção técnica e voltou a fechar abaixo dos R$ 5. O movimento ocorreu em meio aos desdobramentos políticos de reportagem que relaciona o senador Flávio Bolsonaro ao ex-dono do banco Master, Daniel Vorcaro, atualmente preso.
No mercado internacional, o petróleo encerrou o dia em leve alta, após uma sessão volátil influenciada pelos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. Os investidores também repercutiram declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, feitas durante viagem a Pequim, de que o presidente chinês, Xi Jinping, concordou que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto.
Em Wall Street, os principais índices norte-americanos seguiram a mesma linha da commodity e fecharam em alta em meio à cúpula entre os chefes de Estado. |
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