Conhecido mundialmente como John F. Kennedy ou simplesmente JFK, ele foi o segundo de nove filhos de Rose Fitzgerald e Joseph Patrick Kennedy, empresário e ex-embaixador dos EUA no Reino Unido durante o governo de Franklin D. Roosevelt. De origem católica, Kennedy formou-se pela Universidade de Harvard em 1940.
Durante a Segunda Guerra Mundial, alistou-se na Marinha dos Estados Unidos e serviu no Pacífico, onde ganhou reconhecimento por atos de coragem após salvar membros de sua tripulação durante um ataque japonês. Sua atuação lhe rendeu condecorações militares e ajudou a construir sua imagem pública.
Após retornar da guerra, iniciou sua trajetória política pelo Partido Democrata. Foi eleito deputado e, posteriormente, senador pelo estado de Massachusetts em 1952. No ano seguinte, casou-se com Jacqueline Bouvier, a icônica Jackie Kennedy, com quem teve quatro filhos, dois sobreviveram à infância: Caroline e John F. Kennedy Jr.
Em 1960, Kennedy foi eleito o 35º presidente dos Estados Unidos, tornando-se, aos 43 anos, o presidente mais jovem eleito pelo voto popular e o primeiro católico a ocupar o cargo. Seu governo ficou marcado por acontecimentos decisivos da Guerra Fria, como a Crise dos Mísseis de Cuba, a corrida espacial e o fortalecimento das discussões sobre direitos civis no país.
Seu discurso carismático e frases históricas, como “não pergunte o que seu país pode fazer por você, pergunte o que você pode fazer por seu país”, ajudaram a transformá-lo em um símbolo político de sua geração.
John F. Kennedy morreu assassinado em 22 de novembro de 1963, em Dallas, no Texas, durante uma visita oficial em meio à campanha para a reeleição. Sua morte chocou o mundo e permanece como um dos episódios mais marcantes da história contemporânea.
Luiz Inácio Lula da Silva e Paulo Paim.
Sâmia Bomfim, deputada federal (PSOL-SP)
"Na segunda parte desta sexta de muito trabalho em Sergipe, visitei o Hospital de Amor, em Lagarto, e o Hospital do Câncer de Sergipe Governador Marcelo Déda Chagas, em Aracaju. Fizemos anúncios de investimentos para reduzir filas, salvar vidas e modernizar o atendimento do SUS.
Além da pauta de saúde, assinamos a autorização para o início das obras da segunda ponte ligando Aracaju à Barra dos Coqueiros. Um investimento de R$ 1 bilhão do Novo PAC que vai beneficiar 1 milhão de pessoas."
🎥 Ricardo Stuckert

📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.


Crime organizado se enfrenta com investigação, inteligência, cooperação internacional, asfixia financeira e presença forte do Estado. Não com bravata, oportunismo eleitoral ou submissão a interesses estrangeiros.
O governo do presidente Lula tem uma posição clara: combater PCC, Comando Vermelho e qualquer organização criminosa com firmeza, dentro da lei, fortalecendo a Polícia Federal, rastreando dinheiro, combatendo lavagem, tráfico de armas e protegendo a soberania do Brasil.
O que a extrema direita tenta vender como “grande dia” pode abrir caminho para interferência externa, sanções contra o país e uma lógica militarizada sobre um problema que precisa ser enfrentado com inteligência, coordenação e responsabilidade.
Ninguém está defendendo facção. Estamos defendendo o Brasil.
O combate ao crime precisa ser sério. Precisa proteger o povo. Precisa atingir o dinheiro, as armas, os operadores e as redes que sustentam essas organizações.
Segurança pública não pode ser palanque. Soberania nacional não pode ser moeda de troca.
O Brasil não precisa se ajoelhar para combater o crime. Precisa de Estado forte, cooperação séria e compromisso com a vida real das pessoas.
Sem facção. Sem entreguismo. Com lei e trabalho concreto.


🚨Flávio Bolsonaro , Vorcaro Banco Master, TH Joias CV , Bacellar CV… que ironia absurda.
Juram combater o crime, posar de defensores da lei e da moral, mais na realidade têm ligações com facções criminosas e escândalos ligados ao rombo do Banco Master.
Como alguém pode dizer que combate o crime enquanto anda lado a lado com estruturas criminosas e lava dinheiro💰?
O povo brasileiro não aguenta mais ver discurso de honestidade vindo de quem é envolvido com crime, escândalos e interesses obscuros.
Quem tem ligação com facção e corrupção não combate o crime… faz parte dele.
🗣️UOL News: O Palácio do Planalto monitorou, num grupo de pesquisa qualitativa, a reação de diversos setores da sociedade à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como organizações terroristas. Daniela Lima, colunista do UOL, traz informações da desconfiança exprimida na pesquisa sobre as verdadeiras intenções de Trump com a decisão.


A repórter Jéssica Aquino, da TV Arapuan, afiliada da Band em João Pessoa, na Paraíba, foi agredida durante uma entrada ao vivo no programa Tribuna Livre, que foi ao ar na manhã desta sexta-feira, 29. Um homem tentou atingi-la com tapas e deu um empurrão na jornalista.
O momento da agressão aconteceu enquanto ela estava no Mercado Central, no Centro de João Pessoa. A jornalista havia sido chamada pelo apresentador Bruno Pereira para falar sobre a venda de milho no período junino quando foi surpreendida por um homem ainda não identificado pelas autoridades.
Durante a transmissão, Jéssica sofreu empurrões e tapas. Abalada, a repórter começou a chorar e a participação precisou ser interrompida pela emissora. “O que é isso? O que é isso minha gente“, disse o apresentador. “Está tudo bem com ela lá? Ao vivo a nossa repórter sendo agredida“, contou em seguida.
“Gente preciso interromper e pedi a atenção pra ver se tá tudo bem. É uma pessoa desiquilibrada, com uma atitude totalmente covarde“, acrescentou Bruno, pedido que sua equipe prestasse apoio a Jéssica. Ainda ao vivo, o cinegrafista assumiu o microfone e confirmou: “Bruno ela não tem condições mais, ela está chorando aqui“, contou ele.
Jéssica ainda não se pronunciou sobre a agressão sofrida.
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| RESUMO DIÁRIO DE IMPRENSA | SEXTA-FEIRA 29 MAIO 2026 |
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07:20 - 29 DE MAIO DE 2026Além de CV e PCC como terroristas, aliados de Flávio pediram a Trump volta de Magnitsky a Moraes
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