 | DESTAQUES | Nas redes sociais, repercussão de foto com Trump é desfavorável para Flávio Bolsonaro 30% dos comentários analisados dizem que Flávio teria conseguido só uma foto rápida, sem reunião substantiva
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A fotografia de Flávio Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conseguiu, ao menos por 12h, desviar nas redes sociais o debate do caso Master, que tem causado grande desgaste para o presidenciável do PL. A repercussão, no entanto, ainda é contaminada pela divulgação do áudio |
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com Daniel Vorcaro, que impacta diretamente a percepção dos usuários. Com isso, 30% dos comentários analisados dizem que Flávio teria conseguido só uma foto rápida, sem reunião substantiva, sem tapete vermelho, sem aperto de mão, sem vídeo e com Trump sentado, comparando a cena ao retrato de fã, turista, Papai Noel, Disney ou museu de cera.
A constatação é do analista de redes Pedro Barciela, que detectou 348 mil citações sobre o tema, até a manhã desta quarta-feira (27). (...)
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A mídia de extrema direita enlouqueceu de vez
Mesmo que nada mais surpreenda, convenhamos, o pessoal anda exagerando
Se a rara leitora ou o raro leitor perguntasse a quaisquer dos editores da grande mídia brasileira com quem eles prefeririam jantar na casa deles, se com Jair Bolsonaro ou com Lula, então adversários em 2022, provavelmente ouviria de todos que com nenhum dos dois. (...)
Leia mais na coluna de Juca Kfouri |  |
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COLUNA ICL
Flávio e Trump: A autópsia de uma humilhação
Governo considera que viagem era apenas uma estratégia para tentar abafar o caso Master
Flávio Bolsonaro precisava de uma foto ao lado de Donald Trump para tentar virar a página na crise com seu envolvimento no escândalo do Banco Master. Conseguiu. Mas a imagem é o espelho de uma humilhação. O chefe, sentado. Aquele que suplica um favor, ao seu lado, quase pedindo desculpas por estar presente. Sequer no mesmo nível ou de mãos dadas.
O encontro não estava na agenda oficial da Casa Branca e nunca foi colocado, mesmo depois de realizado. Um contraste com outros líderes que foram recebidos com tapete vermelho.
Flávio entrou no Salão Oval, entregou documentos sobre um apelo para que o PCC seja considerado como um grupo terroristas e fez uma foto.
Trump arranhou um sorriso. Tenso, Flávio nem isso conseguiu. (...)
Leia mais na coluna de Jamil Chade |  |
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