18 fevereiro, 2026

Tixa News

 

Arte: Marcelo Chello

Ninguém mais respeita o Carnaval. É escola de samba influenciando voto evangélico da eleição que só acontece daqui a oito meses. É Xandão acusando e mandando prender no inquérito das fakes de 2019 (é verdade esse bilhete). São as festas regadas a pu, ops, políticos do Daniel Vorcaro. É Banco Central liquidando mais um banco ligado ao Master. A República começa a Quaresma na maior ressaca, BRASEW! Estamos só no aguardo dos vazamentos. Cadê os vídeos? Se é para acabar com o Carnaval precocemente, que seja com os vídeos do Cine Vorcaro!!!!! (Sim, eu sei que já estamos nas cinzas, mas eu voto para o Carnaval só acabar no domingo.)

A treta é a seguinte, querida. O Sidônio, nosso publicitário-geral da República, foi lá, deu uma olhada na harmonia da Acadêmicos de Niterói e, como quem não quer nada, avisou o presidente de que talvez fosse melhor que não tivesse aquela ala da família em conserva. Você não viu o que é isso? Uma ala da escola que homenageou o Lula na Sapucaí e botou uma fantasia de uma lata de conserva com fotos de famílias tradicionais.

O Lula achou que, se ele falasse algo, seria ruim porque é uma manifestação cultural artística. De fato, daria para se falar em censura. Mas vamos aí: por que foi mesmo que primeiramente o Lula aceitou uma homenagem de uma escola de samba em ano de eleição? Segundamente, por que cogitou até mesmo desfilar na tal escola? E, terceiramente e efetivamente, por que foi lá no sambódromo receber a homenagem? Queria agora aquele meme do cachorrinho vesgo dizendo “qual a necessidade disso”.

As reações do povo das opiniões foram as seguintes:

O Leonardo Sakamoto acha que é só mimimi de Carnaval e, até as eleições, ninguém mais lembra, e o Lula ainda ganhou tempo de televisão dançando na Globo (vigor). Também não sabemos se dura até as eleições.

Já o Juliano Spyer, que é aquele antropólogo que estuda os evangélicos, diz que fazer graça com a família conservadora de forma gratuita é oferecer munição para reproduzir o efeito Haddad. E o que foi o efeito Haddad? Na véspera da eleição, Haddad falou mal do Edir Macedo e daí as mulheres evangélicas que estavam angariando votos contra Bolsonaro foram silenciadas. Como assim votar em alguém que fala mal do líder supremo?

Como temos visto, a popularidade de Lula tem andado em ondas. No ano passado começou com o tsunami do Pix, depois surfou na onda das tarifas do Trump e agora o que vai ser essa onda da família em conserva?

O Sidônio que lute! Como fazia tempo que eu não falava isso, já estava com saudades.

E o Xandão, hein?

Ah, Xandão, sempre dando aquele jeitinho. O nosso xerife supremo ressuscitou o inquérito das fakes, aquele lá do primeiro ano do governo Bolsonaro, quando não tinha nem pandemia ainda, darling, para investigar funcionários da Receita Federal que teriam acessado e vazado dados dos ministros supremos. E aí, era plena terça-feira de Carnaval e a Polícia Federal foi atrás dos cidadãos. Rolou até tornozeleira eletrônica.

Alguns ministros supremos ficaram horrorizados porque a abertura de uma investigação desse tipo deveria ser prerrogativa do presidente do Supremo, ou seja, do supremo Fachin.

Só sei que teve até manifestação da Procuradoria-Geral da República, que disse o seguinte: “a exploração fragmentada e seletiva de informações sigilosas de autoridades públicas estaria sendo instrumentalizada para produzir suspeitas artificiais, de difícil dissipação”.

Tenho que concordar que fica meio difícil dissipar a ideia da Vivi Barci, a esposa do Xandão, faturando 130 milhões para defender o Master e depois o Master caindo no colo do Toffoli, e depois o Toffoli enrolado com o Tayayá e depois o Toffoli saindo fora. Enfim… tudo muito difícil mesmo de se dissipar.

Cinema Vorcaro

A Alexa Salomão, da Folha, escreveu hoje uma reportagem com riqueza de detalhes sobre as festinhas de Daniel Vorcaro, regadas a mulheres estrangeiras, em lugares como Trancoso, Lisboa e Nova York, com uísques e vinhos caríssimos. Onde celulares eram proibidos de entrar e otrascositasmas. As festas ficaram conhecidas como Cine Vorcaro porque suspeita-se que alguém gravava. E, se houve gravação, haverá vídeos, BRASEW.

Dizem que pega o Centrão em cheio. Enfim, o Centrão, como bom Centrão, devia saber bem que, se você não está pagando o produto, o produto é você, darling.

Parece que rolava até convescote do Vorcaro no Gilmarpalooza, com as meninas circulando por lá e as esposas ficando p. da vida.

É proibido fazer festinha regada a pu, ops, políticos? Not. A não ser que vire moeda de troca, né, BRASEW?

E, por falar em Vorcaro, a CPI do INSS resolveu que quer ouvi-lo na próxima segunda-feira. Gente, eu só quero saber dos vídeos.

Mais um banco

Estava meio que na hora de o Banco Central explicar por que raios concedeu o direito de abrir um banco para o então sócio do Vorcaro no Master, poucos meses antes de negar o salvamento do Master pelo BRB e já sabendo que o Master estava cheio de fraudes. Viu como precisa de explicação? O banco em questão era o Voiter, que mudou de nome e virou Pleno, nas mãos de Augusto Lima. Quem é Lima na fila do pão? Lima era sócio do Vorcaro e a parte amiga do PT da Bahia no arranjo geopolítico do Master.

O BC cedeu o direito do Voiter (que virou Pleno) a Lima poucos meses antes da liquidação do Master e adivinha? Agora liquidou o banco do Lima. Qual a continha do Fundo Garantidor de Crédito? 5 bi. Sim, aquele fundo que cobre o rombo para quem aplicou até 250 mil reais em títulos do banco liquidado.

Lula vetou

O Lula vetou aquela festa do caqui da Câmara que não só dava reajuste para os servidores que já ganhavam bem, como permitia que o rendimento deles ultrapassasse loucamente o teto constitucional de 46 mil reais. Lula vetou apenas o que passava do teto.

E eu só queria mais uns dias de Carnaval, BRASEW. Ah, e a Acadêmicos de Niterói ainda foi rebaixada. Vou ali comprar um pão doce e mandar para o Sidônio.

Jornalistas&Cia


Jornalistas & Cia

Caro(a) editor(a):

Segue a edição do J&Cia com o noticiário da semana, que você recebe por cortesia de BHP, MediaTalks, Press iD e XP Inc.

Ela destaca, entre outros assuntos:

Estúdios Globo – Em nova função, Pedro Bial será responsável por ampliar a atuação da área documentarista. Pág. 2

Metrópoles – A partir de 2/3. Reinaldo Azevedo passará a fazer análises sobre o tema em um novo programa, que será transmitido de segunda a sexta-feira no canal do portal no YouTube. Pág. 6

MediaTalks – Em vários países, cresce a disposição de seguir o modelo australiano e proibir redes sociais para menores de 15 ou 16 anos. Pág. 5

Banco Master – Justiça determina determinou retirada de reportagem do jornal Tribuna do Sertão sobre o suposto envolvimento de João Henrique Caldas, prefeito de Maceió, em investimentos públicos relacionados ao Banco Master. Pág. 2

Prêmio de Jornalismo em Seguros – Anunciados os 30 finalistas. Vencedores serão anunciados em cerimônia marcada para 3/3, em São Paulo. Pág. 3

USP – Depois de oito anos, primeiro como superintendente de comunicação, depois como editor do Jornal da USP, Luiz Roberto Serrano deixa a Universidade de São Paulo. Pág. 7

+Admirados Auto – Honda renova participação entre os patrocinadores da eleição dos +Admirados da Imprensa Automotiva, que terá início em 26/2. Ela se junta a Bosch, Ford, Renault e Volkswagen Caminhões e Ônibus. Pág. 12

Casa Brasil Milano – Manoela Penna montou, durante as Olimpíadas de Inverno e até este sábado (21/2), a Casa Brasil Milano, no Corso Garibaldi, em Milão. É a primeira iniciativa de hospitalidade brasileira deste tipo. Pág. 21

Prêmio Abril – A Editora Abril anunciou o retorno do Prêmio Abril de Jornalismo. Uma das mais tradicionais premiações internas de empresas jornalísticas, ela estava inativa desde 2016. Pág. 23

Boa leitura!





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Eduardo Ribeiro - Jornalistas&Cia
eduribeiro@jornalistasecia.com.br
Cel: (11) 99689-2230 - Redação:(11) 91354-8373

 

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