31 maio, 2026

Destaques Imprensa e Mídias Sociais | Arte e Conhecimento

 

Ainda Estou Aqui (2024) \ Cinéfilo em Série



#HojeNaHistória No dia 31 de maio de 1930 teve início, no Uruguai, o primeiro Mundial de Futebol da história, competição que se tornaria o maior e mais importante torneio entre seleções do planeta.​

Organizada pela FIFA, a Copa de 1930 contou com a participação de 13 seleções e foi realizada em Montevidéu, capital uruguaia. O torneio marcou uma nova era para o futebol mundial, reunindo equipes da América do Sul, América do Norte e Europa em uma disputa internacional inédita.​

O Estádio Centenário, construído especialmente para o evento, se transformou em símbolo daquele Mundial histórico. Na grande final, disputada diante de milhares de torcedores, o Uruguai venceu a Argentina por 4 a 2 e entrou para a história como o primeiro campeão mundial de futebol.​

A realização da competição no Uruguai também teve caráter simbólico: o país celebrava o centenário de sua primeira Constituição e vivia um dos momentos mais vitoriosos de sua história esportiva, já que havia conquistado as medalhas de ouro olímpicas em 1924 e 1928.​

Desde então, o torneio cresceu até se tornar um dos eventos esportivos mais assistidos do planeta, movimentando bilhões de espectadores e transformando jogadores em ídolos globais. Ao longo das décadas, consolidou o domínio histórico de seleções da Europa e da América do Sul.​

O Brasil, com cinco títulos mundiais conquistados em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, segue sendo a seleção mais vitoriosa da história.​

​A partir de 11 de junho, uma nova competição tem início. 

HISTORY







No dia 31 de maio de 1976, a TV Tupi levava ao ar no horário das 19 horas, o primeiro capítulo da novela "Os Apóstolos de Judas", escrita por Geraldo Vietri e dirigida por Geraldo Vietri e Duarte Gil Gouveia.
Jonas Mello vivia Judas, um feirante grosseirão mas romântico, que tinha uma banca de peixes e que se apaixonava por Marina, uma jovem muito bonita e também muito ambiciosa, vivida por Márcia Maria, e cujo sonho era se casar com o dono do frigorífico onde ela trabalhava. Compondo o triângulo central estava a doce e bondosa professora Berenice, apaixonada por Judas mas ignorada por ele, papel brilhantemente vivido por Berta Zemel.
Como já acontecera na novela anterior de Vietri, “Meu Rico Português”, e também em "Antônio Maria” do mesmo autor, o galã da história termina rico e resolve todos os problemas. Em “Os Apóstolos de Judas”, o personagem Judas vive com algumas dificuldades mas é surpreendido quase no final da trama com uma herança inesperada que o deixa como um excelente partido.
Jonas Mello procurou não repetir a linha de galã que havia adotado na história anterior e se saiu muito bem como o feirante sem cultura e educação mas extremamente solidário e apaixonado. Coube a Márcia Maria viver uma heroína que tinha muito de vilã e que no final recebeu uma inesperada lição de vida e a atriz teve em Marina um dos seus melhores desempenhos nas telenovelas. E Berta Zemel que havia brilhado em “Vitória Bonelli”, novamente chamou a atenção de todos com mais uma interpretação primorosa.
Outros atores também se destacaram como Laura Cardoso vivendo a portuguesa Dona Fátima; Sadi Cabral como o velho mendigo Tomé, na verdade dono de uma grande fortuna; Dina Lisboa como a bondosa e humilde dona Dulce e Chico Martins como Cristiano.
No grande elenco, além dos nomes já citados estavam também Wilson Fragoso, Etty Fraser, João José Pompeo, Kate Hansen, Marisa Sanches, Paulo Figueiredo, Flamíneo Fávero, Solange Theodoro, Sidneia Rossi, José Policena, Ivanise Senna, Agenor Vernin, Roberto Rocco, Yara Marques, Arnaldo Weiss, J. França, Gloria Nascimento, Gilbert, Uccio Gaeta, Luiz Carlos Parreiras e Maria Cecília.


No dia 31 de maio de 1982, estreava no SBT, a novela "A Força do Amor". Baseada no original de Marisa Garrido, foi escrita por Raymundo López, e dirigida por Waldemar de Moraes.
Um triângulo amoroso entre Letícia, José Antonio e Hilda, vividos respectivamente por Suzy Camacho, Paulo Castelli e Angelina Muniz, formam a trama central da história. Um folhetim como se costumava dizer "água com açúcar", mas que caiu muito nas graças do público fiel às novelas do SBT.
Além de Suzy, Paulo e Angelina, ainda no elenco: Percy Aires, Yara Lins, Elisabeth Hartmann, Lia de Aguiar, Roberto Orozco, Anamaria Dias, Floriza Rossi e Gilberto Sálvio






No dia 31 de maio de 2016, estreava na grade da TV Record, a novela "Escrava Mãe". O autor Gustavo Reiz propunha narrar os fatos que antecederam a vida de Isaura, a escrava do romance de Bernardo Guimarães, que inspirou novelas da Globo e da Record. O enredo mostrava a trajetória de Juliana (Gabriela Moreyra), mãe de Isaura, apaixonada por Miguel (Pedro Carvalho) e perseguida por Almeida (Fernando Pavão).
A produção foi ao ar toda gravada e o risco era alto, afinal, não poderia ser mexida caso houvesse rejeição. Mas não houve e nem poderia. É possível constatar, inclusive, que foi uma das melhores novelas da Record.
A trama que foi dirigida por Ivan Zettel reuniu todos os elementos clássicos folhetinescos, sem se preocupar em fugir dos clichês. E funcionou. Entre os êxitos da produção esteve o elenco bem selecionado.
Foram vários os atores que se destacaram desde a estreia, entre eles a grande Zezé Motta. Intérprete da Tia Joaquina, a atriz engrandece qualquer produção e esteve irretocável na pele da escrava mais sábia e experiente da história. Fiel conselheira da mocinha Juliana (Gabriela Moreyra), a personagem foi a responsável pela narração do primeiro capítulo, sendo a representante da luta dos negros.
Apesar da curta participação, Antônio Petrin é outro que merece menção, pois seu Coronel Custódio foi brilhantemente defendido por ele. O fazendeiro era um homem íntegro e tratava seus escravos com respeito. Seu trágico desfecho, assassinado pela própria filha, encerrou o ciclo em grande estilo. Aliás, a assassina foi a arrogante Maria Isabel, vivida por um ótimo desempenho de Thais Fersoza. A atriz brilhou vivendo a grande vilã da história e conseguiu demonstrar a frieza e o poder de manipulação da sua personagem, que representava o oposto da irmã, Teresa, interpretada pela também talentosa Roberta Gualda.
Teresa, por sinal, tinha todas as características que tornavam um papel irritante: era extremamente ingênua, submissa e sofredora. Porém, a competência de Roberta ajudou a fazer da triste mulher um perfil que despertou compaixão, principalmente depois que Teresa se casou com o Comendador Almeida, sujeito desprezível que só estava interessado na fortuna de sua família. A atriz imprimiu um tom crível para a personagem, evitando deixá-la idiotizada, por mais que todo o contexto levasse a essa impressão. O marido dela, inclusive, foi o grande vilão da trama. Vivido também brilhantemente por Fernando Pavão, o temido homem humilhava os escravos e fazia de tudo para ter mais poder.
Almeida era filho da melhor personagem da novela: a impagável Urraca. Deslumbrada e afetada, a perua se achava mais do que realmente era e Jussara Freire viveu um grande momento na TV. A intérprete provou que roubaria a cena assim que apareceu e fez exatamente isso ao longo dos capítulos. A vilã cômica era um tipo cativante que caiu nas mãos de uma atriz perfeita para o papel.
Jussara protagonizou cenas hilárias com Graça de Andrade, intérprete da mucama Gonzalina, que era sempre chamada aos berros, e inseriu uma gargalhada estridente perfeitamente compatível com o temperamento da personagem.
Urraca ainda tinha uma rivalidade com a cafetina Rosalinda Pavão, proporcionando ótimas cenas com Luíza Tomé, outra que esteve muito bem na novela.
Já Luiz Guilherme viveu o perfil mais complexo do folhetim. O Coronel Quintiliano aparentava ser um dos vilões da história nos primeiros dias, afinal, tratava os escravos com imensa frieza e crueldade, além de ter apresentado sérias dificuldades no relacionamento com os filhos Guilherme (Roger Gobeth) e Filipa (Milena Toscano). Aos poucos, porém, a sua personalidade foi sendo exposta para o público, incluindo o seu maior trauma: a traição de sua mulher que teve um caso com um escravo de sua fazenda. O até então intimidador personagem virou um ser dúbio e sofrido. O telespectador acompanhou a sua melhor relação com seus herdeiros e ainda foi revelado o seu amor por Beatrice (Bete Coelho), mãe de Teresa e Maria Isabel, viúva de Custódio. É preciso, por sinal, aplaudir o trabalho de Bete Coelho, que estava no tom perfeito interpretando uma mulher de poucas palavras e muito ferida por dentro.
Além dos já mencionados, vale elogiar a talentosa Lidi Lisboa na pele da ambiciosa Esméria (antes escrava e depois uma rica sinhá); Karen Marinho interpretando a doce Belezinha; Jayme Periard dando vida ao inescrupuloso feitor Osório; Cássio Scapin como Tozé; Léo Rosa como Átila; Henri Pagnoncelli como Dr. Pacheco; Manuela Duarte como a desprovida de inteligência Dália; Cezar Pezzuoli como Nestor; Débora Gomez como Violeta; o carismático Sidney Santiago vivendo o ingênuo Sapião, entre outros. E Gabriela Moreyra e Pedro Carvalho estiveram corretos dando vida ao casal de mocinhos, mostrando sintonia em cena.
"Escrava Mãe" foi uma ótima novela e manteve a qualidade até o final. A última semana apresentou bons momentos e cenas emocionantes, sendo necessário destacar o nascimento de Isaura, a filha de Juliana, que se transformaria na icônica "Escrava Isaura", protagonista da aclamada novela de mesmo nome.

Tributo em memória da lendária atriz Zilka Salaberry, nascida no dia 31 de maio de 1917, na cidade do Rio de Janeiro, e que faleceu na mesma cidade, aos 87 anos, em março de 2005.
Zilka Nazareth de Carvalho nasceu em berço artístico na cidade do Rio de Janeiro. Filha da atriz e radialista Luísa Nazareth e do comediante João Carvalho. Mas embora fosse de uma família tradicional de teatro (seus avós também eram atores), ela não queria ser artista. Formou-se em Economia em 1935, mesma época em que conheceu o ator Mário Salaberry (por intermédio dos pais) e com ele se casou. Foi o marido que a colocou no meio artístico, a indicado para um papel no filme Cidade Mulher (1936) de Humberto Mauro. Neste filme ela adotou o nome do companheiro, passando a assinar como Zilka Salaberry.
Irmã das também atrizes Alair Nazareth e Lourdes Mayer (esposa do ator Rodolfo Mayer), Zilka foi uma importante atriz do teatro brasileiro, tendo feito parte das companhias de Procópio Ferreira, Jaime Costa e Dulcina de Moraes. Trabalhou também com Alda Garrido e com Dercy Gonçalves.
Em 1949 afastou-se um pouco da vida artística, devido a morte de seu marido em um acidente de automóvel. Na década de cinquenta migrou para o teatro de revista, onde chegou a protagonizar o primeiro nu artístico (as luzes se apagavam quando ela tirava a roupa).
Foi nos anos cinquenta também que começou a trabalhar na televisão, participando do Grande Teatro Tupi e de novelas como A Canção de Bernadete (1957). Mas foi no Teatrinho Trol que ficou famosa com as crianças, que seriam seus maiores fãs. A cada semana o programa exibia algum teleteatro com uma história infantil, e Zilka constantemente era a bruxa má dos contos de fada na televisão.
Na década de sessenta começou a atuar mais regularmente em telenovelas. Sua estréia na Rede Globo ocorreu em A Rainha Louca (1967), atuou ainda em Sangue e Areia (1968). Mas seu primeiro grande papel foi como Sinhana, a mãe da novela Irmãos Coragem (1970). Seguiu fazendo importantes papéis em novelas como O Bofe (1972), a Donana Medrado de O Bem Amado (1973), e a Kiki Vassourada de Corrida do Ouro(1974), entre outros.
Mas foi em 1977 que Zilka ganhou o seu mais famoso (e duradouro) papel, como a doce e bondosa Dona Benta no Sítio do Pica Pau Amarelo (1977-1986), papel que inicialmente ela recusou por achar que não se adaptaria. Foi o diretor Geraldo Casé quem a convenceu a aceitar o convite.
Após o final da exibição o Sítio, fez ainda outras novelas e minisséries, contudo, papéis pequenos, muito aquém do seu brilhante e grandioso talento.
Zilka morreu no dia 10 de março de 2005, depois de quase um mês hospitalizada para tratamento de insuficiência renal, infecção urinária e desidratação.


Neste domingo, 31 de maio, é o Dia Mundial Sem Tabaco. Juliana Paes, Ana Maria Braga, André Marques, Selton Mello, Guilherme Fontes e Eduardo Moscovis, são alguns famosos que se libertaram do vício.
Juliana na pandemia, usou adesivos de nicotina para ajudar no processo.
Ana Maria, no início do ano, contou no seu programa que está há três anos sem fumar.
André está há dois anos longe do vício. Ele perdeu o pai, Otto Marques, que era fumante, em decorrência de um câncer de pâncreas, em maio de 2025.
Selton compartilhou nas redes sociais sobre as dores e as superações após 25 anos de vício, além de destacar o mau cheiro de quando era fumante. Ele está há quatro anos sem fumar cigarro.
Guilherme em outubro de 2024 compartilhou um relato sobre ter parado de fumar ainda na juventude após passar a adolescência inteira ligado ao vício. Ele contou que foi dependente do cigarro dos 12 aos 21 anos e passou por uma pequena recaída entre 28 e 29, mas já estava há mais de 30 anos longe da nicotina.
Eduardo contou no programa Mais Você, uma estratégia que usa para lidar com a vontade constante de fumar sem se render ao vício. Segundo ele, eventualmente pega um cigarro apagado, simula que está fumando, inclusive batendo as cinzas e afasta a fumaça imaginária.







Cidad3: Imprensa Livre!!!