28 maio, 2026

Agência Patrícia Galvão

 

Brasil registra menor taxa de homicídios de mulheres desde 2014, diz Atlas da Violência   
[Folha de S. Paulo] O Brasil registrou em 2024 o menor número de homicídios de mulheres em uma década, conforme dados do Atlas da Violência. Naquele ano, 3.642 mulheres foram assassinadas no país. O índice representa queda de 6,7% em relação a 2023 e o menor patamar registrado desde o início da série histórica, em 2014. Ao longo da última década, a taxa nacional caiu 27,7%, passando de 4,7 homicídios por 100 mil mulheres em 2014 para 3,4, em 2024. Ao todo, 46.336 mulheres foram assassinadas no Brasil entre 2014 e 2024, aponta o estudo feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foto: Agência Brasil. Mais »

Violência sexual na primeira infância cresce 4 vezes entre 2014 e 2024 
[Agência BrasilA violência sexual contra crianças e adolescentes teve um forte aumento no Brasil entre 2014 e 2024, segundo dados divulgados pelo Atlas da Violência 2026, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo aponta que os registros de violência sexual na primeira infância (0 a 4 anos) aumentaram mais de quatro vezes em 11 anos, passando de 1.671 casos, em 2014, para 7.845, em 2024. Na faixa de 5 a 14 anos, o aumento foi de 6.594 para 29.135 notificações no mesmo período. Já entre adolescentes de 15 a 19 anos, os casos também cresceram mais de quatro vezes, evoluindo de 1.632 para 6.869. Mais »

[g1Quatro em cada dez alunas no Brasil faltam às aulas pelo menos uma vez por mês por causa de sintomas menstruais. Entre as professoras, esses sintomas também motivam ausências mensais de 12% das docentes. Os dados fazem parte de uma pesquisa inédita do Instituto Alana em parceria com o Instituto Equidade.Info, realizada com 2,5 mil estudantes e 303 professoras do Ensino Fundamental e Médio, das redes pública e privada de todas as regiões do país. A cólica menstrual aparece como o principal sintoma relatado pelas alunas, mencionada por 57,7% das entrevistadas. Também foram citados cansaço e dores no corpo (30%), dor de cabeça (28%), vergonha e medo de vazamento (19%) e a falta de banheiro adequado ou de produtos de higiene menstrual (8%). Mais »

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Antes da maré verde, por Angela Boldrini e Carolina Moraes 

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Trabalho doméstico digitalizado atualiza velhas injustiças anos após conquistas da PEC das Domésticas, por Fernanda Valienti e International Domestic Workers Federation 

Agenda
f605397920ddfc798626.jpgLançamento do Observatório Criança Não é Mãe debate gravidez na infância e adolescência no Brasil 
No dia 2 de junho, das 18h às 20h, acontece o lançamento do Observatório Criança Não é Mãe Federal, iniciativa que reúne pesquisadoras, profissionais, gestoras públicas, ativistas e organizações comprometidas com a defesa dos direitos de meninas e adolescentes. O evento tem como objetivo apresentar dados nacionais atualizados sobre gravidez na infância e adolescência no Brasil, além de promover reflexões sobre violência sexual, maternidade precoce e fortalecimento das redes de proteção. O evento ocorrerá na Câmara Municipal de São Paulo (Sala Óscar Pedroso) e contará com transmissão ao vivo pelo canal da Câmara Municipal de São Paulo no YouTube. Participe! Mais »

Violência contra as Mulheres em Dados  

                                               
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47% dos assassinatos de mulheres em 2024 foram cometidos com arma de fogo
A 5ª edição do relatório Pela vida das mulheres: O papel da arma de fogo na violência de gênero, elaborado pelo Instituto Sou da Paz, apresenta um panorama da violência letal e não letal contra as mulheres, com foco no uso de armas de fogo. Com base em dados da saúde e da segurança pública, o estudo mostra que a violência segue presente e desigual — com crescimento dos feminicídios e maior impacto sobre mulheres negras. A análise também destaca diferenças regionais, os meios de agressão e como o uso de armas aumenta a letalidade. Mais »

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