#HojeNaHistória Em 28 de maio de 1999, após 21 anos de um minucioso processo de restauração, a icônica pintura “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, voltou a ser exibida ao público em Milão, na Itália.
A obra, considerada uma das mais importantes da história da arte, já apresentava sinais avançados de deterioração desde a década de 1970. Entre 1978 e 1999, a restauradora Pinin Brambilla Barcilon liderou um extenso trabalho de conservação que buscou estabilizar a pintura e recuperar detalhes perdidos ao longo dos séculos devido à sujeira, à poluição e a antigas tentativas de restauração.
Todo o processo foi realizado diretamente no refeitório da Igreja Santa Maria delle Grazie, onde o mural está localizado desde o século XV, já que a remoção da obra poderia causar danos irreversíveis. Durante o projeto, especialistas também realizaram estudos detalhados para identificar os elementos originais da pintura de Leonardo da Vinci.
Algumas áreas precisaram ser reintegradas com aquarela em tons suaves, permitindo diferenciar as partes restauradas das originais sem comprometer a harmonia da composição. Quando o resultado final foi apresentado ao público, surgiram debates e controvérsias sobre as mudanças nas cores, nos contrastes e em certos traços faciais da pintura.
“A Última Ceia” foi produzida entre 1495 e 1498, por encomenda de Ludovico Sforza, duque de Milão. A obra representa o momento bíblico em que Jesus anuncia aos discípulos que será traído, conforme descrito no Evangelho de João.
Mesmo após mais de cinco séculos, a pintura segue sendo um dos maiores símbolos da arte renascentista e uma das obras mais admiradas do mundo
Estreou na cidade de São Paulo, a peça teatral "Rita Lee: Balada da Louca", que traz Lília Cabral contando os últimos anos e desafios de uma das cantoras mais marcantes do Brasil.
Durante o espetáculo, Roberto de Carvalho, viúvo de Rita, se emocionou com a peça e, após o fim, subiu ao palco para prestigiar Lilia e receber aplausos da plateia.

Tributo em memória do ator e diretor Cecil Thiré, que estaria completando 83 anos.
Cecil Aldary Portocarrero Thiré, que nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 28 de maio de 1943, é filho da lendária Tônia Carrero e do artista plástico Carlos Thiré.
Ainda adolescente começou seus estudos em teatro pelas mãos do padrasto, o grande ator e diretor italiano Adolfo Celi. Pouco tempo depois já estreava nos palcos sob a direção de Ziembinski, na peça Descalços no Parque, grande sucesso escrito pelo norte americano Neil Simon.
Aos 19 anos, dirigiu seu primeiro filme, o curta-metragem Os Mendigos.
Iniciou-se na direção teatral em 1971, em Casa de Bonecas e seguiu ininterruptamente com trabalhos no teatro como ator e diretor, às vezes como ambos, até 1984. Neste ano, afastou-se dos palcos, para se dedicar ao ensino de teatro, retornando dez anos depois, em três montagens consecutivas. São mais de quarenta peças como ator e outro tanto como diretor.
Na televisão, atuou em mais de vinte novelas e minisséries e esteve por oito anos em programas humorísticos da Rede Globo.
Foi responsável pela implantação, em 1986, da Casa da Interpretação, na Casa das Artes no bairro carioca de Laranjeiras, e foi fundador da Oficina de Atores da Rede Globo. Ministrava regularmente cursos de interpretação nessas e em outras instituições, tendo colaborado na formação de atores em várias cidades do país.
De acordo com os filhos, o artista morreu enquanto dormia em sua casa na cidade do Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro de 2020, aos 77 anos. Ele foi diagnosticado com a doença de Parkinson.
Cecil Aldary Portocarrero Thiré, que nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 28 de maio de 1943, é filho da lendária Tônia Carrero e do artista plástico Carlos Thiré.
Ainda adolescente começou seus estudos em teatro pelas mãos do padrasto, o grande ator e diretor italiano Adolfo Celi. Pouco tempo depois já estreava nos palcos sob a direção de Ziembinski, na peça Descalços no Parque, grande sucesso escrito pelo norte americano Neil Simon.
Aos 19 anos, dirigiu seu primeiro filme, o curta-metragem Os Mendigos.
Iniciou-se na direção teatral em 1971, em Casa de Bonecas e seguiu ininterruptamente com trabalhos no teatro como ator e diretor, às vezes como ambos, até 1984. Neste ano, afastou-se dos palcos, para se dedicar ao ensino de teatro, retornando dez anos depois, em três montagens consecutivas. São mais de quarenta peças como ator e outro tanto como diretor.
Na televisão, atuou em mais de vinte novelas e minisséries e esteve por oito anos em programas humorísticos da Rede Globo.
Foi responsável pela implantação, em 1986, da Casa da Interpretação, na Casa das Artes no bairro carioca de Laranjeiras, e foi fundador da Oficina de Atores da Rede Globo. Ministrava regularmente cursos de interpretação nessas e em outras instituições, tendo colaborado na formação de atores em várias cidades do país.
De acordo com os filhos, o artista morreu enquanto dormia em sua casa na cidade do Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro de 2020, aos 77 anos. Ele foi diagnosticado com a doença de Parkinson.

Lúcia Verissimo é apaixonada por cavalos e tem uma forte ligação com o meio rural.
Cidad3: Imprensa Livre!!! Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!





