28 maio, 2026

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#HojeNaHistória Em 28 de maio de 1999, após 21 anos de um minucioso processo de restauração, a icônica pintura “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci, voltou a ser exibida ao público em Milão, na Itália.​

A obra, considerada uma das mais importantes da história da arte, já apresentava sinais avançados de deterioração desde a década de 1970. Entre 1978 e 1999, a restauradora Pinin Brambilla Barcilon liderou um extenso trabalho de conservação que buscou estabilizar a pintura e recuperar detalhes perdidos ao longo dos séculos devido à sujeira, à poluição e a antigas tentativas de restauração.​
Todo o processo foi realizado diretamente no refeitório da Igreja Santa Maria delle Grazie, onde o mural está localizado desde o século XV, já que a remoção da obra poderia causar danos irreversíveis. Durante o projeto, especialistas também realizaram estudos detalhados para identificar os elementos originais da pintura de Leonardo da Vinci.​
Algumas áreas precisaram ser reintegradas com aquarela em tons suaves, permitindo diferenciar as partes restauradas das originais sem comprometer a harmonia da composição. Quando o resultado final foi apresentado ao público, surgiram debates e controvérsias sobre as mudanças nas cores, nos contrastes e em certos traços faciais da pintura.​
“A Última Ceia” foi produzida entre 1495 e 1498, por encomenda de Ludovico Sforza, duque de Milão. A obra representa o momento bíblico em que Jesus anuncia aos discípulos que será traído, conforme descrito no Evangelho de João.​
Mesmo após mais de cinco séculos, a pintura segue sendo um dos maiores símbolos da arte renascentista e uma das obras mais admiradas do mundo

 


Estreou na cidade de São Paulo, a peça teatral "Rita Lee: Balada da Louca", que traz Lília Cabral contando os últimos anos e desafios de uma das cantoras mais marcantes do Brasil.

Durante o espetáculo, Roberto de Carvalho, viúvo de Rita, se emocionou com a peça e, após o fim, subiu ao palco para prestigiar Lilia e receber aplausos da plateia.







Tributo em memória do ator e diretor Cecil Thiré, que estaria completando 83 anos.
Cecil Aldary Portocarrero Thiré, que nasceu na cidade do Rio de Janeiro, no dia 28 de maio de 1943, é filho da lendária Tônia Carrero e do artista plástico Carlos Thiré.
Ainda adolescente começou seus estudos em teatro pelas mãos do padrasto, o grande ator e diretor italiano Adolfo Celi. Pouco tempo depois já estreava nos palcos sob a direção de Ziembinski, na peça Descalços no Parque, grande sucesso escrito pelo norte americano Neil Simon.
Aos 19 anos, dirigiu seu primeiro filme, o curta-metragem Os Mendigos.
Iniciou-se na direção teatral em 1971, em Casa de Bonecas e seguiu ininterruptamente com trabalhos no teatro como ator e diretor, às vezes como ambos, até 1984. Neste ano, afastou-se dos palcos, para se dedicar ao ensino de teatro, retornando dez anos depois, em três montagens consecutivas. São mais de quarenta peças como ator e outro tanto como diretor.
Na televisão, atuou em mais de vinte novelas e minisséries e esteve por oito anos em programas humorísticos da Rede Globo.
Foi responsável pela implantação, em 1986, da Casa da Interpretação, na Casa das Artes no bairro carioca de Laranjeiras, e foi fundador da Oficina de Atores da Rede Globo. Ministrava regularmente cursos de interpretação nessas e em outras instituições, tendo colaborado na formação de atores em várias cidades do país.
De acordo com os filhos, o artista morreu enquanto dormia em sua casa na cidade do Rio de Janeiro, no dia 9 de outubro de 2020, aos 77 anos. Ele foi diagnosticado com a doença de Parkinson.


O saudoso ator Cecil Thiré, com dois de seus três filhos na infância, os também atores Carlos e Miguel Thiré. Também é pai da atriz Luísa Thiré.


Lúcia Verissimo é apaixonada por cavalos e tem uma forte ligação com o meio rural.











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