14 maio, 2026

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#HojeNaHistória No dia 14 de maio de 1998 morreu, aos 82 anos, em Los Angeles, Frank Sinatra, uma das vozes mais marcantes da música popular do século XX, vítima de um ataque cardíaco.​
Nascido em Hoboken, Nova Jérsei, Sinatra iniciou sua carreira artística ainda jovem e ganhou notoriedade nacional ao integrar a orquestra de Tommy Dorsey nos anos 1940. Pouco tempo depois, tornou-se um fenômeno internacional da música e do entretenimento.​
Ao longo da carreira, eternizou clássicos como My Way, Fly Me to the Moon e New York, New York. Também protagonizou um célebre dueto com Tom Jobim em The Girl from Ipanema, aproximando ainda mais a música brasileira do público internacional.​
Além da música, Sinatra construiu uma carreira sólida no cinema, participando de mais de 50 filmes. Recebeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por sua atuação em From Here to Eternity.​
Também integrou o famoso Rat Pack, ao lado de grandes nomes do entretenimento das décadas de 1950 e 1960.​HISTORY



As saudosas Marília Pêra e Elis Regina em 1971, cantando "Sucesso, Aqui Vou Eu", de Rita Lee e Arnaldo Baptista, no terceiro programa da Globo "Elis Especial".


Há 28 anos, saía de cena um dos maiores artistas de todos os tempos: Frank Sinatra.
Frank Sinatra morreu no dia 14 de maio de 1998, aos 82 anos, de um ataque cardíaco.


Frank e Elvis Presley 


No dia 14 de maio de 2007, Elizabeth Jhin estreava como autora solo no horário das seis global com a trama de Eterna Magia, novela ambientada nos anos 1940 e que retratou uma comunidade de descendentes de irlandeses em Minas Gerais.
No início, o público rejeitou o enfoque na magia e em lendas irlandesas e para salvar a audiência, a autora fez a novela dar um salto de dez anos no tempo e jogou as tramas místicas para escanteio, focando no triângulo amoroso entre Conrado (Thiago Lacerda) e as irmãs Eva (Malu Mader) e Nina (Maria Flor).
Eva é uma pianista famosa internacionalmente que, depois de passar dez anos na Irlanda, decide retornar à sua cidade-natal, que ela considera berço de pessoas medíocres e supersticiosas. A sua volta mexe com a vida de todos, principalmente com a de Nina. Ao contrário de Eva, ela é simples e nasceu com o dom para a magia, mas procura não exercê-lo. Nina só não vai conseguir dominar os tais dotes quando perder o noivo, Conrado para a irmã.
Ao reencontrar o rapaz que um dia fora apaixonado por ela, Eva não pensa duas vezes e lança seu charme para cima dele. Para ajudá-la a conquistar Conrado de vez e tirar Nina de seu caminho, a pianista conta com o apoio de uma grande e perigosa aliada: Zilda (Cássia Kis), uma bruxa “do mal”. Mesmo sofrendo por Conrado, Nina terá seus pretendentes. Lucas (Cauã Reymond) é loucamente apaixonado pela moça, mas não tem coragem de se declarar.
Como já mencionamos, a novela em tons de bruxaria acabou não agradando o público, além de ter ficado difícil engolir a Malu Mader vivendo uma personagem vilã e sem escrúpulos. Assim a autora teve que repensar a história e acabou dando uma atenuada nos temas que se referiam às bruxas, mudou o perfil da Eva e até a fotografia da novela foi mais clareada, mudança sentida a partir do capítulo 32 quando a trama passou de fase.
Com a colaboração de Eliane Garcia, Fernando Rebello, Lílian Garcia e Júlio Fischer, contou com a supervisão de texto de Silvio de Abreu e direção foi de Federico Bonani, Edson Erdmann e Natália Grimberg, com direção geral de Ulysses Cruz e de núcleo de Carlos Manga, ainda no elenco estavam: Eliane Giardini, Anna Rita Cerqueira, Aracy Balabanian, Cleyde Yáconis, Werner Schunemann, Thiago Rodrigues, Milena Toscano, Osmar Prado, Bel Kutner, Lara Rodrigues, Isaac Bardavid, Maurício Gonçalves, Emiliano Queiroz, Nizo Neto, Giulia Gam, entre outros.
Marco Pigossi, Isabelle Drummond e Tainá Muller estrearam em novelas na trama de Eterna Magia.
O humor foi representado na trama pelos núcleos dos casais Flora (Lívia Falcão) e Carlão (Carl Schumacher), e Gonzaga (Eduardo Mancini) e Sofia (Nica Bonfim), a sensual Matilde , personagem da Rita Guedes e a caipira Joyce , vivida pela Marcela Valente.
Destaque para Irene Ravache que foi espetacular na pele da inicialmente amargurada Loreta, uma mulher que, desprezada pelo marido, se descuida da imagem e se torna uma pessoa muito introspectiva. No decorrer da trama sofre uma transformação ao se apaixonar pelo médico Rafael (Luis Mello). Pela personagem, Irene foi indicada ao Emmy Internacional de melhor atriz. A novela também foi indicada ao prêmio.


Há exatos 38 anos, no dia 13 de maio de 1988, terminava uma novela polêmica da Globo, que ficou marcada por uma paixão que explodiu nos bastidores.
A trama, de autoria de Dias Gomes, tinha uma tragédia grega como ponto de partida e explorava vários tabus da sociedade, como incesto, bissexualidade, misticismo e vício em drogas.
Sob a vigência da Censura Federal, que só acabaria no ano seguinte, a Globo teve de negociar em Brasília para manter cenas consideradas impróprias. Mas algumas passagens políticas e tramas sofreram tesouradas.
A história dos personagens principais era baseada em Édipo Rei, tragédia de Sófocles em que um filho se apaixona pela mãe. Jocasta, vivida por Vera, e Édipo, personagem de Felipe Camargo, seguiram essa mesma trajetória ao longo do dos capítulos, e a emissora sofreu muita resistência até conseguir permissão para exibir um beijo entre os dois, mãe e filho.
Na primeira fase da novela, após engravidar Jocasta (Giulia Gam), Laio (Taumaturgo Ferreira) pediu conselhos a seu guru espiritual. Argemiro (Marco Antônio Pâmio) previu que o menino iria odiá-lo e teria uma relação amorosa com a a mãe. Assustado, Laio tramou para que a enfermeira da maternidade raptasse o bebê e sumisse com ele.
Anos depois, Jocasta continuava à procura do filho perdido quando encontrou Édipo por acaso se tornou chefe da então namorada dele. Sem saber que eram mãe e filho, os dois não resistiram à paixão.
A censura tentou proibir uma cena de beijo entre eles, sob a alegação de que seria muito agressiva para o público. Após muitas negociações, a Globo conseguiu que a sequência fosse ao ar com o argumento de que os personagens desconheciam suas condições de mãe e filho. Os dois, no entanto, não ficaram juntos na história.
Após interpretarem o casal inusitado na segunda fase da trama, Felipe Camargo e Vera Fischer começaram um namoro real, que virou casamento em 1988. O relacionamento terminou em 1995.
Além do relacionamento entre mãe e filho, Jocasta também provocava desejos sexuais em seu próprio irmão, Creonte (Gracindo Jr.). Ele sentia muito ciúme da irmã e raiva por não poder expressar sua paixão sem ser repreendido. Creonte afastava todos que se interessavam por Jocasta, mas não conseguiu impedir que ela terminasse a trama ao lado do carismático Tony Carrado, um grande momento de Nuno Leal Maia, na TV.
O misticismo também marcou a segunda fase da novela e nem sempre voltadas para o bem. O personagem Argemiro (Carlos Augusto Strazzer) era o principal foco: guru espiritual, ele jogava búzios, fazia profecias e até travou uma batalha mental contra Édipo. Este, por sua vez, era estudioso voraz de várias práticas esotéricas e recorria também a cartomantes e pais de santo para se guiar sobre suas decisões de negócios ilícitos.
Ainda que não fosse retratada como algo muito explícito, ficou claro para o público (e para os censores) que a relação entre Argemiro e Laio (Perry Salles na segunda fase) era mais do que apenas amizade. Na primeira fase, Argemiro era extremamente ligado a Laio e assumia que detestava a namorada dele, Jocasta. Já na segunda fase, Laio tinha um amante, chamado Cris (Marcelo Picchi).
Já as drogas aparecem na história do personagem Hans (Marcos Breda), um dos rapazes que Jocasta conheceu na busca por seu filho desaparecido. Tentando acreditar que aquele era o bebê que ela teve, a protagonista procurou ajudá-lo.
Temas como bissexualidade e drogas foram considerados impróprios para o horário das 20h30 pela Censura, que só liberou propostas da sinopse de Mandala com alterações.
Dias Gomes escreveu Mandala até o capítulo 35, deixando o comando, após isso, com Marcílio Moraes. Lauro César Muniz ainda colaborou com os capítulos finais. A situação já estava prevista desde o início, somente foi antecipada por conta de uma doença sofrida pelo autor.
Recheada de polêmicas, Mandala nunca foi reprisada pela Globo e não tem previsão de entrada no Globoplay.


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Estrelas & História



HBO Max divulgou primeiro teaser de "Stuart Fails To Save The Universe" com a data de 23 de julho confirmada para sua estreia.



O primeiro teaser trailer da série derivada de ‘The Big Bang Theory’, ‘Stuart Fails to Save the Universe’, foi lançado.

A série acompanha Stuart, que precisa restaurar a realidade após quebrar um novo dispositivo criado por Sheldon e Leonard, causando um Armagedom multiversal.

Estreia em 23 de julho na HBO Max.


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