O Conselho Federal de Medicina defende que apenas aprovados em exame de ordem realizado pela própria entidade possam exercer a medicina, independente de terem sido aprovados e diplomados ao término do curso integral, com seis anos de duração.
Certificar o bom desempenho da medicina é fundamental, mas é esse o caminho? O ex-ministro da Saúde Arthur Chioro, colunista de CartaCapital , argumenta porque a 'resolução' pode apenas concentrar o poder nas mãos de um único validador.
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