28 julho, 2026

Arte, Cultura e Humor

 


Estrelas & História

Lançado em 28 de julho de 1989, Turner & Hooch uniu Tom Hanks a um dos coadjuvantes caninos mais inesquecíveis da Disney em uma comédia que misturava risos, mistério e emoção genuína. Lançado pela Touchstone Pictures e distribuído pela Buena Vista Pictures Distribution, o filme se tornou um clássico do final da década de 1980 e permanece como uma das performances mais queridas de Hanks antes de ele se tornar a voz do Xerife Woody em Toy Story, da Pixar.



Hoje celebramos o 75º aniversário de Alice no País das Maravilhas, da Disney, que teve sua estreia em Nova York em 28 de julho de 1951, apenas dois dias após sua estreia mundial em Londres. O filme foi a realização de um sonho que Walt Disney acalentava há quase 20 anos, desde que começou a explorar a adaptação das histórias de Lewis Carroll na década de 1930.

Baseado nos adorados romances de Lewis Carroll.



Hoje, no dia do seu aniversário celestial, recordamos William "Bud" Luckey.
🕊️🎨

Nascido em 28 de julho de 1934, em Billings, Montana, William "Bud" Luckey foi um dos talentos criativos mais influentes, embora muitas vezes esquecido, da animação. Cartunista, animador, ilustrador, cantor, músico, compositor e dublador talentoso, sua notável carreira ajudou a moldar a televisão infantil e muitos dos maiores filmes da Pixar.

Lançado em 28 de julho de 1995, Operação Dumbo Drop, da Disney, reuniu comédia, aventura e uma história inspiradora baseada em eventos reais da Guerra do Vietnã. O roteiro do filme foi escrito por Gene Quintano e Jim Kouf, enquanto a história foi concebida por Jim Kouf, David Mickey Evans e Robert King, inspirando-se parcialmente nas experiências reais do Major do Exército dos EUA, Jim Morris.
Dirigido por Simon Wincer,.


1969 Vera Fischer, aos 17 anos. 









O Alan me propôs um desafio: listar os discos que por sua importância marcaram ou mudaram o rumo do rock ao longo de sua história, sendo um por década.

Assim eu montei a lista a seguir e tentei, por vezes sem sucesso, não me deixar levar pelo meu gosto pessoal. Eu consegui citar um por década e coloquei uma ou duas menções honrosas.

Quero deixar claro que esta lista é uma visão pessoal, um fã do rock que já o acompanha por 6 de suas 7 décadas de história. Meu olhar vem conectado às minhas memórias das épocas em que a maioria dos discos surgiram e se destacaram.


Década de 1950: Elvis Presley – 1956, Elvis Presley

É inegável que Elvis foi um catalisador da explosão do rock and roll e esse álbum é marcante pois pode-se dizer que é o primeiro álbum de rock, pois na época o comum era lançar músicas isoladas em singles.

Menção honrosa:  The “Chirping” Crickets – 1957, Buddy Holly & The Crickets

Buddy Holly and The Crickets “inventaram” o formato clássico de uma banda de rock: 2 guitarras, baixo e bateria; ao contrário de seus contemporâneos que seguiram o modelo jazzístico com piano e saxofone e uma só guitarra.


Década de 1960: Rubber Soul – 1965, Beatles

Depois do encontro com Bob Dylan, os Beatles tiraram o “and roll” do rock e mostraram o caminho mais maduro e que levava em conta ideias e letras. Rubber Soul marca o ponto de virada de todo o rock daí para frente

Menção honrosa1: Highway 61 Revisited – 1965, Bob Dylan

Depois do encontro com os Beatles, Bob Dylan eletrifica definitivamente a sua música e mergulha no rock.

Menção honrosa 2: In The Court of The Crimson King – 1969, King Crimson

Talvez o primeiro álbum verdadeiramente de rock progressivo da história. Fundamental para o que viria depois.


Década de 1970: The Dark Side of the Moon – 1973, Pink Floyd

… e o rock podia ir além!!! A década de 1970 é muito prolífica e foi palco de inúmeras revoluções, porém este álbum é o marco supremo do rock como arte e reflexão.

Menção honrosa 1: Led Zeppelin II – 1969, Led Zeppelin

Apesar de ter sido lançado em 1969 é este, e não o primeiro do Black Sabbath (1970), que impulsiona todo o rock pesado, e o heavy metal, que explode na década de 1970.

Menção honrosa 2: Never Mind the Bollocks – 1977, Sex Pistols

E os Sex Pistols viram o rock de cabeça para baixo e fazem os grandes astros repensarem suas carreiras além de abrir caminho para a garotada de então montar suas próprias bandas.


Década de 1980: Hatful of Hollow – 1984, Smiths

Os Smiths abrem as portas para o chamado “rock alternativo” com suas letras intimistas e seu som básico bem executado.

Menção honrosa: Power, Corruption and Lies – 1983, New Order

A new wave e bandas com sintetizadores já existiam em 1983, mas ninguém fez essa mistura de forma tão inteligente quanto o New Order.


Década de 1990: Nevermind – 1991, Nirvana

Não é o primeiro disco de grunge, mas foi este que abriu as portas no mundo inteiro.

Menção honrosa:  Blue Lines – 1991, Massive Attack

O Massive Attack mostra ao mundo a última revolução do rock: o trip hop.


Década de 2000: Kid A – 2000, Radiohead

O Radiohead já vinha na vanguarda do rock havia algum tempo, mas é em Kid A que o encontro do rock alternativo com as experimentações eletrônicas atinge seu auge.

Menção honrosa:  Favourite Worst Nightmare – 2007, Arctic Monkeys

Os Arctic Monkeys renovaram o indie rock com alegria e vigor, e neste álbum essa fórmula está perfeita.


Década de 2010: Fear Inoculum – 2019, Tool

O chamado prog metal já existia há bastante tempo, mas a junção perfeita de rock progressivo com heavy metal é este disco.

Menção honrosa: Titanic Rising – 2019, Weyes Blood

Weyes Blood, alter-ego de Natalie Mering, não fez nenhuma revolução, apenas uma voz maravilhosa, uma sonoridade etérea, letras melancólicas e arranjos barrocos. Tudo que eu gosto.


É isso! Aproveito para conclamar aos amigos, em particular o Alan, o Fábio Finotti, o Fábio Lara, o Carlos Edu e o Zé Maurício, para montarem suas listas. A coisa pode ficar ainda mais interessante.




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