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O tempo está seco, a rinite tá pegando geral, beba bastante água, mas o sol brilha nos mercados hoje, num bom humor sem precedentes nos últimos dias. Isso começou no glorioso Simpósio de Jackson Hole, feito num buraco, com todo o respeito, no estado de Wyoming (o nome em inglês já indica onde fica o rolê aleatório mais famoso da praça, como falamos ontem). Ali, o presidente do Fed deu a letra, deixando até o Trump feliz (sério?), com a possibilidade de os juros nos EUA finalmente ganharem o corte mais esperado do ano. Isso deixou as Bolsas, aqui, nos EUA, na Europa, e onde tiver alguma Bolsa, na maior farra e alegria, a poucas horas da verdadeira felicidade do livramento da sexta, que não chegava nunca (vem folga, vem). No Brasil, não tem Lei Magnitsky que bote água no chope ou na vodca. A luz no fim do túnel saiu do buraco de Jackson e agora a gente ficou na maior pilha. Respire, gente, apesar de um ou outro problema respiratório. Se espirrar, saúde! |
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Ibovespa sobe forte após Powell sugerir corte de juros nos EUA; dólar cai |
Pra fechar a semana sem crise, tirando é claro as alérgicas. Durante o Simpósio de Jackson Hole, o presidente do BC dos EUA confirmou as expectativas sobre corte de juros e iniciou os corres da maré boa nos mercados. Estamos isentos de fundo do poço hoje. Aproveita! |
Tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos eleva aversão a risco de investidores brasileiros |
Já tinha até esquecido dela - mas claro que isso tá “no radar”, deixando a “cautela no foco”. Crise ampliou o interesse dos investidores por ativos internacionais e pelo mercado de renda fixa, diz pesquisa da XP. Vou deixar essa aversão ao risco pra segunda, pode ser. Vou procrastinar a crise, hoje a gente tá podendo. |
Por que a Lei Magnitsky pode causar um colapso nos bancos brasileiros |
Cruzes, três toques na madeira! Quando políticas internas colidem com regulações internacionais, a consequência quase sempre é uma retração abrupta do crédito. Nosso colunista explica esses riscos. Meu cartão pode me sancionar a qualquer momento,vou ali pagar os gastos e já volto - sem parcelar, sem mínimo, deixa comigo. |
Cilada ou oportunidade: já passou o pior da crise do Banco do Brasil (BBAS3) ou ainda vem surpresa? |
O Banco do Brasil, maior corta brisa hoje, pode acabar com essa pecha ou não? Com dividend yield de até 6% no curto prazo, vale perder o sono pelo desconto do BBAS3 ou escolher ações mais perenes? Parece que vai rolar mais insônia ainda, mas nada de automedicação, faz favor. Gurus do mercado mostram o que fazer para você ter uma noite mais tranquila, sem ruminar as crises do BB. Relaxa, vai. |
“Cenário exige cautela, mas temos condições para seguir comprando empresas”, diz CEO do Fleury |
Tá difícil numa sexta, mas prudência sempre, claro, Em entrevista exclusiva ao Balanço em Foco, Jeane Tsutsui disse que grupo busca oportunidades que agreguem sinergia, mantendo controle da alavancagem. Boa. Partiu, sinergia do fim de semana - sem alavancagem em excesso, por favor, juízo nos gastos. |



