25 de Maio de 2026 |
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Ou Trump ontem? O presidente dos EUA, que dispensa uma escala 6X1 quando o assunto é guerra, trabalhou bastante neste domingo. O noticiário indica que ele avançou nas negociações com o Irã para liberar Ormuz e disponibilizar uma folguinha na pressão do petróleo sobre os mercados. Tudo isso ainda está meio nebuloso, mas as Bolsas capturaram um alívio no ar e se soltaram hoje, num clima favorável, sereno, não carrancudo - desprovido de tempestades e mau tempo. Aproveitemos porque não é todo dia que o índice Trump de volatilidade dá essa boiada toda. Enquanto o pessoal se pergunta se agora vai, fomos à luta, sem perder o timing. No meio dessa estabilidade rara e da instabilidade insistente de outros dias, o que vai ser do dólar a R$ 5? E da Selic, bitcoin, crédito privado, commodities, Neymar, El Niño e… Pera, segura a empolgação. Tem resposta pra tudo, além de refresco. Siga o baile, sem baixar a imunidade. |
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Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral |
Quase estacionado nesse patamar, o dólar vem fazendo balizas delirantes na cabeça do investidor. Aproveitamos a vaga boa e consultamos XP, BTG e Banco do Brasil para entender o caso. Os analistas reduzem projeções para o dólar, mas parte do mercado ainda vê pressão eleitoral e fiscal. Zorra total, mas a gente vai organizar tudo nesse quase cassino do câmbio. |
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom |
Decifre esse enigma aí, Saravalle! “Com prazer.” Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro. Pode subir mais esse prêmio, não tá fácil, o céu não é o limite. |
Tokenização tem potencial, mas precisa se materializar para investidor, diz gestora da 21Shares |
Tava sabendo, não? Pois bem: para além do bitcoin, stablecoins são hoje o maior caso de uso real de tecnologias blockchain, na visão de Bruna Cabús, associada sênior da gestora de ETFs suíça. Esse filme vem traduzido com legendas e dublagens. |
Balanços do 1ª tri decepcionam sob pressão de juros altos e cenário externo |
Entre Ebitdas, fluxo livre de caixas, margens, ROEs, qual o saldo? Negativo que nem a conta do banco? Custos mais altos, inadimplência e desaceleração global pressionam empresas de vários setores no trimestre. Um turnover cairia bem, mas calma que a gente chega lá. |
Crédito privado: quantos títulos tornam uma carteira protegida de calotes? Veja o erro que engana investidores |
Quero proteção e blindagem, e agora? XP Investimentos afirma que concentração por setor, emissor e indexador pode aumentar perdas em casos de default. Falando de default numa segunda, E-Investidor? A vida é dura. Coragem. |


