Como hoje, 25 de maio, celebra do Dia do Orgulho Nerd (também conhecido como Dia do Orgulho Geek), quem mais poderia representar? os nossos amados TBBT.
A escolha deste dia específico não é por acaso, trazendo duas grandes homenagens:
A estreia de Star Wars: em 25 de maio de 1977, nos cinemas o primeiro filme da saga espacial de George Lucas, Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança.
O Dia da Toalha: é uma homenagem dos fãs ao escritor Douglas Adams, autor da icônica saga 'O Guia do Mochileiro das Galáxias'.
Então, se você é geek e nerd, então estamos no lugar certo!
Feliz dia para nós!
HojeNaHistória o dia 25 de maio é celebrado como o “Dia da Toalha”, uma homenagem ao escritor britânico, autor da série "O Guia do Mochileiro das Galáxias", Douglas Adams.
A data surgiu poucos dias após sua morte, quando fãs da obra decidiram prestar tributo ao escritor carregando toalhas em público, uma referência direta ao universo criado por ele, no qual a toalha é considerada o item mais importante para um mochileiro interestelar. Com o passar dos anos, o 25 de maio também passou a ser conhecido como o Dia do Orgulho Nerd, celebrando a cultura geek em geral, incluindo filmes, séries, quadrinhos, videogames, tecnologia e ficção científica. A data ainda ficou marcada por outro acontecimento importante da cultura pop: em 25 de maio de 1977 estreava nos cinemas, uma das franquias mais influentes da história do entretenimento.
Hoje, fãs ao redor do mundo utilizam a data para homenagear personagens, histórias e obras que marcaram gerações. HISTORY
25 de maio, Dia Nacional da Adoção.
Drica Moraes e seu filho do coração, Matheus.
"Família é onde o coração decide morar".
Drica Moraes e seu filho do coração, Matheus.
"Família é onde o coração decide morar".
As palavras “biológico” e “adotado”, no dicionário de Mônica Torres, possuem o mesmo sentido: filho.
A atriz, em consenso com Marcello Antony, seu marido na época, adotou Francisco, um bebê de 1 ano. Dois anos depois, a família ganhou mais uma integrante: Sthephanie, na época com cinco anos. Hoje, dois moços bonitos e abençoados.
25 de maio: Dia Nacional da Adoção.
A atriz, em consenso com Marcello Antony, seu marido na época, adotou Francisco, um bebê de 1 ano. Dois anos depois, a família ganhou mais uma integrante: Sthephanie, na época com cinco anos. Hoje, dois moços bonitos e abençoados.
25 de maio: Dia Nacional da Adoção.
As atrizes Tônia Carrero e Eva Wilma com seus troféus do Prêmio Saci, durante cerimônia na capital paulista, realizada no auditório da rádio-emissora do Estadão, 1956.
Criado pelo Estadão em 1951, Saci foi o principal prêmio das artes até o fim da década de 1960, homenageando os destaques culturais do ano e foi a premiação mais importante da área até o fim da década de 1960. O símbolo, o saci, foi escolhido pelos leitores por meio de concurso, e o troféu foi desenhado por Victor Brecheret (1894-1955).
As atrizes Tônia Carrero e Eva Wilma com seus troféus do Prêmio Saci, durante cerimônia na capital paulista, realizada no auditório da rádio-emissora do Estadão, 1956.
Criado pelo Estadão em 1951, Saci foi o principal prêmio das artes até o fim da década de 1960, homenageando os destaques culturais do ano e foi a premiação mais importante da área até o fim da década de 1960. O símbolo, o saci, foi escolhido pelos leitores por meio de concurso, e o troféu foi desenhado por Victor Brecheret (1894-1955).
No dia 25 de maio de 1998, estreou a novela "Torre de Babel". A ousadia de Sílvio de Abreu vinha mais uma vez à tona no horário nobre da Globo. A trama repleta de mistérios, vinganças e conflitos marcou o folhetim, considerado um dos mais importantes da carreira do autor.
Ambientada em São Paulo, a produção começa com uma cena de crime: o ex-perito em fogos de artifícios José Clementino (Tony Ramos), que trabalha como pedreiro na construção de um luxuoso shopping center, assassina a esposa ao flagrá-la com outros dois homens. Ele é condenado a vinte anos de prisão e, ao ser libertado, coloca em prática seu plano de vingança contra o dono da construtora, César Toledo (Tarcísio Meira), que colaborou para sua acusação. A explosão tão planejada do Tropical Towers acontece, e o enigma da vez é descobrir o responsável, que só é revelado ao fim da trama.
A comédia também foi destaque em Torre de Babel com personagens caricatos e bordões que ganharam as ruas.
A espevitada Sandrinha enfatizou o lado cômico de Adriana Esteves por sua atuação. Ao som de “Só no Sapatinho”, as aventuras da interesseira garçonete eram marcadas por nuances e trejeitos que cativaram o público. Ela divide o quarto de um cortiço com Bina (Claudia Jimenez). As duas também trabalham na lanchonete de Edmundo Falcão (Victor Fasano). Se Bina tem uma qualidade, é o humor. Espontânea e engraçada, vê sua vida mudar de um dia para o outro ao receber uma herança. Junto à sua melhor amiga, a cozinheira Luzineide (Eliane Costa), eternizou o bordão “Cala a boca, Luzineide!”. Outra frase bastante repetida por Bina era: “Tô podendo!”. Durante a trama, ela divide-se entre Gustinho (Oscar Magrini), Boneca (Ernani Moraes) e Falcão.
Por falar em Gustinho e Boneca, os dois meio-irmãos de Clementino são um sucesso à parte em Torre de Babel. No dialeto de Gustinho, o “percebe” é tão usado para pontuar suas falas, que vira complemento de seu nome artístico: Johnny Percebe. Ele faz sucesso como cantor romântico, mas, na verdade, quem tem o talento vocal é Boneca. Por se achar feio, prefere não se apresentar diante do público e empresta sua voz ao irmão.
Mas quem rouba a cena em Torre de Babel é Cacá Carvalho, com o carismático Jamanta, dono do bordão “Jamanta não morreu!”. Portador de deficiência intelectual, o personagem foi abandonado na porta do ferro-velho de Agenor (Juca de Oliveira). Jamanta encantou o público com seu jeito ingênuo e suas trapalhadas. Cada vez que é contrariado, manifesta um tique nervoso que desenvolveu com o passar dos anos. O sucesso dA personagem fez com que Silvio de Abreu o trouxesse de volta na novela “Belíssima” (2005).
Muito bem escrita por Sílvio com colaboração de Alcides Nogueira e Bosco Brasil, muito bem dirigida por Denise Saraceni e Carlos Manga e com interpretações impecáveis de grandes astros da dramaturgia, como os nomes já citados, além de Maitê Proença, Marcos Palmeira, Marcelo Antony, Letícia Sabatella, Claudia Raia, Edson Celulari, Christiane Torloni, Glória Menezes, Silvia Pfeifer, Natália do Vale, Stenio Garcia, Karina Barum, Cleyde Yáconis, Etty Fraser, entre tantos outros, fizeram de Torre de Babel uma trama inesquecível da televisão brasileira.
A comédia também foi destaque em Torre de Babel com personagens caricatos e bordões que ganharam as ruas.
A espevitada Sandrinha enfatizou o lado cômico de Adriana Esteves por sua atuação. Ao som de “Só no Sapatinho”, as aventuras da interesseira garçonete eram marcadas por nuances e trejeitos que cativaram o público. Ela divide o quarto de um cortiço com Bina (Claudia Jimenez). As duas também trabalham na lanchonete de Edmundo Falcão (Victor Fasano). Se Bina tem uma qualidade, é o humor. Espontânea e engraçada, vê sua vida mudar de um dia para o outro ao receber uma herança. Junto à sua melhor amiga, a cozinheira Luzineide (Eliane Costa), eternizou o bordão “Cala a boca, Luzineide!”. Outra frase bastante repetida por Bina era: “Tô podendo!”. Durante a trama, ela divide-se entre Gustinho (Oscar Magrini), Boneca (Ernani Moraes) e Falcão.
Por falar em Gustinho e Boneca, os dois meio-irmãos de Clementino são um sucesso à parte em Torre de Babel. No dialeto de Gustinho, o “percebe” é tão usado para pontuar suas falas, que vira complemento de seu nome artístico: Johnny Percebe. Ele faz sucesso como cantor romântico, mas, na verdade, quem tem o talento vocal é Boneca. Por se achar feio, prefere não se apresentar diante do público e empresta sua voz ao irmão.
Mas quem rouba a cena em Torre de Babel é Cacá Carvalho, com o carismático Jamanta, dono do bordão “Jamanta não morreu!”. Portador de deficiência intelectual, o personagem foi abandonado na porta do ferro-velho de Agenor (Juca de Oliveira). Jamanta encantou o público com seu jeito ingênuo e suas trapalhadas. Cada vez que é contrariado, manifesta um tique nervoso que desenvolveu com o passar dos anos. O sucesso dA personagem fez com que Silvio de Abreu o trouxesse de volta na novela “Belíssima” (2005).
Muito bem escrita por Sílvio com colaboração de Alcides Nogueira e Bosco Brasil, muito bem dirigida por Denise Saraceni e Carlos Manga e com interpretações impecáveis de grandes astros da dramaturgia, como os nomes já citados, além de Maitê Proença, Marcos Palmeira, Marcelo Antony, Letícia Sabatella, Claudia Raia, Edson Celulari, Christiane Torloni, Glória Menezes, Silvia Pfeifer, Natália do Vale, Stenio Garcia, Karina Barum, Cleyde Yáconis, Etty Fraser, entre tantos outros, fizeram de Torre de Babel uma trama inesquecível da televisão brasileira.
No dia 25 de maio de 1979, numa sexta-feira, estreava a série Plantão de Polícia, exibida pela Rede Globo.
Criada por Doc Comparato, Aguinaldo Silva, Braulio Pedroso, Antonio Carlos Fontoura, Ivan Angelo e Leopoldo Serran, a série contava a história de uma redação de jornal a Folha Popular, onde estava o repórter policial Waldomiro Pena (Hugo Carvana), um tipo de jornalista engajado, opinativo e capaz de passar meses elaborando uma matéria.
Sem formação universitária e de envolvimento emocional com a notícia, estava em conflito constante com o editor Serra (Marcos Paulo), contratado para mudar a imagem do jornal.
No meio do confronto entre Pena e Serra está a jovem repórter Bebel (Denise Bandeira). Vinda de uma família de classe média alta, criada na Gávea, na zona sul do Rio de Janeiro, ela escolheu o jornalismo policial como uma oportunidade de exercitar o seu aguçado senso de justiça. Fascinada pelas reportagens e as atitudes profissionais de Waldomiro Pena, forma com ele uma dupla quase inseparável. Juntos, os dois se envolvem em situações perigosas, frequentam lugares suspeitos e lidam, cara a cara, com figuras do submundo.
Com direção também de Marcos Paulo, ao lado de Antonio Carlos da Fontoura, José Carlos Pieri, Jardel Mello, Luís Antônio Piá, a série ficou no ar por dois anos.
A série estará disponibilizada no Globoplay, a partir do dia 15 do mês que vem.
Criada por Doc Comparato, Aguinaldo Silva, Braulio Pedroso, Antonio Carlos Fontoura, Ivan Angelo e Leopoldo Serran, a série contava a história de uma redação de jornal a Folha Popular, onde estava o repórter policial Waldomiro Pena (Hugo Carvana), um tipo de jornalista engajado, opinativo e capaz de passar meses elaborando uma matéria.
Sem formação universitária e de envolvimento emocional com a notícia, estava em conflito constante com o editor Serra (Marcos Paulo), contratado para mudar a imagem do jornal.
No meio do confronto entre Pena e Serra está a jovem repórter Bebel (Denise Bandeira). Vinda de uma família de classe média alta, criada na Gávea, na zona sul do Rio de Janeiro, ela escolheu o jornalismo policial como uma oportunidade de exercitar o seu aguçado senso de justiça. Fascinada pelas reportagens e as atitudes profissionais de Waldomiro Pena, forma com ele uma dupla quase inseparável. Juntos, os dois se envolvem em situações perigosas, frequentam lugares suspeitos e lidam, cara a cara, com figuras do submundo.
Com direção também de Marcos Paulo, ao lado de Antonio Carlos da Fontoura, José Carlos Pieri, Jardel Mello, Luís Antônio Piá, a série ficou no ar por dois anos.
A série estará disponibilizada no Globoplay, a partir do dia 15 do mês que vem.
No dia 25 de maio de 1998, escrita por Walcyr Carrasco, com direção de Antonino Seabra, Jacques Lagôa e Henrique Martins, o SBT levava ao ar o primeiro capítulo da novela Fascinação.A História se passa na década de 1930 onde, Clara (Regiane Alves), uma jovem humilde, só pode estudar porque tem uma bolsa cedida pela própria escola. Na formatura ela conhece Carlos Eduardo (Marcos Damigo). Eles dançam e depois saem para conversar e, subitamente, aparece uma cigana que diz que eles são nascidos um para o outro. Os dois acabam se apaixonando. Mas a mãe do rapaz não aprova o namoro, pois Clara é de família humilde.
Dias depois, Carlos Eduardo fica sabendo onde Clara trabalha e a espera numa estrada próxima. Eles conversam e começam a namorar. Enquanto isso, Melânia (Glauce Graieb), mãe de Carlos Eduardo, comenta com sua governanta a péssima situação pela qual a família está passando e da preocupação por Carlos Eduardo ainda não ter arrumado uma herdeira. Germana (Malu Pessin), a governanta, diz ter percebido que Berenice ama o rapaz. Isso faz com que Melânia se aproxime da moça e descubra que realmente Berenice é apaixonada por Carlos Eduardo, mas não demonstra o sentimento por se achar feia. Melânia incentiva a moça e diz que faz muito gosto pelo casamento dos dois. Berenice (Samantha Monteiro), melhor amiga de Clara e que não faz ideia do namoro dela com Carlos Eduardo, aceita ser empurrada para os braços do rapaz.
Carlos Eduardo ama tanto Clara que lhe promete casamento. Encantada pelo rapaz, num dia chuvoso ela aceita entrar no carro dele. Carlos Eduardo, porém, finge um problema no motor e os dois ficam presos numa estrada deserta. Ele pede uma prova de amor e ela acaba se entregando. Algumas semanas depois, Clara fica sabendo que está grávida e é expulsa de casa pelo pai. Além disso, um engano forjado por Melânia impossibilita que o casal fique junto. Melânia contrata o ambicioso Alexandre (Heitor Martinez) para que ele se faça passar por pai do filho de Clara, e Carlos Eduardo presencia um encontro entre os dois. Desiludido, o rapaz se entrega a Berenice e renega o amor de Clara.
Após vários acontecimentos, Clara é levada para um prostíbulo por Alexandre e é obrigada a ficar ali sob a ameaça de nunca mais ver seu filho. Clara terá que utilizar toda sua força e inteligência para conseguir escapar, encontrar seu filho e conquistar novamente sua alma gêmea. Aliás, Alma Gêmea foi o título provisório de Fascinação. Sete anos depois, já na Globo, Walcyr Carrasco batizou sua trama de grande sucesso do horário com esse título.
Glauce Graieb e Heitor Martinez brilharam na pele dos grandes vilões da trama, que ainda tinha em seu elenco, além dos nomes já citados: Mariana Ximenes, Míriam Lins, Miriam Mehler, Caio Blat, Luiz Carlos de Moraes, Lia Aguiar, Ivan de Almeida, Adriana Ridolfi, Suzy Camacho, Nelson Baskerville, Blota Filho, Gigi Monteiro, Tadeu Menezes, Elaine César, Ademir Zanyor, entre outros, que abrilhantaram essa ótima novela do SBT.
Carlos Eduardo ama tanto Clara que lhe promete casamento. Encantada pelo rapaz, num dia chuvoso ela aceita entrar no carro dele. Carlos Eduardo, porém, finge um problema no motor e os dois ficam presos numa estrada deserta. Ele pede uma prova de amor e ela acaba se entregando. Algumas semanas depois, Clara fica sabendo que está grávida e é expulsa de casa pelo pai. Além disso, um engano forjado por Melânia impossibilita que o casal fique junto. Melânia contrata o ambicioso Alexandre (Heitor Martinez) para que ele se faça passar por pai do filho de Clara, e Carlos Eduardo presencia um encontro entre os dois. Desiludido, o rapaz se entrega a Berenice e renega o amor de Clara.
Após vários acontecimentos, Clara é levada para um prostíbulo por Alexandre e é obrigada a ficar ali sob a ameaça de nunca mais ver seu filho. Clara terá que utilizar toda sua força e inteligência para conseguir escapar, encontrar seu filho e conquistar novamente sua alma gêmea. Aliás, Alma Gêmea foi o título provisório de Fascinação. Sete anos depois, já na Globo, Walcyr Carrasco batizou sua trama de grande sucesso do horário com esse título.
Glauce Graieb e Heitor Martinez brilharam na pele dos grandes vilões da trama, que ainda tinha em seu elenco, além dos nomes já citados: Mariana Ximenes, Míriam Lins, Miriam Mehler, Caio Blat, Luiz Carlos de Moraes, Lia Aguiar, Ivan de Almeida, Adriana Ridolfi, Suzy Camacho, Nelson Baskerville, Blota Filho, Gigi Monteiro, Tadeu Menezes, Elaine César, Ademir Zanyor, entre outros, que abrilhantaram essa ótima novela do SBT.
O Programa Viola Minha Viola que teve sua estreia no dia 25 de maio de 1980, é um dos maiores sucessos da TV Cultura e da música raiz.
Inicialmente apresentado por Moraes Sarmento e Nonô Basílio. Logo em seguida, em parceria de Sarmento com Inezita Barroso. E, desde meados da década de 1990, após a morte dele, apenas por Inezita.
Foram mais de 1500 programas exibidos, que fizeram do palco do Teatro Franco Zampari um altar da tradicional música de raiz.
Falar do programa, é lembrar da saudosa Inezita Barroso, que por anos, esteve à frente do "Viola, Minha Viola", comandando o programa de forma primorosa. Após a sua morte em 2015, o ator Lima Duarte foi convidado para ser o apresentador do programa. Foi anunciado que Lima assumiria a frente do programa em fevereiro de 2016, o que de fato nunca aconteceu. Em 2017, o programa passou a ser comandado por um tempo pela cantora Adriana Farias, mas acabou saindo do ar.
Inicialmente apresentado por Moraes Sarmento e Nonô Basílio. Logo em seguida, em parceria de Sarmento com Inezita Barroso. E, desde meados da década de 1990, após a morte dele, apenas por Inezita.
Foram mais de 1500 programas exibidos, que fizeram do palco do Teatro Franco Zampari um altar da tradicional música de raiz.
Falar do programa, é lembrar da saudosa Inezita Barroso, que por anos, esteve à frente do "Viola, Minha Viola", comandando o programa de forma primorosa. Após a sua morte em 2015, o ator Lima Duarte foi convidado para ser o apresentador do programa. Foi anunciado que Lima assumiria a frente do programa em fevereiro de 2016, o que de fato nunca aconteceu. Em 2017, o programa passou a ser comandado por um tempo pela cantora Adriana Farias, mas acabou saindo do ar.
Octavia Lenora Spencer, que nasceu em Montgomery, Alabama, no dia 25 de maio de 1970, é uma premiada atriz que estreou no cinema em "Tempo de Matar", de 1996. Conseguiu reconhecimento por seu desempenho no filme, The Help (2011), onde ganhou um Globo de Ouro, um BAFTA e um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Seus papéis nos filmes Hidden Figures (2016) e The Shape of Water (2017), lhe renderam duas indicações consecutivas ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, tornando-se a primeira atriz negra da história a ser indicada ao Oscar por dois anos consecutivos.
Um pouco mais de um mês da partida de Oscar Schmidt, sua mãezinha, Dona Janira, faleceu aos 92 anos.
Nossos sentimentos a família Schmidt
Nossos sentimentos a família Schmidt














