26 maio, 2026

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#HojeNaHistória Em 26 de maio de 1914 nascia, em Salvador (BA), Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, conhecida mundialmente como Irmã Dulce,posteriormente chamada de Santa Dulce dos Pobres.
Religiosa católica, Irmã Dulce dedicou mais de cinco décadas de sua vida ao cuidado dos mais pobres, doentes e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Sua trajetória ficou marcada pelas obras de caridade e pelo trabalho humanitário realizado na Bahia.
Ainda jovem, ingressou na vida religiosa e passou a atuar diretamente em ações de assistência social. Entre suas principais iniciativas estão a fundação do Hospital Santo Antônio, do Centro Educacional Santo Antônio (CESA) e das Obras Sociais Irmã Dulce, instituição que se tornou uma das maiores referências filantrópicas do Brasil.
Mesmo enfrentando problemas de saúde durante grande parte da vida, manteve intensa atuação social e religiosa até seu último dia. Irmã Dulce morreu em 13 de março de 1992, aos 77 anos, em Salvador, deixando um legado de solidariedade, fé e dedicação ao próximo.
Seu trabalho recebeu reconhecimento internacional, chegando a render uma indicação ao Prêmio Nobel da Paz. Em 2000, recebeu do Papa João Paulo II o título de Serva de Deus. Em 2011, foi beatificada em Salvador e, em 2019, canonizada pelo Papa Francisco, tornando-se a primeira santa nascida no Brasil. HISTORY




Num domingo, início de julho, uma voz anunciava: "Entra no ar via Embratel para todo o Brasil, pela Rede Tupi de Televisão o programa Flávio Cavalcanti". A chamada marcava o início de um dos programas mais polêmicos da televisão brasileira e líder de audiência, comandado pelo jornalista e apresentador. Foi o primeiro programa a ser exibido para todo país, utilizando o canal da Embratel. Sua estreia aconteceu no domingo 5 de julho de 1970.
Marcas inesquecíveis de Flávio à frente de seu programa eram o frenético uso de seus pares de óculos, tirados e colocados constantemente, e o modo de chamar os intervalos comerciais, com o dedo em riste, que era focalizado pela câmera, com a frase: "Nossos comerciais, por favor!".
Os principais quadros do programa de Flávio Cavalcanti, ao longo dos anos chegaram a ser programas isolados, exibidos em dias distintos, foram A Grande Chance, em que atores, cantores, humoristas e outras figuras de talento ainda desconhecidas tinham a oportunidade de se revelarem para o grande público, e Um Instante, Maestro, focado na música brasileira e sua qualidade, ou a falta dela
Flávio tinha atitudes polêmicas e controversas que entraram para a história da TV, como quebrar diante das câmeras discos que considerasse ruins (imaginem com a qualidade da música de hoje, o que aconteceria).
Em 1973, teve seu programa na Rede Tupi suspenso por 60 dias pela Censura Federal após a apresentação na qual apresentou a história de um homem inválido que teria "emprestado" a mulher ao vizinho, fato que culminou uma história de problemas anteriores com o conteúdo do programa.
Flávio ficou na Tupi até o fechamento da emissora, em 1980, e, a partir de 1976, seu programa passar a ser transmitido também pela TVS, para o Rio de Janeiro. Cavalcanti foi em 1982 para a Rede Bandeirantes apresentar o programa Boa Noite, Brasil. Em 1983, no SBT, fez o Programa Flávio Cavalcanti.
Entre os jurados do programa de Flávio, que foi quem criou os júris de TV, ao longo dos anos estiveram: o costureiro Dener; a modelo e apresentadora Marisa Urban; a atriz Márcia de Windsor (que dava apenas nota 10 aos candidatos); Álvaro Vale; a atriz Vera Fischer; o maestro Erlon Chaves; a jornalista Marisa Raja Gabaglia; o jornalista e produtor musical Nelson Motta; a jornalista e apresentadora Sônia Abrão; a atriz Bete Mendes, que teve de deixar o júri por imposição dos militares; e o radialista José Fernandes.
No dia 22 de maio de 1986, durante a apresentação do programa ao vivo diretamente dos estúdios do SBT, como fazia todas as noites de quinta, Flávio passou mal e, numa volta do intervalo, quem o público viu à frente da atração foi Wagner Montes, que disse que Flávio havia sofrido "uma pequena indisposição" e na semana seguinte estaria outra vez no comando do programa.
Não foi possível. Internado no hospital Unicor, com problemas nas coronárias, ele faleceu aos 62 anos no dia 26, após uma parada cardíaca.
No dia da sua morte, o SBT ficou fora do ar o dia inteiro em sinal de luto, apenas rodando um slide com os dizeres: "Estamos tristes com a morte do nosso colega Flávio Cavalcanti que será sepultado hoje em Petrópolis às 16 horas, quando então voltaremos com a programação normal." A emissora voltou ao ar depois das 16h quando o corpo do apresentador foi sepultado.



"Hilda Furacão" foi exibida em 1998 (ano de Copa do Mundo e eleições) pela Rede Globo e atingiu um sucesso incontestável. Levando vários atores a consagração, principalmente Ana Paula Arósio, que se tornou uma grande estrela da Rede Globo nesse seu primeiro trabalho na emissora. E esse salto em sua carreira realmente foi merecido, pois sua Hilda exalava poder e sensualidade.
A minissérie, que estreou no dia 26 de maio daquele ano, é narrada por Roberto Drummond (autor e personagem do livro em que a minissérie foi baseada), interpretado por Danton Mello. Ele começa falando da conservadora e tradicional cidade mineira em que cresceu, Santana dos Ferros, junto com seus amigos inseparáveis, Malthus (Rodrigo Santoro) e Aramel (Thiago Lacerda). Depois de terminarem o segundo grau, os 3 partem para Belo Horizonte para realizar os seus sonhos. Roberto quer mudar o mundo através de uma revolução comunista, Aramel, o belo, almeja se tornar ator em Hollywood e Malthus, quer ser santo e vai para um convento de freis dominicanos.
Em paralelo, é mostrada Hilda Müller. Moça belíssima da sociedade mineira, que rapidamente conhece um rapaz, acaba ficando noiva e está prestes a se casar, quando vai a uma cartomante que diz que ele não é o homem do seu destino e que esse só aparecerá quando ela perder um sapato querido. Hilda acaba descobrindo que não ama e nem é amada por seu noivo e desiste no dia do seu casamento. Ela deixa tudo para trás, vai viver na zona boêmia e se torna uma prostituta famosa e muito disputada no local, com homens fazendo filas para tê-la.
Com o falatório sobre Hilda Furacão (o nome de guerra da protagonista), Roberto acaba se aproximando dela para conseguir uma entrevista, e se torna o seu jornalista preferido. A "sociedade" fica revoltada e com interesses “morais”, religiosos, econômicos e políticos em jogo, acaba fazendo uma campanha para retirar a zona boêmia do centro de Belo Horizonte, sendo Furacão, o seu principal alvo.
Frei Malthus ao ouvir a história dela, decide que exorcizar o “demônio” de Hilda será o primeiro milagre que ele irá realizar. Os dois acabam se confrontando e ela perde o seu sapato nesse dia (que é achado por Malthus). A partir de então, eles entram numa espécie de confronto, onde ambos acabam descobrindo uma atração (ou amor) intensa pelo outro.
Escrita por Glória Perez e com direção de Wolf Maya, Maurício Farias e Luciano Sabino, a minissérie ainda tinha no elenco grandes nomes como: Matheus Nachtergaele, Rosi Campos, Débora Duarte, Eva Todor, Carlos Vereza, Arlete Salles, Mário Lago, Stênio Garcia, Zezé Polessa, Tereza Seiblitz, Walderez de Barros, Paloma Duarte, Claudia Alencar, Marcos Frota, Cláudio Corrêa e Castro, Eloísa Mafalda, José Lewgoy, Paulo Betti, Rogério Cardoso, entre outros. Sem falar nas participações pra lá de especiais de Tarcísio Meira e Paulo Autran


A saudosa Jandira Martini e Marcos Caruso, tiveram uma amizade de quatro décadas e uma parceria profissional bem-sucedida e premiada.
Juntos, eles escreveram peças de teatro de grande sucesso. Entre elas, “Porca Miséria”, que recebeu os prêmios Shell, APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e Mambembe de Melhores Autores em 1994; “Quem Matou Amèlie de Port-Salut”, que permaneceu 15 meses em cartaz e foi indicada a várias premiações; e “Sua Excelência, o Candidato”, que ficou quatro anos em cartaz e valeu a Jandira e a Marcos o prêmio Molière de Melhor Autor em 1986.
Em 2005, a dupla publicou o livro “Comédias de Jandira Martini e Marcos Caruso”, em que reuniu esses três trabalhos.
Na TV, os dois trabalharam juntos escrevendo a novela 'A História de Ana Raio e Zé Trovão', da extinta TV Manchete, exibida em 1991. A dupla também escreveu episódios da série "Brava gente", exibida pelo SBT em 1996.
No cinema, trabalharam juntos em roteiros de filmes como "O Casamento de Romeu e Julieta" (2005) e "Trair e Coçar é só Começar" (2006), baseada na peça homônima de Caruso.
A morte de Jandira em janeiro de 2024, foi divulgada por Marcos em suas redes sociais.
"Jandira Martini, minha maior amiga e prova de que os opostos se atraem e se completam. Juntos escrevemos peças, roteiros de cinema, séries e novelas. Minha grande confidente, conselheira e responsável pelas minhas maiores gargalhadas. Minha mestra. Sabe quando você passa pela escola na qual você estudou e vê que o prédio foi demolido? Assim me sinto com a sua partida", escreveu Caruso na época.


No dia 26 de maio de 1980, estreava pela Rede Globo, no horário das 18 horas, a novela Marina. Escrita por Wilson Aguiar Filho, baseada no romance "Marina Marina" de Carlos Heitor Cony e Sulema Mendes, com direção geral de Herval Rossano.
A Trama conta a história de Estevão (Carlos Zara), um famoso escritor, vai viver numa ilha com a filha Marina (Denise Dumont), depois que sua esposa Rosa comete suicídio. Criada em liberdade e em contato com a natureza, a menina tem como maior companheiro o jovem pescador Tonho (Fábio Mássimo), e um cachorro chamado Fausto. Preocupado com a educação da filha, Estevão decide mandá-la para a casa dos padrinhos, Otávio (Antônio Patino) e Anita (Beatriz Lyra) que moram no Rio de Janeiro. Chegando lá, Marina não é bem recebida pelos filhos do casal, Adriana (Tetê Pritzl) e Luís (Haroldo Botta), que a tratam com hostilidade. A única que a trata com carinho é a filha caçula do casal, a travessa Soninha (Monique Cury).
Na escola, Marina conhece Helena (Íris Nascimento), uma jovem negra que sofre com o preconceito racial. Ela também conhece Marcelo (Lauro Corona), um rapaz rico que está abalado com a separação dos pais e ainda vive uma movimentada relação com Vera (Élida L'astorina). Marcelo acaba se apaixonando por Marina, e Vera passa a aprontar para separar o casal.
Na trama também teve destaque o personagem Ivan, professor de hipismo vivido pelo estreante na Globo, Edson Celulari. Suas artimanhas para deixar a pobreza e conseguir fama e dinheiro corriam paralelo a história da protagonista.
Lúcia Veríssimo, Beth Goulart e Glauce Graieb também estrearam na Globo na trama de Marina.
Ainda no elenco: Norma Blum, Oswaldo Loureiro, Fábio Junqueira, Zaira Zambelli, Isis Koschdoski, Milton Moraes, Suely Franco, Castro Gonzaga, Léa Garcia, Maria Pompeu, Célia Biar, Ankito, Germano Filho, Lourdes Mayer, Vera Gimenez, Fernando José, Mônica Torres, entre outros.





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