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O tipo de câncer mais incidente no Brasil é o de pele não melanoma. Até hoje, o principal tratamento para a doença é a chamada ressecção cirúrgica, que pode deixar cicatrizes ou resultar em mutilação. Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas desenvolveram uma terapia experimental, baseada no composto AgNMS(mistura de complexo de prata com o anti-inflamatório nimesulida), que mostrou resultados promissores contra o câncer. |
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Uma árvore nativa da Mata Atlântica brasileira pode ajudar no desenvolvimento de novos tratamentos contra a Covid-19. Pesquisadores identificaram compostos presentes nas folhas da copaíba vermelha capazes de neutralizar o SARS-CoV-2 ao bloquear tanto a proteína spike, usada pelo coronavírus para invadir células humanas, quanto mecanismos ligados à replicação viral. |
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Um medicamento experimental pode mudar o prognóstico de um dos diagnósticos mais temidos da medicina. Em ensaio clínico de fase avançada, boa parte dos pacientes com câncer de pâncreas metastático que receberam a droga, chamada daraxonrasib, viveram mais de 13 meses após serem diagnosticados — o dobro do que foi registrado entre os que fizeram quimioterapia convencional. |
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Uma equipe de cientistas desenvolveu o primeiro "spray nasal de nanopartículas" do mundo. A inovação supera o desafio de atravessar a barreira hematoencefálica (BHE), permitindo a administração de medicamentos ao cérebro sem injeções ou cirurgia. Quando usado no início de um AVC, o spray proporciona tratamento emergencial pré-hospitalar, protegendo as células cerebrais e reduzindo complicações. |
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Um ensaio clínico co-liderado por pesquisadores da Universidade de Washington mostrou que uma vacina personalizada com moléculas de DNA desenvolvida para tratar o glioblastoma— câncer cerebral de crescimento rápido e incurável — é segura. A vacina induz respostas imunológicas que parecem aumentar a sobrevida de pacientes. |




