Pra onde você olha, em qualquer lugar que você pise no mercado, a expressão “tom de cautela” está lá, inabalável, onipresente e cercando tudo. Não tem como escapar. Com o payroll sem dar as caras, interditado pelo shutdown do governo Trump, a agenda fica vazia. Tem ainda o calendário pincelado com o nosso conhecido, velho de guerra, o risco fiscal no Brasil. Com as Bolsas em dias de freio de mão puxado, após um setembro de festanças de recordes, andar de lado já é grande vantagem. É o que dizem os especialistas - que, diante do quadro de prudência fazendo hora extra, já veem mais pregões nesse esquema. “Essa situação deve virar uma minissérie, já que pode ter umas reviravoltas”, prevê um analista mais otimista. Se temos spoiler? Ah, sempre, pode contar conosco nesse setor. O roteiro de matérias do dia não faz exercícios de futurologia, mas explica os paranauês dos capítulos da semana e dos próximos. Sem cautela, nas apurações pelo menos. E sem pipocar! |
Mestre Einar faz o balanço da temporada das máximas - minissérie em que a cautela não participou nem como figurante. Mesmo com juros elevados, papéis do Ibovespa mostram onde estão as oportunidades táticas e recuperação setorial. Saudade? Ele diz se vai ter nova temporada de fartura no streaming da Bolsa. |
As letrinhas mais comentadas do mercado continuam dando sopa. Taxação de 7,5% enfrenta resistência no Congresso. Mesmo que caia a isenção, papel continua atrativo e dando maior caldo. |
Me deixe a par, E-Investidor, já nem consigo mais dormir. Especialistas explicam os impactos fiscais da ampliação da isenção do IR, assim como as estratégias que a alta renda precisará adotar para otimizar a tributação que agora vai aumentar. Obrigado, mas partiu Lotofácil assim mesmo. |
Tá tudo doido. Tesouro IPCA com vencimento em 2029 é oferecido com 8,02% de juro real; todos os outros títulos indexados à inflação pagam mais de IPCA + 7% ao ano. Como é bom dar uma pirada às vezes. Tô dentro! |
Mais do que fortuna, construir uma dinastia é criar legado, propósito e conexões que resistem ao tempo. Ah, bom. Prometo não deixar dívidas - não todas. Brincadeira. Um dia de cada vez. Hora de herdar o ócio deixado pra trás no domingo passado. Farei bom uso dele! |
| A matemática não fecha: mais gasto social, menos força de trabalho e mais imposto para quem produz. |
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