22 de Outubro de 2025 |
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Ainda não, mas tá chegando lá. A Eletrobras decidiu mudar o ticker e o nome, no rebranding mais comentado dos últimos tempos. Vai se chamar Axia Energia, alterando a identidade da ex-estatal. A empresa disse que “isso representa sua visão de futuro de uma companhia orientada por excelência operacional e geração de valor”. A notícia chamou mais atenção que o balanço da Vale e ofuscou até a química do encontro entre Trump e Lula, marcada para domingo na Malásia. E olha que o Trump, bom, dizem que entende de bioestimuladores de colágeno - mas isso é do campo especulativo, muito maldoso. Voltemos à novidade da ELET6 e ELET3. O pessoal até esqueceu dos dividendos, de olho - puxado para corrigir imperfeições - nos proventos da harmonização da companhia. Tá na cara que isso ia dar o que falar. Mas quem disse que a gente tem só isso no menu? Nosso cardápio cirúrgico engloba Vale e furos de reportagem. Ficou bom, viu? |
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Vale (VALE3): prévia acima do esperado deixa dividendos extraordinários mais próximos, mas 3 fatores ainda pesam na decisão |
Não teve lipoaspiração desse assunto, notícia boa, esteticamente atraente. Dizem os analistas: os números são positivos e aproximam a mineradora de dividendos extras, mas três fatores ainda precisam ser superados. Isso mesmo, pode ter grana extra. Aí sim. A gente se encontra aqui abaixo pra explicar melhor. |
Distribuidora de Valores Vórtx acusa empresário Nelson Tanure de esvaziar caixa da Emae depois da privatização |
Caso sério. É uma apuração exclusiva nossa. A instituição financeira vê possibilidade do caixa da Emae estar zerado após cerca de 1 ano sob controle de Tanure. A concessionária nega. Procurados, Tanure, XP e Vórtx não comentaram. Achamos que você precisa saber de tudo isso. |
Por que até os ricos evitam falar de dinheiro – e o que isso revela sobre a educação financeira no Brasil |
Ah, meus bitcoins e… Desprovido que estou disso e outros assuntos de encher o bolso, como loterias, fiquei curioso. Pesquisa anunciada exclusivamente em evento do Itaú Unibanco no Masp mostra a preocupação do brasileiro com o dinheiro e a importância da educação financeira. Só pensamos nisso, vida dura. Manda, E-Investidor! |
China, EUA e o divórcio mais caro da história |
EUA e China não andam se bicando e não há espaço nem pra DRs. Efeitos dessa separação, depois das novas regras chinesas sobre terras raras, vão aparecer nos preços, no poder e na estrutura da economia global. Vai sobrar pra quem, adivinha, e olha que esse rolo tá bem longe do fim, sem paz, sem amor. |
Eletrobras (ELET6) muda de nome e ticker e terá nova identidade na B3 e na NYSE |
O assunto encorpado do dia. O novo nome vem do grego e significa "Valor", mas também remete à ideia de "eixo" ou àquilo que gera movimento. Ah, bom. A gente conhece o “antes” e agora vem esse “depois”, ainda em acompanhamento do mercado. Avalia-se se isso é um tapa na cara dos fãs da Eletrobras. Mas sem sucções nos dividendos, por favor. |
21 de Outubro de 2025 |
Uma rápida olhada no noticiário sobre os mercados mostra que o ambiente parece salubre e até favorável, com a constatação de que o viés das Bolsas é positivo. Isso apesar da novela enguiçada do rombo das contas públicas, da RJ da Ambipar, das “tensões geopolíticas e expectativas sobre negociações comerciais entre EUA e China” e o que mais? Saudade da Odete Roitman? Mesmo assim, as bolsas de lá fecharam daquele jeito (“mistas”), o Ibovespa hesitou, as commodities patinaram e, fechando tudo, o bitcoin se animou. Mas agora a gente quer mais é saber de balanços, prévias e relatórios de produção e vendas das empresas, essa numeralha doida que deixa a gente no maior viés positivo de três em três meses. Sem agenda esvaziada, com muita liquidez. A recomendação pra esta temporada é de compra, com preço-alvo nas alturas. Agora vai. |
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Sem RJ, Ambipar (AMBR3) pode ‘virar pó’ no mercado; entenda |
Mas aqui, neste ponto, agora não vai. Apenas em outubro, a empresa de gestão ambiental já perdeu mais de 90% do seu valor de mercado na bolsa de valores. Virar pó já assim? (já espirrei, ah, essa rinite implacável). A gente cavou esse poço até o fundo pra ver se haverá sobrevida e, atchim, tem saúde? Respostas abaixo. Cuidado com a poeira. |
Aristocratas de dividendos no Brasil: as 9 empresas da Bolsa que desafiam a volatilidade e pagam dividendos crescentes todo ano |
Não tem sofrência aqui, não. Elas resistem aos tombos e aos voos de galinha da economia, mantendo o "faz-me-rir" dos investidores. Mas, afinal, vale apostar nessas companhias de dividendos crescentes? Já botei minhas fichas, ainda mais com as recomendações nobres da nossa fidalga colunista. |
Petrobras (PETR4): mercado estima produção mais forte no 3º tri; veja como ficam os dividendos |
Eba, pode pular a parte dos indicadores e ir direto pros dividendos. Eita, mas não quer entender tudo, não? A estatal publica o relatório de produção e vendas na próxima sexta-feira (24). Confira as projeções e seja feliz. Chega rápido na parte de dividendos, a gente garante. |
WEG (WEGE3): Tarifas de Trump pressionam resultados, mas lucro deve permanecer estável no 3T25 |
Trump botou pressão no Brasil já faz uns meses e sobrou pra WEG. Analistas calculam que lucro da empresa pode chegar a R$ 1,8 bilhão no 3º tri de 2025; resultado será divulgado nesta quarta (22). Parece que a empresa defendeu bem os números, viu, Washington? |
Vale (VALE3) deve ter alta na produção de minério no 3T25; veja o que esperar dos dividendos |
É daqui a pouco, mas já pra se ter uma ideia. Analistas se dividem se compra da ação está atrativa após papel superar a faixa dos R$ 60. Analistas divididos, mas informações multiplicadas. E, claro, a conta, a saideira que você quer saber mais: a dos dividendos. Passa a régua. |
20 de Outubro de 2025 |
Não teve ranço de segunda, nem aversão ao risco, ou a imortal incerteza fiscal, que conseguisse atrasar a vida do Ibovespa hoje. O índice deu aquela avançada insaciável, batendo máximas, para a felicidade ampla e geral. Nem a pane do serviço de nuvem da AWS, que afetou plataformas e serviços digitais em escala global, impediu a Bolsa de planar acima das cirros, cirrostratus e cirrocumulus, as nuvens mais altas do planeta. "A redução nas estimativas para inflação do Focus levou otimismo ao Ibovespa", informa o noticiário. “A alta da Vale também.” Ah, tá. Não tem tempo ruim, nem frio fora de época para congelar ganhos. A segunda prometeu e entregou bom humor entre os investidores, arremetendo contra o pessimismo e a preguicite no começo da semana. Não só no Ibov, porque a gente também achou dados estratosféricos do ouro, renda fixa e da IA para ajudar nas finanças. Voo de cruzeiro, com baita serviço de bordo. Em caso de despressurização, máscaras individuais cairão dos painéis acima e… Tá, viajei! |
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Ouro dispara 59,5% em 2025: por que o metal bate recordes e como montar hoje posição com 5% a 10% da carteira |
Se o Ibov voa acima das nuvens, o ouro tá pra lá da Lua faz tempo. Analistas reforçam papel do ativo como refúgio, mas alertam para correções. Temos vídeo com 4 formas para investir nele. “Vai dizer agora ‘pra reluzir na carteira’.” Não tô com esse brilho todo nas ideias, não, que isso. |
“Maior risco para 2026 é Lula romper com o arcabouço fiscal e aumentar benefícios”, diz gestor da Kinea Investimentos |
Tem isso. Hora de pensar nisso mesmo? Claro: Roberto Elaiuy diz que o mundo passa por momento "muito raro" e projeta cenário das eleições 2026. O Índice do Medo vai ter trabalho ano que vem. |
O que os balanços do 3º trimestre revelam sobre as maiores empresas da Bolsa? |
Chegou aquele momento gostoso de Ebitdas, fluxo de caixa, lucro ajustado na veia. A temporada de resultados ajuda a entender como cada setor está reagindo às condições econômicas atuais - incluindo tarifaço e outras pendengas - para repensar estratégias de alocação. Podem vir, estamos preparados 123% na comparação anual, sem ajustes sazonais e tributários. |
“2026 ainda será o ano da renda fixa” diz o presidente da Bolsa brasileira; entenda o motivo |
Boa notícia pro ano que vem? Como diz o telemarketing, “tá tendo sim”. Em entrevista ao E-Investidor, executivo também falou sobre recordes do ouro (olha aí) e eleições presidenciais. Será que a gente vai falar bastante de risco fiscal? |
Inteligência artificial nas finanças: como usar a tecnologia como “copiloto” dos seus investimentos |
Ah, topo, tô precisando e precisado. Especialistas explicam como a IA pode apoiar decisões financeiras, reduzir vieses e ajudar você a ganhar autonomia sem substituir o senso crítico humano. Já tava no piloto automático, mas copiloto é luxo. “Quando precisar de alguma informação, terei prazer em ajudar”, diz a IA. Ajuda com dívidas e loterias? Só pra ter uma ideia. |
O que os balanços do 3º trimestre revelam sobre as maiores empresas da Bolsa? |
A temporada de resultados ajuda a entender como cada setor está reagindo às condições econômicas atuais para repensar estratégias de alocação. |
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17 de Outubro de 2025 |
Mas e a Odete Roitman? Esse mistério fica para mais tarde, enquanto o trade sobre quem matou a vilã da novela, correndo por fora em bolões com muita volatilidade, continua bem animado. Antes do mistério que assombra a torcida brasileira ser solucionado, o pessoal tá de olho, claro, no enredo nosso de cada dia: as denúncias de fraudes e perdas em bancos regionais, as negociações comerciais entre Brasil e EUA, as incertezas fiscais, Heleninha, Marco Aurélio... Opa, empolguei. Voltando, onde estava mesmo? Ah, sim. Mesmo com a crise dos bancos dos EUA e as agruras do governo com as contas públicas, hoje a aversão ao risco foi eliminada da trama no mercado, sem tiro no pé. Nesse caso, não tem mistério: o noticiário mostra que as Bolsas são “impulsionadas por declarações conciliatórias de Donald Trump sobre as tarifas comerciais com a China.” Ufa, podemos dormir tranquilos. A gente traz outras histórias intrincadas, incluindo Banco Master e venda da Emae à Sabesp. Na sua cabeça só dá "Brasil, quero ver quem paga pra gente ficar assim"? Boa sorte no bolão! |
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Dinheiro de aposentados do Rio foi usado para financiar o Banco Master, diz tribunal |
História de arrepiar. Fundo Rioprevidência foi proibido pelo Tribunal de Contas do estado de fazer novos investimentos em ativos relacionados ao Master, após a alocação chegar a R$ 2,6 bilhões. Procurado, Master não se pronunciou; o Rioprevidência contestou as alegações do TCE e disse que as operações seguem regulares e adimplentes. Destrinchamos esse roteiro, ponto por ponto. De olho! |
OPINIÃO: A fuga dos milionários do Brasil custa caro e quase ninguém está calculando isso |
Não pra eles, os milionários, claro, mas adivinha para quem vai sobrar tudo isso? Governo contabiliza benefícios, mas ignora perdas de quem decide investir no exterior. Essa é a matemática que ninguém quer fazer. Nosso colunista, bom de contas, incluindo as públicas, tem os cálculos. #medo, mas coragem! |
O elo mais fraco do mercado: por que o investidor minoritário segue sem proteção no Brasil? |
Me protejam! Anos após alerta da OCDE, acionistas pequenos continuam expostos a casos de insegurança no País. Eu hein, socorro! |
Consolidação de fundos imobiliários: FoFs migram para multiestratégia e FIIs passam para “casa do bilhão” |
Aí, sim, obrigado, E-Investidor! A transformação do mercado vem ocorrendo desde 2024, mas com forte concentração em 2025 e aproximam o País do padrão internacional. “Brasil, mostra tua a cara!” Calma aí. Que ideia fixa. Vai passar, vai dar tudo certo, e, segunda, demore bastante pra chegar! 😎 |
Justiça nega pedido de Tanure para barrar venda da Emae para Sabesp (SBSP3) |
Eduardo Palma Pellegrinelli abre caminho para a Sabesp finalizar a compra da Emae, mas não coloca fim na disputa. Procurados, XP, Vórtx e Tanure não comentaram o assunto. Seguinte, preciso de ar. |






















