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24 de Outubro de 2025 |
Ele já existe, claro, assusta investidores, causa pesadelos e até põe gente pra correr. Feito uma Invocação do Mal, o Medo Fiscal rima e deixa no chinelo Chucky, Freddy Krueger, Hannibal, Jason. Às portas do Halloween, quer o reconhecimento oficial da Bolsa e trabalho fixo na B3, é o mínimo. Tem até defensores, dizem fontes deste plano, não do além. Se tem o Índice do Medo em Nova York, que orienta as Bolsas em dias de grande assombro com notícias de fim de mundo, por que não oficializar um termômetro do pavor sobre as contas públicas no Brasil? Um Índice do Medo Fiscal devidamente contratado, com carteira assinada. “Ele tá sempre por aí, rondando a nossa vida. Precisa ver o que vai aprontar em 2026, ano de eleição”, afirma um analista que, temeroso, preferiu não se identificar. Pois é. Hoje, preocupações fiscais chegaram a limitar os ganhos das Bolsas, em dia de dados de inflação, aqui e nos EUA, dando sopa pra quedas de juros. O pessoal do mercado busca superar até o sobrenatural e vai à luta, mas hashtag-fica-a-dica. O currículo do Índice do Medo Fiscal será analisado, enquanto ele pode atuar como sempre faz - fazendo seus frilas, numa escala 6X1 sem hora pra acabar, botando lenha em qualquer fogueira. Eu hein, três toques na madeira! |
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Nova era do dinheiro: bancos e cartões de crédito se rendem às criptos em busca do Pix global |
Chega de sobrenatural. Criptomoedas prometem reduzir custos e acelerar transferências internacionais, atraindo bancos e gigantes de cartões de crédito. Stablecoins, conhece bem? Prazer é nosso, fique à vontade, não repare a bagunça. |
Bastidores da segurança do Pix: entenda como o dinheiro circula, táticas dos criminosos e as novas regras do BC contra golpes |
Cruzes. Autoridades aceleram ações após ataques a fintechs ligadas ao sistema de pagamentos; novas medidas de segurança poderiam ter evitado crimes recentes. Me ajuda aí, E-Investidor. Pode ficar tranquilo, só ler bem esta bula antifraude abaixo. |
Eleições, risco fiscal e geopolítica: como proteger seu patrimônio em 2026 |
Olha ele aí! Sempre à espreita, rico fiscal pode ser o nome de 2026. Mais do que a busca por retornos expressivos, preocupe-se em ter uma boa estratégia de proteção patrimonial pautada em dados objetivos. Entenda como evitar o medo e seguir tranquilo, sem sustos. |
“Não invista em crédito privado”, diz Marília Fontes; entenda o que motiva a cautela da especialista em renda fixa da Nord |
Alerta de Marília Fontes, ligada nas movimentações do mercado, mesmo as que a gente nem se dá conta direito. Casos recentes de Braskem (BRKM5) e Ambipar (AMBP3) e um ciclo prolongado de juros elevados expõem fragilidades no mercado de bonds. Fiquemos espertos! |
Muito além das ações de IA: Warren Buffett investe mais de US$ 1 bilhão nestes três setores da economia |
O Oráculo chega pra alegrar seu fim de semana, atormentado pelos fantasmas das contas do governo, entre outras assombrações. Os novos investimentos da Berkshire Hathaway mostram que o megainvestdor e seu sucessor Greg Abel focam em setores ligados ao consumo essencial. Anota aí e entre com o pé direito sem dó em 2025, 2026 e vá em frente toda vida! |
23 de Outubro de 2025 |
Você viu que o petróleo deu uma disparada monstra, jorrando pra cima dos 5%. Foi por causa das sanções impostas pelos Estados Unidos e União Europeia à Rússia, informa o noticiário. Consultamos especialistas: vai até onde essa farra de hidrocarbonetos? Os gurus do mercado avisam: haverá volatilidade no meio do caminho, o que dará um gás nas ações petrolíferas no curto prazo. Mas, dizem os oráculos, a perspectiva de alta dos ativos pode ficar ensebada: "Tendência é de queda da commodity ao longo do próximo ano com o excesso de oferta global". Sujou mesmo? Já tava pensando até em dividendos mais altos da Petrobras, mas, pelo jeito, convém não escorregar no otimismo. O rali do óleo pode virar no máximo um rolezinho no parque, uma caminhada leve, nem vai dar calor. Segue a vida - mas continua aqui com uma corrida de verdade, ultrapassando o que vier pela frente, com estratégias pra sua carteira de FIIs, investimentos com Selic alta e, aí sim, dividendos de empresas que são “vacas leiteiras”. Viva a energia renovável. Desce um copo de leite semidesnatado, por favor. |
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Trump volta a mirar Moscou e petróleo dispara: entenda o impacto nas ações e onde investir agora |
Cuidado com o óleo na pista. Analistas projetam queda do barril, com o petróleo entre US$ 50 e US$ 60 em 2026. Se você não entendeu bulhufas, fica assim, não. Passa no balcão de informações aqui abaixo, que a gente indica o caminho das pedras que não vão rolar assim tão fácil. |
Petróleo dispara e acende alerta: vem aí nova pressão sobre a gasolina? |
Tem mais no guichê: a disparada da commodity reflete a preocupação dos investidores com as sanções americanas contra as petrolíferas russas, beleza, mas e se o seu carro usar gasolina? Vai ter rali no posto? Não tá feia a coisa, não. Sem spoiler: corre nesse link que você vai entender. |
Fundos imobiliários driblam juros altos e mostram saída com novas estratégias de captação |
Chega de óleo bruto. Tá irrespirável isso aqui. O setor de FIIs tá mais cheirosinho, limpo e lucrativo. Mesmo com a Selic em patamar elevado, a indústria de FIIs mantém ritmo firme em 2025, impulsionada pela criatividade nas captações. Pode se jogar, mas antes leia bem as instruções. Pela atenção, obrigado. |
Selic: até onde a taxa pode cair — e como se preparar para os próximos dois anos |
Nosso colunista Ricardo Barbieri alivia o cenário e mostra a luz: com a Selic em 15% ao ano, investidores buscam estratégias para atravessar 2025 e se posicionar para uma futura queda dos juros. Vá com fé. |
Taesa (TAEE11) ou Isa Energia (ISAE4): as “vacas leiteiras” ainda valem a pena? Analistas elegem a favorita |
O pasto das notícias boas continua bem na fita, uma gostosura de oportunidade. Eventos recentes revelaram solidez e entusiasmo com investimentos, mas uma ganha na previsibilidade de pagamento de proventos. A produção de leite e dividendos vai de vento em pompa. Pode degustar, e faz um bem à saúde. |
22 de Outubro de 2025 |
Ainda não, mas tá chegando lá. A Eletrobras decidiu mudar o ticker e o nome, no rebranding mais comentado dos últimos tempos. Vai se chamar Axia Energia, alterando a identidade da ex-estatal. A empresa disse que “isso representa sua visão de futuro de uma companhia orientada por excelência operacional e geração de valor”. A notícia chamou mais atenção que o balanço da Vale e ofuscou até a química do encontro entre Trump e Lula, marcada para domingo na Malásia. E olha que o Trump, bom, dizem que entende de bioestimuladores de colágeno - mas isso é do campo especulativo, muito maldoso. Voltemos à novidade da ELET6 e ELET3. O pessoal até esqueceu dos dividendos, de olho - puxado para corrigir imperfeições - nos proventos da harmonização da companhia. Tá na cara que isso ia dar o que falar. Mas quem disse que a gente tem só isso no menu? Nosso cardápio cirúrgico engloba Vale e furos de reportagem. Ficou bom, viu? |
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Vale (VALE3): prévia acima do esperado deixa dividendos extraordinários mais próximos, mas 3 fatores ainda pesam na decisão |
Não teve lipoaspiração desse assunto, notícia boa, esteticamente atraente. Dizem os analistas: os números são positivos e aproximam a mineradora de dividendos extras, mas três fatores ainda precisam ser superados. Isso mesmo, pode ter grana extra. Aí sim. A gente se encontra aqui abaixo pra explicar melhor. |
Distribuidora de Valores Vórtx acusa empresário Nelson Tanure de esvaziar caixa da Emae depois da privatização |
Caso sério. É uma apuração exclusiva nossa. A instituição financeira vê possibilidade do caixa da Emae estar zerado após cerca de 1 ano sob controle de Tanure. A concessionária nega. Procurados, Tanure, XP e Vórtx não comentaram. Achamos que você precisa saber de tudo isso. |
Por que até os ricos evitam falar de dinheiro – e o que isso revela sobre a educação financeira no Brasil |
Ah, meus bitcoins e… Desprovido que estou disso e outros assuntos de encher o bolso, como loterias, fiquei curioso. Pesquisa anunciada exclusivamente em evento do Itaú Unibanco no Masp mostra a preocupação do brasileiro com o dinheiro e a importância da educação financeira. Só pensamos nisso, vida dura. Manda, E-Investidor! |
China, EUA e o divórcio mais caro da história |
EUA e China não andam se bicando e não há espaço nem pra DRs. Efeitos dessa separação, depois das novas regras chinesas sobre terras raras, vão aparecer nos preços, no poder e na estrutura da economia global. Vai sobrar pra quem, adivinha, e olha que esse rolo tá bem longe do fim, sem paz, sem amor. |
Eletrobras (ELET6) muda de nome e ticker e terá nova identidade na B3 e na NYSE |
O assunto encorpado do dia. O novo nome vem do grego e significa "Valor", mas também remete à ideia de "eixo" ou àquilo que gera movimento. Ah, bom. A gente conhece o “antes” e agora vem esse “depois”, ainda em acompanhamento do mercado. Avalia-se se isso é um tapa na cara dos fãs da Eletrobras. Mas sem sucções nos dividendos, por favor. |




















