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Um levantamento do think tank Brookings Institution aponta que cargos de escritório e suporte corporativo, como assistentes executivas, recepcionistas e tradutoras, estão entre os mais expostos à automação promovida pela IA. O estudo estima que cerca de 6 milhões de trabalhadores nos Estados Unidos ocupam funções vulneráveis à substituição tecnológica, e mais de 85% deles são mulheres. |
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Na China, uma empresa de tecnologia da cidade de Hangzhou que substituiu um trabalhador pela inteligência artificial foi condenada a pagar a ele uma indenização de 260 mil yuans (aproximadamente R$ 189 mil). A mídia estatal chinesa saudou a decisão como uma "mensagem tranquilizadora para os esforços de proteção dos direitos trabalhistas na era da automação". |
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O avanço acelerado da infraestrutura digital no Brasil, impulsionado pela computação em nuvem, pela inteligência artificial e pela corrida global por capacidade computacional, está criando um novo gargalo no país: a falta de profissionais especializados para operar data centers . Nesse contexto, uma coalizão internacional — formada por Equinix Foundation, ODATA, Cisco, Vertiv e a ONG global Generation — foi lançada no país para formar mão de obra para atender à crescente demanda. |
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Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, 58,38% da população com emprego formal no Brasil têm contrato de trabalho que prevê entre 41 e 44 horas por semana. São 35 milhões de pessoas nessa situação, de um total de 59,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no país. Isso significa que, caso o fim da escala 6x1 seja aprovado, quase 60% dos trabalhadores formais poderão ter suas escalas reduzidas. |
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Uma transmissão ao vivo da startup americana Figure chamou atenção nas redes sociais ao mostrar um robô humanoide trabalhando em frente a uma esteira, identificando e separando caixas. Na publicação feita no X, a empresa escreveu: “Assista a uma equipe de robôs humanoides executando um turno completo de 8 horas em níveis de performance humana. Tudo isso funcionando de forma totalmente autônoma com o Helix-02” — nome do modelo de inteligência artificial da empresa. |
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Em 2025, os pagamentos por aproximação superaram pela primeira vez aqueles feitos com inserção física do cartão nas operações de crédito. O recurso utiliza uma tecnologia que surgiu no início dos anos 2000: o Near Field Communication (NFC). À época, gigantes como Nokia, Sony e Philips apostaram na tecnologia e, mais de 20 anos depois, ela se tornou a base para um dos formatos mais populares para realizar compras. |
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Diversas empresas do sistema financeiro estão se mobilizando para fazer com que usar a palma da mão para fazer compras se torne uma realidade. A Treeal, do ramo de meios de pagamento, e a Teros, que trabalha com open finance, já investem na biometria da mão como validadora na jornada de compra. Positivo, Ingenico e Cielo já estão em fase de testes — e até de lançamento — de maquininhas com suporte para o recurso. |
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A presidente da ABcripto, Júlia Rosin, defendeu que o mercado de criptoativos passe a integrar de forma mais clara o debate eleitoral de 2026, com foco em regulação, segurança jurídica e espaço para inovação. Ela afirmou que a associação prepara um manifesto com propostas para o Congresso e a Presidência da República sobre o que considera necessário para os próximos quatro anos. |
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Em painel na São Paulo Innovation Week, executivas de empresas como Nubank, Visa e Santander discutiram sobre o “Futuro do Dinheiro”. Para as especialistas, o avanço dos criptoativos no sistema financeiro brasileiro deve passar menos pela substituição de meios de pagamento já consolidados, como o Pix, e mais pela integração com bancos, cartões, remessas internacionais, crédito e produtos financeiros programáveis. |
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Enquanto o Nubank afirmou em seu relatório de resultados do 1º trimestre que alcançou “50% de ganho de produtividade de engenharia” com IA e “ciclos de testes 90% mais rápidos", o BTG Pactual anunciou ter criado uma ferramenta de gestão financeira combinando IA, Open Finance e integração ao Whatsapp. |









