21 maio, 2026

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Aquarius (2016)





Estrelas & História



No dia 21 de maio de 1984, a Rede Globo levava ao ar o primeiro de 35 capítulos da minissérie "Meu Destino é Pecar".
"Meu Destino é Pecar", foi um romance escrito por Nelson Rodrigues em 1944, que a Rede Globo levou ao ar 40 anos depois em formato de minissérie.
Escrita por Euclydes Marinho, a história é narrada pelo ator Armando Bógus, que revela a intimidade de cada integrante da trama. O recurso foi criado por Euclydes Marinho para inserir na minissérie os comentários feitos por Nelson Rodrigues.
Helena (Lucélia Santos), chamada por todos de Leninha, é recém-casada com Paulo (Tarcísio Meira) e parte para a fazenda do marido no interior do Rio de Janeiro. Ao longo da viagem, ela demonstra toda sua insatisfação por estar casada com um homem que não ama. Na fazenda, a viúva Consuelo (Nathalia Timberg) prepara-se para receber o filho e a nora, que ainda não conhece, ao lado da fiel empregada Nana (Cléa Simões). Leninha foi obrigada pelo pai, Dílson (Ivan Cândido), e pela madrasta, Clara (Nicette Bruno), a se casar com Paulo. Os dois fizeram um acordo financeiro com o jovem e rico rapaz, contra a vontade de Leninha. Ela, por sua vez, se recusa a dormir com o marido, de quem sente asco. O drama de Leninha se complica ainda mais quando conhece Maurício (Marcos Paulo), seu cunhado. A jovem se apaixona perdidamente por ele e passa a viver um grande conflito interior: as regras sociais e morais lhe impõem um comportamento de boa esposa, fiel e companheira, mas seus desejos falam mais alto, levando-a a pecar.
Interpretações corretas e direção perfeita de Ademar Guerra e Denise Saraceni. Lucélia Santos sempre ótima ao interpretar Nelson Rodrigues. O próprio Nelson achava Lucélia a atriz perfeita para suas personagens ousadas. Além desta minissérie, a atriz esteve em três filmes baseados na obra do escritor: "Engraçadinha", de Haroldo Marinho Barbosa, "Bonitinha Mas Ordinária" e "Álbum de Família", ambos de Braz Chediak.
Também estavam no elenco: Maria Zilda Bethlem, Esther Góes, Osmar Prado, Dionísio Azevedo, Deborah Evelyn, Ivan Setta, Nelson Dantas, Francisco Milani, Antonio Pitanga, Lícia Magna, Carmem Monegal, entre outros.

No dia 21 de maio de 2001, estreava pelo SBT, a terceira versão da novela "O Direito de Nascer". A primeira versão, lançada pela Rede Tupi entre 1964 e 1965, foi um marco da teledramaturgia nacional. A segunda versão, também da Rede Tupi, entre 1978 e 1979, e a terceira pela emissora de Sílvio Santos, escrita por Aziz Bajur, com colaboração de Jayme Camargo e Alcione Carvalho, supervisão de texto de Crayton Sarzy e dirigida por Roberto Talma e José Paulo Vallone, foi elaborada em parceria com a empresa televisiva JPO Produções.
A trama, escrita originalmente pelo cubano Félix Caignet, se passa em Cuba, entre os anos de 1899 e 1945, e conta a história de amor entre Maria Helena de Juncal (Guilhermina Guinle) e Alfredo Martins (Fernando Eiras). O casal enfrenta milhões de dificuldades e, por causa de suas famílias, acabam separados. A única pessoa a apoiar o romance é Mamãe Dolores (Dhu Moraes), a empregada da família de Maria Helena. O romance às escondidas termina em uma gravidez indesejada. Alfredo a decepciona sugerindo que faça um aborto, mas Maria Helena decide enfrentar a família para ter o filho. Sem revelar o nome de seu amante, Maria Helena acaba amaldiçoada pelo próprio pai, que tenta obrigá-la a se casar com Alfredo. Como ela não quer mais saber do namorado, o pai a manda para uma fazenda longe de todos, acompanhada por Dolores. Quando a criança nasce, a empregada salva o garotinho de ser morto a mando do próprio avô e foge com a criança, que passa a ser chamada de Albertinho (Jorge Pontual). Desiludida com sua vida, Maria Helena acaba se tornando freira, mas sem nunca esquecer de seu filho, que adota Dolores como sua mãe de criação.
Também na trama, nomes como: Elaine Cristina, Luiz Guilherme, João Vitti, Angelina Muniz, Cynthia Benini, Márcia Maria, Esther Góes, Maria Estela, Maria Cecília Costa, Dênis Derkian, Vera Zimmermann, Sônia Lima, Antonio Petrin, Fernando Alves Pinto, Imara Reis, Miguel Magno, Renato Borghi, Márcia Real, Geórgia Gomide, Nilton Bicudo, Tânia Bondezan, Jorge Pontual, entre outros.
Curiosidade: antes de chegar a TV, a trama foi um grande sucesso também em formato de radionovela na década de 1950. Na Rádio Tupi, em São Paulo, o herói Albertinho Limonta era interpretado por Walter Forster e, na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro, por Paulo Gracindo, já artistas consagrado


O autor Jorge Andrade ficou conhecido por seus textos densos e que procuravam retratar todas as nuances do ser humano. Apesar de parecerem textos difíceis de serem transformados em novelas, o autor tinha uma facilidade muito grande em escrever para a TV obras que agradavam a todos pelo suspense, pelo mistério e pelas perfeitas análises que ele fazia do comportamento humano.
Uma das últimas produções da TV Tupi, a novela “Gaivotas” é até hoje considerada como um dos melhores textos de Jorge Andrade para a TV. Estreou em 21 de maio de 1979, no horário das 21 horas, e ficou quase seis meses no ar com uma perfeita e sincronizada direção de Antônio Abujamra, Henrique Martins e Edson Braga.
A ideia central do autor foi se basear nos encontros que acontecem entre ex-alunos, alguns anos depois de formados. Em “Gaivotas”, um deles se torna milionário e resolve reunir os antigos companheiros do colégio, depois de 30 anos, para esclarecer a morte de uma professora pela qual ele chegou a ser acusado por todos.
Para o sucesso da novela, além do ótimo texto que unia amor, ódio, vingança e suspense e da perfeita sintonia da direção, pudemos assistir a um trabalho de peso por parte do elenco com notáveis e premiadas interpretações, principalmente de Rubens de Falco, Cleyde Yáconis, Márcia Real e Laura Cardoso.
No grande elenco, que reuniu o que de melhor a TV Tupi tinha naquela época, brilharam também: Yoná Magalhães, Altair Lima, Paulo Goulart , Isabel Ribeiro, Geórgia Gomide, John Herbert , Gésio Amadeu, Abrahão Farc, Wilson Fragoso, Elizabeth Gasper, Sonia Oiticica, Serafim Gonzales, Francisco Milani, Teresa Campos, Rogério Márcico, Selma Egrei, Paulo Castelli, Paulo Hesse, Cláudia Alencar, Haroldo Botta, Cristina Mullins, Edson Celulari, Antonio Leite, Deborah Seabra, Cuberos Neto, Leda Senise e Janete Pires




Gracindo Júnior, um dos grandes nomes da dramaturgia, está completando 83 anos de vida. O ator e diretor nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de maio de 1943, com o nome de batismo Epaminondas Xavier Gracindo.
Participou da inauguração da Globo em 1965 e fez a segunda novela do canal: Rosinha do Sobrado. Teve papéis marcantes em várias novelas da emissora, assim, como foram marcantes suas participações em produções das Redes Manchete e Record. Gracindo também esteve em 2017 na novela portuguesa Ouro Verde.
O artista hoje mora em sua pousada, Casa da Colina, em Visconde de Mauá (RJ), que define como um “paraíso particular”. Ele e a esposa, Daisy Poli, levam uma vida pacata no lugar, que é um refúgio natural, cercado por montanhas. Além de administrar o negócio, Gracindo passa seus dias tocando violão e estudando projetos


Tributo em memória do ator Sebastião Vasconcelos, que estaria completando 99 anos.
Pouco se fala, mas Sebastião Vasconcelos, que nasceu no dia 21 de maio de 1927, na cidade paraibana de Pocinhos, foi um dos maiores atores do nosso país.
Aqui, como Zé Esteves, da icônica novela "Tieta", exibida originalmente pela TV Globo entre 1989 e 1990. Sebastião brilhou no papel. A sequência de cenas que resultou em sua morte, havia tanta entrega e emoção, que não podemos apagar da nossa memória a grandiosidade de seu talento. Infelizmente, tamanho talento não impediu que o ator fosse desligado em 2006 da TV Globo, onde prestou serviços por 40 anos. O ator ainda chegou a ser contratado pela Record, onde ainda fez dois trabalhos, mas já com a saúde fragilizada pelo mal de Parkinson, privado de atuar, sua paixão maior, entrou em profunda depressão, vindo a falecer em 15 de julho de 2013.



Tributo em memória do ator Luiz Maçãs, que nesta quinta, 21, estaria completando 63 anos.
Luiz Maçãs, nascido na cidade do Rio de Janeiro, no dia 21 de maio de 1963, iniciou sua carreira artística no teatro no começo da década de 1980, demonstrando versatilidade desde cedo.
Aos 23 anos, em 1986, o cinema abriu suas portas quando ele integrou o elenco jovem de A Cor do Seu Destino.
Em 1987, a televisão o recebeu na extinta Rede Manchete, onde interpretou Beraldo na novela Helena.
No ano seguinte, o ator ingressou na Globo, conquistando papéis de destaque em produções como Fera Radical, O Salvador da Pátria, Desejo e entre outras, Riacho Doce.
O seu maior sucesso, no entanto, chegou com o retorno à Manchete em 1990, quando Luiz Maçãs imortalizou o romântico poeta Armando Rosas em A História de Ana Raio e Zé Trovão.
Luiz Maçãs faleceu no dia 27 de julho de 1996, com apenas 33 anos. A causa da morte não foi esclarecida pela família. Sabe-se apenas que o ator estava fazendo um regime para perder peso e sofria de depressão.

Memorial da TV, Cinema, Teatro e das Artes em Geral.


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