Meninas negras são 56% das vítimas de violência sexual de 0 a 17 anos, diz estudo
[Alma Preta] Um levantamento do Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV), do Senado Federal, indica que meninas e adolescentes negras de 0 a 17 anos são a maioria das vítimas de violência sexual nesta faixa etária, representando 56,47% dos casos registrados entre 2011 e 2024. Os dados integram o Mapa Nacional da Violência de Gênero, uma parceria com o Instituto Natura e a associação Gênero e Número. O estudo evidencia que, ao longo do período histórico da pesquisa, mais de 308 mil meninas de até 17 anos foram vítimas deste tipo de violência, com uma média de 64 ocorrências por dia. Os dados são do Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, somente em 2024 foram registrados 45.435 casos, dos quais 52,3% foram cometidos contra meninas negras. Foto: Freepik. Mais » |
74% das mulheres se sentem inseguras nas cidades no Brasil, aponta estudo [Marie Claire] A sensação de insegurança é predominante no Brasil, mas as mulheres apresentam níveis mais altos de preocupação: 74% delas se sentem inseguras nas cidades, segundo um estudo realizado pela Oma Pesquisa, a pedido do Instituto Sou da Paz. Além disso, 83% dos entrevistados identificam a violência contra a mulher como uma realidade presente em suas cidades, enquanto 73% apontam a violência sexual. O levantamento também apontou que 63% das mulheres já mudaram a rotina por medo da violência, enquanto entre os homens esse índice é de 51%. De forma geral, elas demonstram maior propensão a alterar hábitos – especialmente horários e circulação pela cidade – incorporando ao medo não apenas a violência criminal, mas também violências cotidianas, como o assédio. Mais » |
| [Folha de S. Paulo] Um estudo da Vital Strategies Brasil e da UFJF revelou que os registros oficiais do SUS mostram apenas uma pequena parte dos casos de dores menstruais e pélvicas incapacitantes entre meninas e mulheres. A pesquisa analisou dados de mais de 469 mil pacientes atendidas na rede municipal de saúde do Recife entre 2016 e 2025 e identificou, com apoio de inteligência artificial, um número 21 vezes maior de queixas do que o registrado pelos códigos oficiais de doenças. Enquanto a CID-10 apontava apenas 1.906 casos (0,5% da amostra), a análise semântica dos prontuários encontrou mais de 41 mil registros, cerca de 9% das pacientes. O estudo também apontou falhas nos registros clínicos: em menos de 5% dos casos havia informações sobre intensidade, frequência ou duração da dor. Mais » |
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Estudo mostra que Brasil não oferece acolhimento especializado nem proteção a milhares de meninas‑mães, por Claudia Cheron König, Kamila Capozzi de Abreu e Marina Minarelli
‘Feminina sim, feminista não’: a estratégia da extrema‑direita para tentar ganhar o voto feminino, por Tathiana Chicarino e Priscila Silvério
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Instituto Maria da Penha e UNILAB promovem curso gratuito sobre direitos humanos nas escolas
Estão abertas as inscrições para o “Curso Maria da Penha: educação em direitos humanos nas escolas”, promovido pela UNILAB em parceria com o Instituto Maria da Penha e voltado a professoras e professores da rede pública de todo o país. A formação é gratuita, realizada na modalidade EaD e possui carga horária de 180 horas. O objetivo é fortalecer educadoras e educadores como agentes de promoção da cultura de paz, da igualdade de gênero e da prevenção às violências no ambiente escolar. Ao todo, serão ofertadas 270 vagas distribuídas entre todos os estados brasileiros, e as inscrições podem ser realizadas até o dia 13 de junho de 2026. Garanta sua participação! Mais »
Violência contra as Mulheres em Dados 89% da população brasileira reconhece que um homem fazer sexo com uma mulher que está inconsciente é estupro A pesquisa de opinião Percepções sobre direitos de meninas e mulheres grávidas pós-estupro, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, mapeou as percepções, experiências e conhecimentos da população brasileira sobre a prática do estupro, com foco no direito de meninas e mulheres ao aborto legal e seguro. Pesquisa quantitativa digital com questionário de autopreenchimento e com amostra não ponderada de 1.200 entrevistas com homens e mulheres de 16 anos ou mais de todas as regiões do país. Período de campo: de 11 a 25 de julho de 2025. Margem de erro: 2,8 p.p. As perguntas cujas somas dos percentuais não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de respostas múltiplas. Mais » |
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