 • Ibovespa: +1,60% (185.424,28 pts.) • S&P 500: +0,54% (6.591,9 pts.) • Nasdaq: +0,77% (21.929,83 pts.) • Dow Jones: +0,66% (46.429,49 pts.) • Dólar: -0,65% (R$ 5,22) • Euro: -0,84% (R$ 6,036) • Petróleo Brent (junho): -2,96% (US$ 97,26) • Ouro (abril): +3,41% (US$ 4.552,3)
Contexto: O Ibovespa fechou esta quarta-feira (25) em alta superior a 1%, ultrapassando os 185 mil pontos, em sintonia com o clima mais positivo no exterior. O movimento foi impulsionado por declarações de Donald Trump indicando avanços nas negociações entre os Estados Unidos e o Irã.
Esse cenário elevou as expectativas de uma possível desescalada no conflito no Oriente Médio, o que também pressionou os preços do petróleo, que recuaram mais de 2% no dia. A queda ocorreu mesmo diante da continuidade de ataques aéreos entre Israel e Irã, refletindo a reação dos investidores à proposta americana para encerrar a guerra.
Em Wall Street, os principais índices acionários também avançaram, acompanhando o alívio nos preços da energia e a perspectiva de redução das pressões inflacionárias. A possibilidade de um acordo contribuiu para melhorar o apetite por risco global, após semanas de tensão que vinham afetando os fluxos de energia e a economia internacional.
No Brasil, o dólar encerrou o dia em queda, refletindo esse ambiente externo mais favorável. Apesar de sinais mistos da moeda americana no exterior, prevaleceu no mercado local a expectativa de avanço nas negociações diplomáticas, o que reduziu a busca por proteção cambial. |
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 Após MP do IOF, projeto isenta títulos de investimentos do imposto

O deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) protocolou nesta quarta-feira (25) um projeto de lei que isenta instrumentos financeiros da cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
A proposta vem como resposta ao governo, que em 2025 editou um decreto para elevar o tributo em diversas operações para ajudar a fechar as contas públicas.
O texto determina que a isenção se estende às operações necessárias à emissão, distribuição e colocação dos títulos e valores mobiliários nele referidos, inclusive as praticadas no mercado primário e secundário.
No projeto, Arnaldo Jardim justifica que o IOF tem sido utilizado reiteradamente como “mecanismo de ajuste fiscal de curtíssimo prazo”. Na avaliação do parlamentar, tal prática produz instabilidade normativa, eleva o custo do capital e afeta diretamente a previsibilidade necessária ao investimento produtivo.
Em maio de 2025, a equipe econômica editou um decreto para elevar o IOF em diversas operações com objetivo arrecadatório. As mudanças chegaram a unificar alíquotas em até 3,5% em operações de câmbio, além de ampliar a incidência do imposto sobre diferentes modalidades. |
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Rita Mundim: Cessar-fogo anima mercado, mas defasagem traz riscos

Rita Mundim, comentarista do CNN Money, destaca a reação dos mercados globais à mudança de postura dos Estados Unidos sobre a guerra com o Irã e os impactos da defasagem de combustíveis para o Brasil.
🔗 Confira a análise completa |
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Quinta-feira (26/3)
Brasil 8h - BCB divulga o Relatório de Política Monetária (março) 8h - FGV divulga o INCC-M (março) 8h - FGV divulga a Sondagem da Construção (março) 9h - IBGE divulga o IPCA-15 (março) 11h - BCB divulga a Entrevista de P. Pichetti e G. Galípolo sobre Relatório de Política monetária (março)
Estados Unidos 9h30 - DoL divulga os Pedidos de auxílio desemprego (março) 12h - Fed divulga a Sondagem Industrial - Kansas City (março) |
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