07 janeiro, 2026

Negócio Fechado e 5 Fatos da CNN

 

  • Ibovespa: -1,03% (161.975 pts.)
  • S&P 500: -0,34% (6.920,93 pts.)
  • Nasdaq: +0,16% (23.584,27 pts.)
  • Dow Jones: -0,94% (48.996,08 pts.)
  • Dólar: -0,09% (R$ 5,3869)
  • Euro: -0,05% (R$ 6,293)
  • Petróleo Brent (março): -1,22% (US$ 59,96)
  • Bitcoin: -2,11% (US$ 92.309,91)
  • Ouro (fevereiro): -0,75% (US$ 4.462,50)

Contexto: O Ibovespa encerrou o dia em queda nesta quarta-feira (7), pressionado principalmente pelo recuo das ações dos bancos, em meio a um ambiente de maior aversão ao risco. O pregão foi marcado por um movimento de correção, com a realização de lucros após a alta dos últimos dias.

Já o dólar fechou o dia próximo da estabilidade no Brasil, em mais um dia de pouca oscilação e liquidez reduzida, enquanto no exterior a moeda norte-americana sustentou ganhos ante boa parte das divisas de países emergentes.

Em Wall Street, os índices americanos encerraram em queda, com o S&P 500 pressionado por quedas no JPMorgan, Blackstone e outras ações financeiras, enquanto a Nvidia e a Alphabet impulsionaram o índice de tecnologia Nasdaq, à medida que investidores se voltaram para papéis relacionados à inteligência artificial (IA).

Os contratos futuros de petróleo fecharam novamente em queda, refletindo comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre entrega de óleo da Venezuela, bem como desdobramentos para um acordo de paz no Leste Europeu. O ouro e a prata também caíram na sessão desta quarta-feira, corrigindo fortes ganhos recentes e na sequência de dados divergentes de emprego, serviços e indústria dos EUA, conforme o mercado pondera o possível rumo da política monetária do Federal Reserve.

Avaliar reversão da liquidação do Master cabe ao STF, não ao TCU, diz Vital



O presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Vital do Rêgo, afirmou à CNN Brasil que a avaliação sobre a possibilidade de reversão da liquidação extrajudicial do Banco Master não cabe à Corte, mas sim ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Apesar desta avaliação, o presidente disse que o TCU levantará informações em sua apuração que vão auxiliar o Supremo em seu juízo sobre o caso Master.

"O dever do TCU é levantar dados sobre se a liquidação foi feita dentro da legalidade. Quanto a isso, não resta dúvida, e o Banco Central também entende isso".


Vital do Rêgo evita cravar um prazo para que a diligência sobre a atuação do BC seja finalizada no TCU, mas afirmou que o processo deve correr "muito rápido".

O setor financeiro e outros segmentos da economia brasileira temem que a apuração do TCU sobre a atuação do BC no caso Master resulte na reversão da liquidação extrajudicial.
🏛️ Ala do TCU pressiona por sessão no recesso para decidir caso Master
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⛽ PDVSA diz que negociações de petróleo venezuelano com EUA estão progredindo
💼  Vagas de emprego em aberto nos EUA caem 303 mil em novembro
Análise: Governo Trump exige que Delcy Rodríguez rompa com China e Rússia



O analista sênior de Internacional da CNN Brasil, Américo Martins, explicou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, o rompimento de relações com países adversários, como Rússia e China, para tentar retirar a influência dos países na América Latina.

🔗 Confira a análise completa aqui



Quinta-feira (8/1)


Brasil
8h00 - FGV 
divulga o IGP-DI mensal (dezembro)
8h00 - FGV 
divulga o IGP-DI anual (2025)
8h00 - FGV 
divulga o IPC-S mensal (janeiro)
9h00 - IBGE 
divulga o PIM: Produção Industrial mensal (novembro)
9h00 - IBGE 
divulga o PIM: Produção Industrial anual (2025)
11h30 - Tesouro 
divulga o Leilão de NTN-F e LTN    

Estados Unidos
10h30 - BLS 
divulga a prévia da Produtividade do Trabalho (setembro)
10h30 - BLS 
divulga a prévia do Custo Unitário do Trabalho (setembro)
10h30 - DoL 
divulga os Pedidos de auxílio desemprego (janeiro)
10h30 - C. Bureau 
divulga a Balança Comercial (outubro)
17h00 - Fed 
divulga o Crédito ao Consumidor (novembro)

China
22h30 - NBS 
divulga o CPI anual (2025)
22h30 - NBS 
divulga o PPI anual (2025)

Quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, tem intensificado suas ameaças a diversos países após a recente operação militar na Venezuela; no país sul-americano, a população busca retornar à normalidade após a captura do ditador Nicolás Maduro, enquanto as autoridades reprimem qualquer manifestação de apoio à sua deposição; em Brasília, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro classificou como violação de direitos a decisão de Alexandre de Moraes de negar a transferência ao hospital para realização de exames após uma queda; no caso Master, o ministro do TCU, Jhonatan de Jesus deverá se manifestar, nos próximos dias, sobre o recurso apresentado pelo BC; de volta à capital, Davi Alcolumbre e Hugo Motta, não irão à solenidade em alusão ao 8 de janeiro nesta quinta-feira.

Groenlândia


Donald Trump tem intensificado suas ameaças a diversos países após a recente operação militar na Venezuela. O presidente americano ampliou o tom agressivo contra nações vizinhas e reforçou seu interesse estratégico na Groenlândia, território dinamarquês rico em recursos naturais. Trump já havia manifestado interesse em adquirir o território autônomo da Dinamarca desde seu primeiro mandato. O interesse americano se deve à posição estratégica da ilha e à sua riqueza em minerais e recursos naturais, incluindo gás natural. A premier dinamarquesa e autoridades da Groenlândia rejeitaram as insinuações de Trump, mas alertaram que suas ameaças devem ser levadas a sério.

Venezuela


Os venezuelanos buscam retornar à normalidade após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos EUA, enquanto as autoridades do país reprimem qualquer manifestação de apoio à sua deposição. Na segunda-feira (5), com a posse de Delcy Rodríguez como presidente interina da Venezuela, grupos de direitos humanos alertaram para o aumento da repressão. Postos de controle foram instalados em todo o país, e foram relatados aumentos de preços e crescente fome entre a população. No mesmo dia, foi emitido um decreto concedendo amplos poderes à presidência e ordenando às forças de segurança que prendessem “qualquer pessoa envolvida na promoção ou apoio” ao ataque dos EUA no fim de semana. 

Jair Bolsonaro


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) classificou, nesta terça-feira (6), como violação de direitos a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes de negar a transferência do ex-mandatário ao hospital para a realização de exames após uma queda que teria causado um traumatismo craniano leve. O advogado Paulo Cunha Bueno afirmou que a defesa adotará medidas legais cabíveis diante da negativa do ministro. Segundo o advogado, a decisão não se justifica, já que um trauma craniano “demanda investigação laboratorial, não sendo prudente limitar-se à investigação clínica nas dependências da Polícia Federal”. Segundo o cardiologista Bruno Caiado, Bolsonaro apresenta sinais de apatia, tontura e queda na pálpebra esquerda.

Caso Master


O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Jhonatan de Jesus deverá se manifestar, já nos próximos dias, sobre o recurso apresentado pelo Banco Central. Ontem, a autoridade monetária enviou embargos de declaração à Corte, questionando decisão monocrática do ministro que autorizou uma inspeção sobre a liquidação do Banco Master. Nos embargos, o BC afirma que o regimento interno do tribunal estabelece que ordens para a realização de inspeções devem ser dadas de maneira colegiada por meio das câmaras do tribunal de contas, o que não aconteceu durante a autorização da inspeção no banco. Dentro do Tribunal de Contas, segundo fontes, a expectativa é que a resposta do relator aos questionamentos seja mais protocolar.

8 de janeiro


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, não irão à solenidade em alusão ao 8 de janeiro no Palácio do Planalto nesta quinta-feira. O evento é organizado pela Presidência da República e terá a participação de ministros do governo e de movimentos sociais. O presidente Lula (PT) promove, desde 2024, a solenidade com autoridades para relembrar os atos de 8 de janeiro de 2023 e reforçar a necessidade de defesa da democracia. O ato tem sido marcado pela ausência dos presidentes do Congresso e da Câmara ao longo dos últimos anos e pelo esvaziamento da solenidade em si com uma menor participação de autoridades de proeminência nacional.
Veja sobre o que as pessoas estão falando.
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