Atenção para não se confundir: hoje é terça mesmo, 27 de janeiro, e o Ibovespa renovou máximas, tudo o que tem de direito. É o quinto recorde desde terça passada, para você não se perder no meio dessa numeralha do calendário. O pregão teve como impulso, avisam os analistas, o “IPCA-15 benigno” - sem gravidade, tranquilo. “O número praticamente fez cócegas”, diz um interlocutor da Faria Lima, rindo à toa. Como o indicador veio abaixo da mediana, reforçou a leitura de inflação mais fraca, fazendo investidores abrir um sorrisão. Porque reacendeu o debate sobre o início do ciclo de cortes da Selic - não amanhã, mas em março, o que tá bom demais depois de uns sete meses de juros no maligno patamar de 15%. Com esse cenário animador, a Bolsa faz troça do pregão carrancudo dos índices em Nova York, numa terça “sem direção única, com tensões geopolíticas no radar”. Mas não estamos para brincadeiras, imagina, com as histórias e desdobramentos do Banco Master - soltamos uma matéria hoje sobre uma ação judicial que questiona o papel de bancos e corretoras na venda dos CDBs da instituição agora liquidada. Caso sério, eu hein! |
Tava sabendo? Ação civil pública condena o uso do FGC como argumento comercial e pede responsabilização das corretoras. Bancos e corretoras respondem, numa história (a do Master) de arrepiar.
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Conte-me tudo. Sim senhor, sim senhora: o E-Investidor apurou que a XP e BTG Pactual venderam mais de R$ 32,7 bilhões em CDBs do Master. Sem comentários matreiros, por favor. Quem disse que alguém tava pensando nisso, oras?
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Me dá uma luz. Ações da holding custam um terço da Vale, mas existe uma armadilha por trás desse número? Fomos atrás dos mestres da Faria Lima, que desvendaram essa questão intrigante - e agora sim podemos dormir tranquilos, ufa, essa olheira tava funda demais, cruz credo.
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Verde não vê um quadro de cores vivas depois das eleições, mas… Fluxo de capital estrangeiro na B3 já soma 17,7 bilhões, impulsionando o Ibovespa a novos recordes. CEO da Verde Asset discorda da avaliação de risco, mas mantém posições "pró Brasil" na carteira do fundo. Hora de sorriso meio amarelo?
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Em um ano de proventos magros na B3, a companhia mantém a promessa de pagar R$ 0,30 por mês e até 12% ao ano. Vai vingar? Katherine Rivas, mentora e sábia dos dividendos, não deixa você com pulga atrás da orelha - nem carteiras moscando com as melhores decisões.
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