Que satisfação virar o ano com as pendências encerradas, abrindo espaço para os novos desafios no ciclo prestes a começar. Mesmo que em 2026 surjam problemas – e hão de aparecer, claro – , eles estão frescos, vívidos e por isso mesmo acabam estimulando a criatividade e a atitude de todos nós.
Há um "quê" de inspiração no ar. Porém, não é o que vai acontecer com os investidores de CDBs do Banco Master.
Quanto tudo parecia encaminhado, volta à tona a preocupação com a incerteza do ressarcimento, até então assumida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Aos 45 minutos do segundo tempo, "com o Supremo, com tudo", entrou na jogada o fator político e agora, o investidor antes encantado com a barbada dos 140% (ou mais) do CDI vai ter que entrar no novo ano carregando as preocupações de 2025.
Feliz ano-velho!