01 agosto, 2025

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Moraes diz que irá ignorar sanções dos EUA e não vai se submeter a ameaças


Discurso foi feito durante a cerimônia de abertura do semestre judiciário, após o recesso de julho

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, afirmou, nesta sexta-feira (1º), que uma organização criminosa age de forma “covarde e traiçoeira para submeter STF ao crivo de um Estado estrangeiro”. Alvo de sanções dos Estados Unidos, Moraes agradeceu às palavras dos ministros da Corte em defesa a ele e disse que a Corte não irá se 


“envergar a ameaças covardes e infrutíferas”.


Moraes afirmou que pretende “ignorar as sanções aplicadas”. “Este relator vai ignorar as sanções aplicadas e vai continuar trabalhando, sempre de forma colegiada”, disse o ministro. “Esta Corte vem, e continuará realizando sua missão Constitucional, em especial, neste segundo semestre, realizará os julgamentos e as conclusões dos quatro núcleos das importantes ações penais relacionadas à tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro” (...)


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Salário Mínimo: entenda o contexto histórico, os avanços pós-plano real e os desafios na luta pela igualdade


O valor fixado em R$ 100 em 1995 marcou o início da estabilidade econômica com o Plano Real, mas revelou os desafios de enfrentar a desigualdade no país.

Economia solidária estimula o crescimento e a criação de bancos comunitários


Curso visa capacitar alunos com ferramentas e tecnologias necessárias para constituir e operacionalizar entidades financeiras comprometidas com a sociedade

CURIOSIDADE

Você se lembra do Cruzeiro Real?


Em 1º de agosto de 1993, o Brasil adotava o cruzeiro real (CR$). A moeda nasceu como uma solução emergencial para conter a hiperinflação e preparar a chegada do Plano Real. Durou menos de um ano, mas marcou uma transição importante na nossa história econômica.


Na época, os preços eram contados em milhares, os salários em milhões. O cruzeiro real veio para simplificar as contas: 1 CR$ valia mil cruzeiros. Mesmo assim, foi rapidamente substituído pelo real em julho de 1994.


Por que isso importa hoje?


Porque moeda é símbolo de soberania. E o tema voltou ao centro do debate depois que Donald Trump sugeriu que o Brasil “se alinhe” aos interesses econômicos dos EUA. O recado é claro: defender nossa autonomia passa por entender o valor das escolhas que fazemos — inclusive no bolso.

COLUNA ICL


Seu rosto virou chave e alguém já fez cópia


O Brasil figura entre os 15 países com mais câmeras de reconhecimento facial no mundo


Em São Paulo, condomínios obrigam moradores a cadastrar biometria facial sem explicar onde os dados ficam armazenados ou por quanto tempo. Uma arquiteta que se recusou a fazer o cadastro virou caso de polícia no próprio prédio. O Brasil figura entre os 15 países com mais câmeras de reconhecimento facial no mundo e por aqui tornou-se comum prédios residenciais e comerciais com sistemas que identificam as pessoas pelo rosto.


Quem se recusa a ceder os dados biométricos sensíveis, que são protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados, muitas vezes se vê sem alternativa. O que estes prédios parecem não entender bem é a responsabilidade legal que assumem quando adotam estes sistemas.


Porque o vazamento dos dados é um risco real. Recentemente, 13 mil mulheres tiveram suas selfies e documentos expostos online depois que hackers invadiram o Tea, um aplicativo criado justamente para protegê-las (...)


Leia mais na coluna de Bruno Natal