|
O Pix já foi usado por 95% dos consumidores brasileiros em compras online e responde por 45% das transações no e-commerce, apenas dois pontos percentuais atrás do cartão de crédito, que concentra 47%. Os dados são de uma pesquisa encomendada pela Visa para celebrar os 30 anos do comércio eletrônico no Brasil. O levantamento mostra que o Pix é escolhido principalmente pela rapidez (56%), pela aprovação imediata (52%) e pela praticidade (52%). Além disso, 30% dos entrevistados afirmaram ter deixado de usar boleto bancário para passar a utilizar o Pix nas compras online, indicando substituição entre esses meios. |
|
Os mercados de criptomoedas podem receber um impulso significativo no segundo semestre do ano caso os legisladores dos EUA aprovem o Clarity Act , uma ampla legislação sobre estrutura de mercado, até meados do ano, afirmou o J.P. Morgan. De acordo com o banco, "se aprovada, ela remodelará a estrutura de mercado ao fornecer clareza regulatória, encerrar a 'regulação por meio de medidas de punição', promover a tokenização e facilitar uma maior participação institucional". |
|
A Meta vai acelerar as formas de integrar pagamentos com stablecoins em seus aplicativos. A empresa está realizando testes dentro de sua plataforma atual, utilizando stablecoins já existentes. Em 2022, a Meta desistiu de desenvolver sua própria stablecoin, a Libra , e agora quer focar em “permitir que pessoas e empresas façam pagamentos em nossas plataformas usando seu método preferido", de acordo com o porta-voz da empresa, Andy Stone. |
|
O Banking as a Service (BaaS) caminha para uma etapa decisiva de amadurecimento e consolidação no Brasil. A partir da regulação do Banco Central do Brasil, que passou a vigorar no final de 2025 e estabelece diretrizes mais objetivas para a oferta de serviços de BaaS , o modelo ganhou mais segurança jurídica, transparência e papéis mais bem definidos entre instituições reguladas e empresas parceiras. |



