A folha de pagamento deu uma enguiçada lá fora. Como até os painéis de Wall Street já sabem, os dados de empregos nos EUA mostraram um “mercado ainda aquecido e diminuíram a possibilidade de cortes de juros no curto prazo pelo Fed”. Isso deixou as bolsas de Nova York e muitas da Europa no osso, num travamento desolador. Com aquele frio que faz agora por lá, tamo junto, bolsas do lado de fora. Já na B3 o indicador esquentou, deu aquela animada potente - fluxo estrangeiro, fique à vontade. Num dia de alta da Vale e da Petrobras, isso tudo desenrolou a vida na B3 rumo a um novo recorde do índice no ano, não perca a conta. Diante desses dias despachados, de números desinibidos, o dólar continua caindo - e a gente explica se continua na mesma toada nos próximos meses. E as ações do Itaú, os gestores e a Petrobras? É o que também desenrolamos hoje, “em linha” com o Ibov, pra cima, maior astral... |
Será que o Trump vai chiar? Relatório de emprego reforça resiliência da economia americana, sustenta juros elevados por mais tempo e influencia o câmbio global. Perto de sair do comando do Fed, Jerome Powell, antes em clima de fervura, deve fritar cabeças na Casa Branca com os juros do Fed. Já o real no Brasil aproveita essa deixa, do jeito que dá.
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Descemos a lousa, com carinho. Banco empilha resultados fortes, lidera em lucratividade e mostra por que ainda está anos à frente da concorrência. Aluno nota 10, exemplar, prodígio. |
Quem não está de boa com o Ibov dando esses voos: gestor, conhecido pelo ceticismo, vê assimetrias positivas no cenário global, fluxo estrangeiro sustentado e espaço para ações brasileiras, apesar das eleições. |
Aí, não: bancos avaliam dados operacionais como sólidos, mas queda no preço do petróleo no fim de 2025 deve pesar nos resultados da estatal; balanço será divulgado em 5 de março. Não diga que a gente não avisou, mas será mesmo? Dá pra mudar? Pinte aqui pra entender. |
Thiago de Aragão desvenda o indecifrável: a operação de basis sustenta a liquidez dos Treasuries, mas alavancagem elevada e novas regras podem virar risco sistêmico. Como? O mestre vai tratar isso tudo com a desenvoltura habitual e abrir seus olhos. Pegue a visão.
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Na estreia da série Tax Tools – Tributação Inteligente na Prática, Maria Carolina Gontijo explica quando o investidor se torna contribuinte no novo regime.
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