Bom dia.
No tabuleiro político, o Centrão voltou a se mover: Ciro Nogueira acenou ao governo Lula, Gilberto Kassab flertou com os Republicanos e Flávio Bolsonaro acabou isolado nas articulações. Em meio a esse rearranjo, Fernando Haddad afirmou que a democracia segue frágil porque a classe dominante encara o Estado como propriedade privada, enquanto Lula endureceu o discurso e declarou que a próxima eleição será uma “guerra”, encerrando de vez a era do “Lulinha paz e amor”.
No Brasil, episódios de caos e violência marcaram o noticiário. Em São Paulo, a autorização de dois megablocos no mesmo local provocou confusão durante o Carnaval. Uma mulher morreu e outras quatro pessoas foram internadas após nadarem na piscina de uma academia, e o assassinato de um adolescente espancado por um adulto gerou revolta, com familiares afirmando que se tratou de execução.
No cenário internacional, a esquerda saiu vitoriosa em Portugal, derrotando a extrema direita na disputa pela Presidência da República. O México enviou navios com ajuda humanitária a Cuba, mesmo sob pressão dos Estados Unidos, enquanto no Irã surgiram relatos de mortos que teriam “ressuscitado” após a onda de protestos, levantando suspeitas sobre a repressão e a manipulação de informações.
Na cultura e na história, Bad Bunny usou o Super Bowl para lembrar que a América é maior que os EUA, provocando reação de Donald Trump. Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho voltaram a criticar Jair Bolsonaro em entrevista à CNN nos Estados Unidos. Já na editoria de História, a Fórum relembra quem foi Brilhante Ustra, símbolo da tortura e da repressão durante a ditadura militar brasileira.
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