Quem espera nem sempre alcança. Depois dos números animadores de ontem, o mercado ficou hoje num aflitivo e paralisante “compasso de espera”, antes dos dados do payroll e da inflação dos EUA. No Brasil o IPCA de janeiro ficou perto das projeções, mas não dá pra cravar ainda o ritmo de início dos cortes dos juros em março. E assim o Ibovespa deu uma freada brusca, numa sessão, lembram os analistas, de “ajustes e correção”, no aguardo dos dados americanos. Paciência: é como tomar um chá de cadeira no consultório do médico, com a senha e o cafezinho na mão - mas não o médico cardiologista, porque o pessoal tá tranquilo neste ano, por enquanto. O chá pode ser confortável, e por isso a gente oferece as explicações e perspectivas pós-IPCA, além de matérias sobre ouro e dividendos, alternativas a CDBs e ações. Pegue um café, melhor que os de consultórios, relaxe e siga direto toda vida. Se melhorar, estraga.
|
Vai dar certo? Inflação mais comportada reforça apostas em corte de 0,50 ponto pelo Banco Central e redefine estratégias de investimento em renda fixa, ações e câmbio. Mas sai pra quando esse corte mesmo? Não tô sabendo me comportar com essa dúvida.
|
Aí sim, reluzindo: correção no curto prazo não assusta; analistas projetam ouro a US$ 6 mil e sinalizam oportunidades de renda. Tá na mão o que você queria.
|
Tá bom, mas… Crescimento no trimestre foi sustentado pelo forte resultado financeiro, enquanto o desempenho comercial decepcionou, segundo os analistas. Desafio você a entender agora essa questão. 👇
|
Haja traumatizados. O caso do Banco Master expõe riscos ignorados em CDBs e reforça a importância de entender crédito privado antes de investir. Luciana Seabra deixa tudo no lugar após a sofrência - e com vantagens para a sua carteira.
|
Com sorriso amarelo contra o otimismo, Verde subiu 3,03% em janeiro e superou o desempenho do CDI, que registrou alta de 1,16% no período. E eu nesse vermelho sem fim. De olho nas aqui nas recomendações.
|
|
|