“E esse recorde dos 140 mil, sai ou não sai?”, perguntava alguém no café do escritório. Entre um dia de “realização de lucros” e outro de “mau humor nos mercados”, alternando com “sessão de cautela”, a saga continuava e o suspense ganhava adiamentos aflitivos - perto do número mágico. E, aos 45 minutos do segundo tempo, depois de um dia meio travado, eis que veio o recorde histórico - com emoção, claro. O que vem agora, além da farra das máximas: a gente explica, nos mínimos detalhes, quase que em clima de Copa do Mundo, com Galvão Bueno alucinando, aos pulos, com os microfones caindo. Segura a onda aí nas comemorações, povo, e juízo (não o final, de preferência). |