Olá pessoal!
Em Richard Gere, vários Richards coexistem. O ativista que dedica grande parte do seu tempo à defesa dos direitos dos imigrantes, tentando impedir que as pessoas vivam nas ruas e conscientizando contra os retrocessos democráticos na época de Donald Trump. O defensor da bondade budista como uma forma de estar no mundo. O ator mundialmente famoso que reivindica a fama nunca o interessou. O símbolo sexual que nunca se sentiu especialmente bonito. O pai de família convencido de que nada se compara ao amor por um filho. E o marido apaixonado por Alejandra, a espanhola que o fez viver fora dos EUA pela primeira vez na vida. O encontro do El País Semanal com o inesquecível protagonista de filmes como Um Oficial e um Cavalheiro e Uma Linda Mulher acontece justamente em sua nova casa em Madri, cujas portas ele nos abre enquanto tentamos desvendar as complexidades de uma estrela de Hollywood determinada a nos fazer esquecer que ela é uma.
MÓNICA CEBERIO BELAZA
Um encontro na casa de Richard Gere: "Nunca me senti uma estrela. A fama é vazia para mim." |
'El País Semanal' conversa com o ator sobre sua carreira, sua vida, seu ativismo social, Donald Trump e o mundo em que vivemos em sua nova casa em Madri: "Acredito na gentileza como algo revolucionário", diz ele. |