28 maio, 2025

ICL Notícias

 

‘NÃO SOU SUBMISSA’

Leia aqui o que o Senado não quis ouvir

Os brasileiros de bem ficaram chocados com as cenas vergonhosas protagonizadas na Comissão de Infraestrutura do Senado nesta terça-feira (27), em que senadores ofenderam seguidamente a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, que teve que se defender sozinha.

Conhecida por sua tolerância, Marina chegou ao seu limite e foi obrigada a retirar-se do recinto, em sinal de protesto.


“Não sou submissa”, disse, antes de sair.


O principal tema de desentendimento foi a proposta de pavimentação da BR-319, estrada federal que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM).


Marina deixou a sessão depois que o líder do PSDB, senador Plínio Valério (AM), que já havia ofendido a ministra em março, afirmou que pretendia separar a mulher da ministra porque a primeira merecia respeito e a segunda, não. Marina disse que só continuaria na comissão se houvesse um pedido de desculpas. Plínio se recusou.


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NOTÍCIAS DO DIA

Vítima de ataques machistas no Senado, Marina Silva recebe onda de solidariedade

Mais um coronel da PMDF acusa o Exército de proteger acampamento golpista em Brasília

Veja os cursos técnicos mais procurados do Brasil, com salários de até R$ 5 mil

Previsão do tempo: frente fria traz temporais e ventania a 11 estados do paí


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Como a agricultura familiar resiste à concentração de terras e garante alimento na mesa dos brasileiros


Embora represente a maior parte dos estabelecimentos agropecuários do Brasil, a agricultura familiar ocupa apenas uma pequena parte das terras agricultáveis do país. (...)

Juliana Dal Piva: uma voz corajosa no jornalismo investigativo brasileiro


Juliana Dal Piva é um nome de destaque no jornalismo investigativo brasileiro. Com uma carreira marcada por apurações detalhadas e uma postura corajosa, ela tem revelado aspectos sombrios da política nacional que muitos prefeririam manter ocultos. (...)

CURIOSIDADE

Os 61 anos da fundação da Organização para Libertação da Palestina

Em 28 de maio de 1964, foi criada a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), com a missão de representar politicamente o povo palestino na luta por autodeterminação e soberania.


A entidade se consolidou como a principal voz da causa palestina, articulando movimentos de resistência, negociando acordos e buscando reconhecimento internacional para a criação de um Estado independente.


Sua fundação marcou uma virada histórica ao estabelecer uma estrutura política unificada voltada à defesa dos direitos do povo palestino.


Até hoje, a OLP simboliza a persistência de uma população que resiste ao apagamento e exige o direito de existir, com dignidade e autonomia, em seu próprio território.

COLUNA ICL


Reforma Política: caminho para a renovação ou atalho para o retrocesso?


Em meio a um ano marcado por propostas que pretendem redesenhar as regras do jogo político, o Senado avança com uma reforma que põe fim à reeleição, amplia mandatos e unifica as eleições


O debate sobre a qualidade da nossa democracia ganhou mais um capítulo relevante com a aprovação, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que promove mudanças no sistema político e eleitoral brasileiro.

A proposta traz três alterações centrais: o fim da reeleição para os cargos do Executivo, a instituição de mandatos de cinco anos para todos os cargos eletivos e a unificação das eleições a partir de 2034. Na prática, significa que prefeitos, governadores e o presidente da República não poderão buscar um segundo mandato consecutivo, e todos os cargos — municipais, estaduais e federais — passarão a ser disputados no mesmo ano. (...)


Leia mais na coluna de Jorge Mizael





DESTAQUES

Ministério Público Militar ignora omissão do Exército e arquiva apuração sobre acampamento golpista


Mesmo com relatos oficiais da PM e da Secretaria de Segurança do AM, órgão militar diz que não há indício de crime

O Ministério Público Militar arquivou a apuração sobre a conduta do Comando Militar da Amazônia (CMA) durante os atos golpistas de janeiro de 2023, desconsiderando os relatos de autoridades civis que apontam omissão e até colaboração indireta de militares com os acampamentos montados em frente ao quartel. A conclusão do órgão é de 

que não há, “ao menos em tese”, qualquer indício de crime militar.


A decisão contrasta com os documentos produzidos pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM), pela Secretaria de Segurança Pública do estado e pela Casa Civil estadual. Um ofício da PM datado de 10 de janeiro de 2023 afirma que a operação de desmobilização realizada no dia anterior, 9 de janeiro, ocorreu “sem qualquer apoio operacional do Exército Brasileiro”, mesmo com o acampamento instalado há meses no entorno da unidade militar.


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NOTÍCIAS DO DIA

Ciro Nogueira viaja à Europa em jatinho de empresário alvo da CPI das Bets

Em artigo exclusivo, ministro Celso de Mello defende regulação das big techs em defesa da democracia

Alvo de ataques, professor pede demissão após aula sobre mitologia em escola cívico-militar de SP

Mesmo com suspensão do STF, desembargadora dá andamento a ação sobre pejotização


ARTIGOS EXCLUSIVOS

Religiões no Brasil: um panorama sobre a diversidade


“Vai com Deus.” “Graças a Deus!” “Deus me livre.” “Só Deus sabe…” “Axé.” “Amém.”

Essas expressões que falamos e escutamos todos os dias revelam algo muito profundo sobre o cenário das religiões no Brasil: somos um dos países mais diversos do mundo. (...)

Quais os impactos da Inteligência Artificial no nosso futuro?


(...) A IA, como é chamada por muitos, tem sido adotada tão larga e profundamente em diversas ferramentas que muitos dizem que ela tem se infiltrado nas nossas vidas – e que estamos completamente dependentes dela e da tecnologia. (...)

CURIOSIDADE

Nasceu em Salvador, mas virou símbolo do Brasil inteiro


Em 26 de maio de 1914, nasceu em Salvador Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes, que mais tarde seria conhecida como Irmã Dulce. Ainda criança, ela já acolhia pessoas em situação de rua na casa da própria família. Aos 19 anos, entrou para a vida religiosa com o nome de Irmã Dulce, em homenagem à mãe.


A partir dali, dedicou sua vida à luta contra a pobreza, fundou hospitais e se tornou uma das maiores referências em ação social do século 20. Em 2019, foi canonizada pelo Vaticano, tornando-se a primeira santa nascida no Brasil.


Seu trabalho segue vivo nas Obras Sociais Irmã Dulce, que atendem milhares de pessoas todos os dias em Salvador. Mais do que devoção, sua história é um exemplo de compromisso real com quem mais precisa.

COLUNA ICL


Ciro Nogueira é tigrão com o governo e tchutchuca com o tigrinho


Ele viajou para a Europa no jatinho particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG


O senador Ciro Nogueira (PP-PI) é o arauto do caos. Com sua voz mansa, tem repetido aos quatro cantos prognósticos desastrosos sobre o governo e sobre as pretensões de reeleição de Lula.


Ele fala o que a turma da Faria Lima quer ouvir, aquele refrão de Estado mínimo e dinheiro máximo para os bancos. Nada de gastar com benefícios sociais, nada de rico pagar mais imposto para desonerar os pobres, a receita é repassar mais grana para quem já tem grana.


Ciro Nogueira fala essas barbaridades com tranquilidade, como se fosse uma pessoa confiável(...)


Leia mais na coluna de Chico Alves