 | Que linda ilustração. / ALBERTO MIRANDA |
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De onde você é? | BRENDA VALVERDE RUBIO |
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| Bem-vindo ao Correo sí deseo, o boletim informativo do EL PAÍS que seleciona histórias positivas que vão educar você, entreter você e, acima de tudo, ajudar a tornar sua semana um pouco melhor. Se você recebeu este boletim informativo e gostaria de receber outros futuros em sua caixa de entrada, inscreva-se aqui.
Olá! Como vão as coisas?
Esta semana, nossos colegas do El País Semanal dedicaram a revista inteira a Madri , com entrevistas, reportagens e análises desta cidade que tem sido tão vibrante quanto mudou nos últimos anos. Você já morou em Madri? Sim, 18 anos divididos em duas etapas, e não sinto falta disso. Na verdade, eu gostaria de nunca mais morar lá. Neste texto, Pilar Jericó explica como as paisagens em que vivemos criam nossa cartografia interna: “Porém, apenas algumas cruzam a delicada fronteira que nos faz sentir que pertencemos a um lugar, que aquela cidade ou bairro é o nosso lar”.
O especialista explica que os mecanismos de pertencimento a qualquer território, por menor que seja, são complexos e não se baseiam apenas no apego ao que se conhece. É influenciado pelo que vivenciamos lá, pelo tempo que passamos lá. Por exemplo, estudar no exterior geralmente cria um vínculo forte. Há até lugares que reconhecemos internamente como nossos, mesmo que nunca tenhamos vivido lá.
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E o artista de Gaza Ranin Alzeriei também refletiu sobre o conceito de identidade — roubada, neste caso — na semana passada. Ela tem 23 anos e teve que deixar sua casa bombardeada na Cidade de Gaza para se mudar para o campo de refugiados de Deir al-Balah, onde está hoje. A única coisa que o acompanha de sua vida passada é seu caderno de esboços. Ele não pegou num lápis durante 15 meses, mas durante o cessar-fogo começou a pintar novamente. “Tenho que juntar os pedaços de mim que restam e lutar para provar que existo e que tenho uma identidade além da destruição que me cerca”, diz ela.
Vamos lá, terça-feira!
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Pessoas fazendo coisas (boas) | |
- “A ciência não funcionou para a África.” A ministra ugandense Monica Musenero é uma líder global em estratégias de contenção do ebola e quer transformar seu país em um centro de inovação científica que inspire todo o continente e melhore a vida de seus cidadãos.
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|  | Ziauddin Bakhtyar, jornalista afegão que se refugiou na França. / MARIA DIAZ VALDERRAMA |
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Dicas para tornar sua vida um pouco mais fácil | |
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|  | Em enquadramento, esse desafio. / GETTY |
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Seu canto positivo | | O leitor Alberto Blanco achou o apagão agradável. Ele nos conta por e-mail que naquele dia foi buscar em uma padaria de sua cidade, Vigo, o bolo que havia encomendado para comemorar o aniversário de sua esposa, com quem compartilha 50 anos de casamento (parabéns!). Quando ele foi pagar, o terminal de pagamento não estava funcionando e ele não tinha dinheiro, mas isso não o impediu de levar o doce para casa. A padaria lhe deu crédito: "Ele virá e pagará!" Blanco diz que vivenciou a mesma coisa no terraço de Leticia: pessoas que queriam uma cerveja, mas não tinham dinheiro para comprá-la. A resposta foi a mesma.
E para você, qual foi a melhor notícia da semana? Você pode nos informar em correosideseado@elpais.es . |
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Outras histórias destes dias | | Uma mistura de boas notícias atuais e leituras que nos interessaram.
- Será este o fim dos apartamentos estudantis? As experiências de dividir um apartamento na minha juventude incluíam camaradagem, horas de conversa (tantas no meu caso!) e festas intermináveis na sala de estar e na cozinha. Hoje o cenário mudou (e não apenas por causa da chegada da Internet).
- Quem melhor identifica a violência de gênero? Um estudo pioneiro se concentra em potenciais testemunhas. As mulheres são mais propensas a reconhecer qualquer tipo de agressão contra elas, embora haja diferenças dependendo de suas circunstâncias sociodemográficas.
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|  | Vista da aldeia de Oseja de Sajambre, nos Picos da Europa. / MANU BRABO |
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Esta semana me deixou de bom humor… | | Visite o parque temático Puy du Fou em Toledo. Para aqueles que não sabem o que é isso, é um local ambientado em diferentes períodos da história espanhola e oferece shows (alguns deles imersivos) que realmente levam você de volta no tempo. Os detalhes são meticulosamente selecionados, e o fator surpresa das performances é o que mais gostei. Com certeza assistirei novamente ao espetáculo noturno El Sueño de Toledo.
Se você chegou até aqui, muito obrigado. E não estou me referindo ao final deste boletim, mas ao boletim em si. Porque no domingo, 4 de maio, o jornal completou 49 anos, e isso foi possível graças a leitores como você, que escolhem o EL PAÍS há meio século.
********* Espero que você tenha gostado desta nova edição. Se sim, por favor, recomende-nos! Vejo vocês na semana que vem.
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| | BRENDA VALVERDE RUBIO | Ela é editora do EL PAÍS LAB. Esta equipe multidisciplinar experimenta formatos e novas narrativas para contar as grandes histórias do jornal. Também é coautor dos boletins informativos Correo Sí Deseado e De Boda. Anteriormente, ele trabalhou na Verne, Newtral e El Confidencial. Ela é formada em Jornalismo pela UCM e tem mestrado em Jornalismo pela ABC-UCM. |
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