Explode Coração estava no ar e a Globo não conseguiu iniciar a produção de O Rei do Gado a tempo. Normalmente, nessas situações, a trama que está no ar é esticada, mas Glória Perez já havia combinado com a emissora que seria liberada para o julgamento de sua filha Daniella Perez. A solução foi pegar O Fim do Mundo, que seria uma minissérie do horário das 22h30, e colocar no principal horário de teledramaturgia da emissora.
Sinopse: Em Tabacópolis, fictícia cidade do interior baiano, o paranormal Joãozinho de Dagmar (Paulo Betti) fazia uma previsão assustadora: o mundo iria acabar em três meses. Para completar, fatos estranhos começaram a ocorrer, como uma uma chuva de excrementos, um bezerro com duas cabeças, um terremoto, entre outras bizarrices.
A população entrava em pânico, e a cidade se via em meio ao caos. Tião Socó (José Wilker) violentava Gardênia (Bruna Lombardi), sua cunhada, o diretor do hospício resolvia soltar os pacientes, enquanto o delegado abria a cadeia e libertava os presos. Só que, no dia seguinte, o mundo não acabava, e os moradores da cidade precisavam arcar com as consequências de seus atos.
O Fim do Mundo inovou nos efeitos especiais. "Pela primeira vez, uma novela usa objetos e animais criados em computador. Foram usados computadores também para criar ondas gigantes e tempestades. Uma maquete de Tabacópolis foi construída para as filmagens do fim do mundo, é nela que caem postes, carros são tragados pela terra, e o céu fica incandescente".
Com colaboração de Ferreira Gullar, direção geral de Paulo Ubiratan e Gonzaga Blota, ainda estavam no elenco: Lima Duarte, Ângela Vieira, Paloma Duarte, Vera Holtz, Otávio Augusto, Maurício Mattar, Guilherme Fontes, Patrícia França, Marcos Winter, Pedro Paulo Rangel, Totia Meirelles, Eduardo Galvão, Tatiana Issa, Norton Nascimento, Lúcia Alves, Tamara Taxman, Alexia Dechamps, Isabel Fillardis, Luciana Coutinho, Ricardo Blat, Tato Gabus, Cininha de Paula, Carlos Vereza, Marilu Bueno, Marcelo Faria, Tonico Pereira, Cleyde Blota, Carlos Gregório, Milton Gonçalves, Denise Milfont, Fátima Freire, Mário Lago, Mauro Mendonça, Rodolfo Bottino, entre outros.
Irene Ravache interpretou a personagem principal, Luzia Santos, uma viúva, mãe de três filhos completamente diferentes, os quais se envolvem em situações complicadas constantemente. Na versão de 1984, a protagonista foi vivida por Miriam Pires.
Além de Irene, outros grandes nomes estiveram no elenco da trama, entre eles: Adriana Esteves, Marco Ricca, Petrônio Gontijo, Gabriel Braga Nunes, Joana Fomm, Gianfrancesco Guarnieri, Mayara Magri, Fúlvio Stefanini, Ana Paula Arósio, Lolita Rodrigues, Eduardo Conde, Vera Zimmermann, Bel Kutner, Cláudia Mello, Claudia Liz, Cássio Scapin, Raul Gazolla, Paulo Hesse, Elizabeth Hartmann, Cléo Ventura, Fernanda Souza, Henrique Martins, Patricia Mayo, entre outros.
Além de ator e diretor, desenvolveu o "Teatro Jovem", que tem como objetivo fazer com que os jovens brasileiros adquiram o hábito de ir ao teatro, atingindo jovens do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. Fundamentados pedagogicamente e seguidos de um debate, onde oferecem fichas de sugestões de atividades multidisciplinares, estimulando, entre outras coisas, a criatividade, a pesquisa e o sendo crítico.
Como mestre de cerimônias trabalhou com as principais orquestras do país, entre elas: OSESP, OSB e a OPPM.
Como ator de TV, esteve em várias produções em emissoras como SBT, Record e Globo, nesta última, um de seus papéis mais marcantes foi em "O Dono do Mundo", onde interpretou nos primeiros capítulos da novela de Gilberto Braga, o Walter, noivo de Márcia, papel de Malu Mader.
Nos últimos anos tem se dedicado a dirigir grandes nomes da nossa dramaturgia no teatro, em várias vertentes como musicais e comédias. Com um fôlego invejável e amor ao teatro, chegando a dirigir várias peças de sucesso no mesmo ano. Como ator de teatro, além de atuar, dança e canta, enfim, um artista completo!
Maria José de Macedo, nasceu na cidade de Capivari (hoje Silva Jardim), no interior do estado do Rio de Janeiro, no dia 6 de maio de 1916.
Começou a fazer teatro amador, ainda criança, aos 4 anos. Aos 15, casou-se com o mecânico e eletricista Alcides Manhães e desistiu de ser atriz. Com a morte de seu único filho, separou-se do marido e voltou à vida artística.
Zezé Macedo foi pioneira em abrir as fileiras do Humor na radiodramaturgia para as mulheres.
Nos 108 filmes que participou contracenou com alguns dos maiores nomes da chanchada nos estúdios da Atlântida, como Oscarito e Grande Otelo. Oscarito dizia que ela era a maior comediante do cinema brasileiro; Grande Otelo chamava-a de “Carlitos de saias”; e Ivan Cardoso, de “primeira-dama do cinema brasileiro”.
Com o declínio da chanchada no começo da década de 1960, Zezé passou a se dedicar mais ao teatro e à televisão, mas sem se afastar do cinema. A partir de 1965, tornou-se contratada da Rede Globo de Televisão, onde atuaria até o fim de sua vida. Seu tipo físico, magra e baixa, sempre lhe garantiu papéis cômicos, apesar de ter sempre afirmado que também gostaria de representar papéis dramáticos em novelas.
Na década de 1970, sua carreira no cinema foi revigorada com o surgimento das pornochanchadas, quando chegou a atuar em até três filmes por ano. Enquanto isso, na televisão, dava início à parceria com Chico Anysio, que lhe rendeu seus dois personagens mais conhecidos: Biscoito, a esposa do bêbado Tavares; e Dona Bela, uma das alunas da Escolinha do Professor Raimundo que, acreditando ser pornografia tudo que o mestre lhe perguntava, jogava-se ao chão e o acusava de imoral, dizendo: "Só pensa naquilo!". Outra participação marcante dessa época foi no seriado Sítio do Picapau Amarelo, como a Dona Carochinha.
Zezé Macedo também se dedicou à poesia e publicou quatro livros. O primeiro, A Menina do Gato, de 1997, traz poesias e episódios da sua infância.
Esse lendário nome da dramaturgia brasileira, faleceu no dia 8 de outubro de 1999, aos 83 anos, na cidade do Rio de Janeiro, vítima de hemorragia cerebral e hipertensão arterial
Em 6 de maio de 2004, ia ao ar nos Estados Unidos o episódio final de Friends, encerrando uma das séries mais amadas da história da televisão.
Intitulado “The Last One” (“O Último”), o episódio duplo encerrou oficialmente a trajetória da série após 10 temporadas de enorme sucesso. A expectativa era tão grande que mais de 52 milhões de pessoas acompanharam a exibição original, tornando-se uma das maiores audiências da TV norte-americana naquele período.
Criada por David Crane e Marta Kauffman, a série estreou em 1994 e rapidamente conquistou o público ao retratar, com leveza e humor, o cotidiano de seis amigos vivendo em Nova York.
Ao longo dos anos, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer transformaram Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross em personagens inesquecíveis.
O episódio final amarrou histórias que acompanharam os fãs por uma década: o desfecho do romance de Ross e Rachel, a mudança de Monica e Chandler para uma nova fase de vida, e a simbólica despedida do icônico apartamento. A última cena, com as chaves deixadas sobre o balcão antes de saírem juntos, tornou-se um dos momentos mais marcantes da TV.
Mais do que uma simples série de comédia, Friends se consolidou como um fenômeno cultural global. Influenciou moda, comportamento, linguagem e até o formato de sitcoms que vieram depois. Mesmo após o fim, continuou conquistando novas gerações por meio de reprises e plataformas de streaming.
Vinte e dois anos depois, a despedida ainda emociona fãs ao redor do mundo — prova de que algumas histórias nunca realmente terminam.
Naquele dia, o imponente dirigível alemão LZ 129 Hindenburg, considerado o maior já construído e símbolo de luxo e inovação tecnológica, preparava-se para pousar na base aérea de Lakehurst, no estado de Nova Jersey, após cruzar o Oceano Atlântico vindo da Europa.
O que seria apenas mais uma aterrissagem de rotina transformou-se em tragédia em questão de segundos. Durante a manobra de pouso, o dirigível foi subitamente tomado por chamas e, em menos de um minuto, ficou completamente destruído diante de testemunhas atônitas. As imagens e gravações do momento correram o mundo, tornando-se um dos registros mais impactantes da história do século XX.
Ao todo, das 97 pessoas a bordo 3 pessoas perderam a vida — 13 passageiros, 22 tripulantes e um trabalhador em solo. Apesar do número de sobreviventes ter sido significativo, o impacto visual do incêndio e a comoção internacional foram devastadores.
Até hoje, a causa exata do acidente ainda gera debates, com teorias que envolvem falhas técnicas, eletricidade estática e o uso de hidrogênio altamente inflamável para sustentação. Independentemente da explicação, o desastre teve consequências imediatas: a confiança nos dirigíveis como meio de transporte de passageiros foi profundamente abalada.
A tragédia do Hindenburg não apenas encerrou a era dos grandes dirigíveis comerciais, como também abriu caminho para o avanço definitivo dos aviões na aviação civil.
Nove décadas depois, o episódio permanece como um dos acidentes mais emblemáticos da história, lembrado tanto pela sua dramaticidade quanto pelo impacto duradouro que causou na tecnologia e no transporte aéreo mundial.
Estrelas & História
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