Blade Runner 2049 (2017)
O Lagosta (2015)
A estudante mineira Júlia Pimenta Ferreira, de apenas 11 anos, ganhou reconhecimento da Sociedade Brasileira de Matemática ao desenvolver um método intuitivo para calcular raízes quadradas.
Batizada de "Regressão de Júlia", a fórmula utiliza somas sucessivas em vez de fatoração complexa, simplificando o aprendizado da disciplina e garantindo à jovem a publicação de um artigo na prestigiada Revista do Professor de Matemática
Há três anos, no dia 8 de maio de 2023, a rainha do rock brasileiro, Rita Lee, falecia aos 75 anos de idade, em decorrência de um câncer de pulmão diagnosticado em 2021.
Rita ajudou a incorporar a revolução do rock à explosão criativa do tropicalismo, formou a banda brasileira de rock mais cultuada no mundo, os Mutantes, e criou canções na carreira solo com enorme apelo popular sem perder a liberdade e a irreverência.
Essa paulistana premiadíssima, é um dos maiores nomes da nossa música. Em outubro de 2008, a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos 100 Maiores Artistas da Música Brasileira, onde Rita Lee ocupa o 15° lugar.
Tributo em memória de Jair Rodrigues.
Jair Rodrigues de Oliveira nasceu em Igarapava, interior de São Paulo, em 6 de fevereiro de 1939. Depois de passar a infância e adolescência cantando em corais de igreja, começou a carreira profissional como crooner de casas noturnas, em 1957. No ano seguinte, participou de seu primeiro concurso de calouros.
Na década de 1960, mudou-se para a capital de São Paulo, onde trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate, enquanto tentava se estabelecer na música.
Seu primeiro sucesso foi "Deixa Isso Pra Lá", lançado em seu segundo disco, "Vou de Samba Com Você", de 1964. Considerada a precursora do rap nacional, por conta do refrão falado, foi eternizada pela clássica coreografia que o cantor fazia com as mãos.
O músico ganhou o Brasil ao interpretar a hoje clássica "Disparada", de Geraldo Vandré e Théo de Barros, vencedora do IIº Festival de Música Popular Brasileira, em 1966, junto com "A Banda", de Chico Buarque.
Jair Rodrigues morreu repentinamente no dia 8 de maio de 2014 na sauna de sua casa, em Cotia, na Grande São Paulo, em decorrência de um infarto agudo do miocárdio, aos 75 anos de idade
Tributo em memória de Herval Rossano.
Herval Abreu Pais nasceu em Campos dos Goytacazes-RJ, no dia 23 de abril de 1933.
Um dos grandes nomes da dramaturgia brasileira, Herval Rossano iniciou sua carreira no cinema em 1952, no filme Luzes nas Sombras. Ao todo atuou em mais de 20 filmes, a maioria nos anos 1950 e início dos anos 1960. Seu último filme foi em 1975, depois de 10 anos afastado das telas.
Na televisão, começou no Grande Teatro Tupi (Rio), atuando em diversos teleteatros. Nos anos 1970, participou como ator de várias novelas da TV Globo como Pigmalião 70, Carinhoso, Fogo Sobre Terra, Cuca Legal e À Sombra dos Laranjais. Mas foi como diretor que Herval Rossano adquiriu grande prestígio, dirigindo novelas das 18 horas. Sob sua batuta, registram-se grandes sucessos, como Escrava Isaura, O Feijão e o Sonho, Senhora, A Moreninha, Helena, O Noviço, Vejo a Lua no Céu, À Sombra dos Laranjais, Olhai os Lírios do Campo, A Sucessora, Dona Xepa, Maria Maria, Terras do Sem Fim, Cabocla, Ciranda de Pedra, Pacto de Sangue, A Gata Comeu, Salomé, entre outras. Ao todo foram 20 novelas na TV Globo, a maioria adaptada de clássicos românticos da literatura brasileira. É o diretor do maior número de novelas apresentadas no exterior. Na TV Globo também dirigiu dezenas de episódios do programa Você Decide.
Além das novelas da TV Globo, dirigiu, durante cinco anos, novelas no Chile e esteve à frente de um grande sucesso da TV Manchete, a novela Dona Beija, além de outras três (Novo Amor, Tudo ou Nada e Mania de Querer). Também foi responsável pela versão de A Escrava Isaura, feita pela TV Record.
Herval Rossano morreu no dia 8 de maio de 2007, em São Paulo, aos 74 anos de idade, vítima de um infarto enquanto dormia. Deixou um legado de grandes sucessos e cuidadíssimas produções, que foram fundamentais para solidificar o horário de novelas das 18 horas na TV Globo, além, é claro, do imensurável serviço de divulgação de grandes obras da literatura brasileira. A Cultura agradece!
Em 1973, a Rede Globo escalou a novela "Fogo Sobre Terra" para seu horário nobre. O problema é que a Censura Federal impediu a trama de ir ao ar. A autora, Janete Clair, então, escreveu "O Semideus" às pressas. No ano seguinte, "Fogo Sobre Terra" foi liberada e estreou no dia 8 de maio. Mas a censura se fez presente mais uma vez e interferiu no texto, obrigando Janete a reescrever várias cenas. Cansada das críticas e dos cortes impostos pela censura, Janete Clair desabou em várias entrevistas que ficou muito difícil escrever "Fogo sobre Terra", e não entendia por que tanta má vontade com uma trama que apenas primava pelo amor do homem pela natureza.
O personagem do Juca de Oliveira, Pedro Azulão, foi o grande pivô da marcação cerrada da censura sobre a trama. Pedro liderava os moradores de Divinéia contra a construção da hidrelétrica. A Censura não aprovava o perfil contestador do personagem e ele tinha que se “emendar”. A Autora pensou em uma morte heroica para Pedro Azulão, mas as autoridades preferiam que ele tivesse o perfil mudado e se tornasse uma pessoa mais contida, um dos grandes absurdos que a autora teve que obedecer.
Dina Sfat foi o grande destaque de "Fogo sobre Terra" na pele da exuberante e irreverente Chica Martins. A atriz, uma das preferidas de Janete, gravou a novela grávida da sua terceira filha.
Regina Duarte, que viveu a sofisticada Bárbara, tinha acabado de dar à luz a sua filha Gabriela Duarte há apenas 45 dias quando começou a gravar a trama. A personagem de Regina sofria de um distúrbio psicológico e sempre que ficava nervosa sofria com uma cegueira momentânea.
Sônia Braga deu vida na trama a personagem Brisa, irmã de Chica. As duas brincavam de se comunicar entre si através da “língua do P”. A brincadeira virou mania em todo o Brasil durante a exibição da novela.
Uma música da trilha de Fogo sobre Terra acabou ficando mais famosa depois do término da trama. “Uma Rosa em Minha Mão” cantada por Marília Barbosa, de autoria do Toquinho com letra do Vinícius de Moraes, responsáveis pela trilha da trama, ganhou uma nova letra e virou a famosa “Aquarela” da campanha das Indústrias Faber Castell.
Uma das cenas mais marcantes da trama sem dúvidas foi a que Nara, personagem da Neuza Amaral, se recusando a sair da cidade de Divinéia, morre afogada pelas águas que inundam a cidade. Neuza Amaral contou em entrevistas que a cena ficou por anos em sua memória, e com certeza na nossa até hoje.
Ainda no elenco: Jardel Filho, Jayme Barcellos, Fulvio Stefanini, Edson França, Marcos Paulo, Herval Rossano, Gilberto Martinho, Aracy Cardoso, Ida Gomes, Léa Garcia, Dary Reis, Rosana Garcia, entre tantos outros.
A direção ficou por conta de Walter Avancini.
Pacto de Sangue, escrita por Regina Braga, foi a primeira novela exibida pela Rede Globo totalmente gravada antes de estrear. A novela foi uma das homenagens ao centenário da Abolição da Escravatura e Proclamação da República. Sua estreia se deu no dia 8 de maio de 1989.
A trama começa em 1870, no norte fluminense, onde jovem Antônio (Marcelo Serrado), morre ao ajudar um negro a fugir da fazenda de seu pai. No leito da morte, o jovem pede ao pai, o juiz Queiroz Antunes (Carlos Vereza), que coloque o jovem negro Bento (Armando Paiva) no seu lugar. O pai aceita o pacto e a convivência com o "filho negro" transforma a sua vida, e ele se apaixona por Aymée (Carla Camurati), uma professora que participa do movimento abolicionista.
Os entrechos e os núcleos criados ao redor da história abolicionista de Pacto de Sangue, que teve a direção brilhante de Herval Rossano, foi o maior charme da trama. A Novela não se prendia apenas em mostrar o lado do negro na história, mas sim todos os lados que essa abolição poderia afetar.
No elenco vale destacar ainda grandes nomes como Zezé Motta, Esther Góes, Othon Bastos e Rubens de Falco.
A apresentadora Sandra Annemberg, participou de Pacto de Sangue, vivendo a personagem Celeste.
Outros momentos muito marcantes na novela, foram os banhos da Sandra Bréa, que vivia Francisca Matoso, a estrela do cabaré da cidade de Eldorado. Em pleno horário das seis, a atriz exibia seus belos seios em meio às pétalas de rosas que enfeitavam a água. Luiz Guilherme também aparecia nu tomando banho em uma tina. O ator vivia o corrupto delegado Da Gama.
Pacto de Sangue foi uma novela muito importante para sua época, embora não tenha sido reconhecida e além dos nomes já citados, estavam no elenco: Edwin Luisi, Cristina Aché, Fábio Junqueira, Maria Isabel de Lizandra, Ruth de Souza, Haroldo de Oliveira, André Valli, Yara Cortes, Léa Garcia, Castro Gonzaga, Oswaldo Louzada, Ricardo Petraglia, Jonas Mello, Ricardo Blat, Raymundo de Souza, Jacyra Sampaio, Raul Gazolla, Edyr de Castro, entre outros
A ginasta artística Rebeca Andrade, nascida Rebeca Rodrigues de Andrade, em Guarulhos-SP, no dia 8 de maio de 1999, está completando 27 anos.
Rebeca Andrade começou a praticar ginástica artística ainda criança e rapidamente se destacou nas competições locais. Seus primeiros títulos em campeonatos juvenis mostraram talento precoce e abriram caminho para a seleção brasileira.
Ao longo da carreira, Rebeca Andrade acumulou medalhas em Olimpíadas, Mundiais e Pan-Americanos, tornando-se referência internacional. Sua trajetória combina técnica, força e disciplina, inspirando jovens atletas e consolidando seu papel como um ícone da ginástica feminina brasileira
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| 13:15 - 07 DE MAIO DE 2026 |
| Bruna Lombardi relembra início com Riccelli no Xingu e exalta união de 48 anos |
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16 anos após o sucesso de Karatê Kid, Jackie Chan e Jaden Smith emocionaram os fãs com um reencontro recente para celebrar o aniversário de 72 anos do astro chinês.
Jaden Smith compartilhou o momento em suas redes sociais com uma mensagem de gratidão, afirmando que Jackie mudou sua vida e lhe ensinou lições inesquecíveis.
Fatos Desconhecidos
Em 1991, dois alpinistas encontraram um corpo congelado nos Alpes entre a Itália e a Áustria.
No começo, pensaram que fosse um acidente recente. Mas não era.
O homem havia morrido há mais de 5.300 anos. Ele ficou conhecido como Ötzi, o Homem do Gelo, e seu corpo preservado revelou uma das histórias mais impressionantes da arqueologia.
Ötzi carregava um arco ainda inacabado, 14 flechas, mas apenas duas prontas para uso, além de ferramentas, fogo e cogumelos medicinais presos ao corpo. Exames mostraram que ele sofria com parasitas intestinais e provavelmente usava fungos naturais como remédio.
Também foram encontradas mais de 50 marcas no corpo dele, posicionadas justamente em regiões afetadas por dores e desgaste nas articulações, levantando teorias sobre práticas terapêuticas muito antes dos primeiros registros conhecidos de acupuntura.
A causa da morte também chocou os pesquisadores. Uma flecha atingiu Ötzi pelas costas, rompeu uma artéria importante e provavelmente o matou em poucos minutos.
No equipamento dele, análises encontraram sangue de quatro pessoas diferentes, indicando que ele esteve envolvido em um confronto violento pouco antes de morrer. Até a última refeição foi preservada: carne de veado, gordura de íbex alpino, trigo einkorn e vestígios de plantas tóxicas que talvez tenham sido usadas como medicamento.
Durante décadas, reconstruções mostravam Ötzi com aparência diferente da real. Mas estudos genéticos mais recentes revelaram que ele tinha pele mais escura, olhos escuros e tendência à calvície. Parte das análises antigas havia sido influenciada por contaminação de DNA moderno.
Mais de cinco mil anos depois, Ötzi continua sendo um dos crimes não resolvidos mais antigos já descobertos. E também um retrato congelado de como os seres humanos já entendiam sobrevivência, medicina e combate muito antes da história escrita.
Cidad3: Imprensa Livre!!! Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!


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