Curiosamente, tudo começou também com uma pergunta.
No final dos anos 1980, o projeto “Heranças e Lembranças” registrava trajetórias de imigrantes judeus no Rio de Janeiro. Entre as pesquisadoras estava Karen Worcman, então historiadora da UFRJ e hoje fundadora do Museu da Pessoa.
Ao ouvir tantas histórias de vida potentes, surgiu nela uma inquietação: por que apenas algumas histórias são consideradas parte da História?
Dessa pergunta nasceu a ideia de criar um museu dedicado às histórias de vida de todas as pessoas, o Museu da Pessoa.
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