
Ano 23 - Brasil, 12 de fevereiro de 2026 - Nº 30
"Não se faz justiça para as câmeras de televisão. Não há bom direito onde o que se busca é agradar a opinião pública."
Só uma espiadinha
O BBB 25 está fervendo! E a cada edição do Big Brother Brasil, políticos também entram na disputa simbólica e usam as redes sociais para declarar apoio a participantes e mobilizar torcidas regionais. Governadores, senadores e deputados já incentivaram votos, organizaram mutirões e comentaram paredões em diferentes temporadas do reality. Bem, parece que quando o assunto é visibilidade, o paredão às vezes oferece mais audiência do que muitos debates oficiais. (Clique aqui)
Cada voto importa
Ao longo das 26 edições do Big Brother Brasil, ao menos nove ex-participantes tentaram transformar visibilidade televisiva em mandato na Câmara dos Deputados. A fama ajudou a abrir portas, mas nem sempre garantiu votos suficientes nas urnas. Confira a lista. (Clique aqui)
Do confessionário às urnas
Entre os ex-BBBs que disputaram vaga no Legislativo federal, apenas Jean Wyllys conseguiu chegar ao Congresso. Ele foi eleito deputado federal em 2010, 2014 e 2018, tornando-se até hoje o único "brother" a conquistar mandato na Câmara. (Clique aqui)
Autonomia preservada
Hugo Motta descartou pautar revisão da autonomia do Banco Central, mesmo após pressões do PT ligadas ao caso Banco Master. O presidente da Câmara também afastou novos aumentos de impostos em 2026 e disse que pedidos de CPI seguirão as regras regimentais. "Tem 16 na fila", afirmou em relação à CPI do Caso Master. (Clique aqui)
Copo meio cheio
André Esteves afirmou que o próximo presidente, seja de direita, seja de esquerda, herdará uma economia organizada, com inflação sob controle, reservas elevadas e perspectiva de queda dos juros. Para o sócio do BTG Pactual, o principal desafio do país não é econômico, mas institucional, com foco na preservação das regras democráticas. (Clique aqui)
Sistema vexaminoso
Fernando Haddad afirmou que o Brasil tem um dos piores sistemas tributários do mundo, segundo o Banco Mundial, e disse que a reforma aprovada pode transformar o país em referência global em transparência e digitalização. (Clique aqui)
Brechas regulatórias
Fernando Haddad afirmou que a fraude bilionária no Banco Master deixou pouca margem de ação às autoridades e defendeu reformas para fortalecer o arcabouço regulatório e evitar novos episódios semelhantes. (Clique aqui)
Eleição fora do radar
André Jakurski e Luis Stuhlberger, sócios-fundadores da JGP e da Verde Asset respectivamente, disseram que, neste momento, o fluxo externo domina a formação de preços no mercado e que a eleição presidencial ainda não é a variável central na precificação. (Clique aqui)
Dar asas ao dinheiro
Durante operação em SC, a PF apreendeu uma mala com dinheiro jogada pela janela por um investigado. Eram mais de R$ 400 mil. A ação integra a apuração sobre investimentos da RioPrevidência no Banco Master. (Clique aqui)
Código de conduta
Presidente do TSE, Cármen Lúcia apresentou código de conduta para magistrados nas eleições de 2026. As regras vedam manifestações políticas e exigem transparência em agendas com partidos e candidatos. Veja as regras. (Clique aqui)
O destino de Seif
TSE retoma hoje o julgamento do recurso que pode levar à cassação do senador Jorge Seif, acusado de abuso de poder econômico nas eleições de 2022. O relator, ministro Floriano de Azevedo Marques, votou pela manutenção da decisão do TRE-SC que rejeitou as acusações. A análise foi suspensa após o voto e será retomada com a manifestação dos demais ministros. (Clique aqui)
Reforçando o caixa
Fundo Garantidor de Crédito aprovou medidas emergenciais para recompor seu caixa após perdas com a liquidação do Banco Master, incluindo a antecipação de contribuições futuras dos bancos. O plano prevê adiantamento de até sete anos de aportes e aumento temporário das contribuições mensais das instituições financeiras. Mas, ninguém duvide, o custo será "democratizado". Ou alguém acha que os bancos ficarão no prejuízo? (Clique aqui)
Colaboração técnica
Presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti se reuniu com o deputado Sergio Santos Rodrigues para tratar do projeto sob sua relatoria que cria instrumentos de combate ao golpe do "falso advogado". A Ordem se comprometeu a fornecer uma nota técnica para subsidiar o relatório, auxiliando na construção de uma legislação robusta. (Clique aqui)
Críticas ao Gov.br
Nikolas Ferreira criticou funcionamento do aplicativo Gov.br e afirmou ter acionado o Ministério da Gestão e da Inovação para que plataforma seja revista. Parlamentar ironizou que o sistema seria "seguro" porque "ninguém consegue acessar". Convenhamos, não é bem assim. (Clique aqui)
Folga no Carnaval
Senador Cleitinho criticou a paralisação do Congresso no período do Carnaval e cobrou a votação do fim da escala 6x1. Em vídeo, afirmou que parlamentares trabalham em ritmo "3x4" enquanto trabalhadores enfrentam jornada mais pesada e defendeu a adoção da escala 5x2. (Clique aqui)
E não é cracudo?
Durante abordagem, a vereadora do RJ Talita Galhardo discutiu com um homem em situação de rua, que a acusou de preconceito por generalizar que pessoas com vulnerabilidade social são "cracudos" e a chamou de "vereadora de rico". A parlamentar rebateu o comentário ao questionar se não havia um "cracudo" no grupo. (Clique aqui)
Rasgado em Plenário
A deputada estadual Dra. Silvana, do Ceará, rasgou o Pacto Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio na Assembleia Legislativa do Estado. Ela criticou a ausência de igrejas e de menção a Deus no texto e afirmou que mulheres são mortas por não seguir o "santo evangelho". (Clique aqui)
Feminicídio
Deputada Maria do Rosário apresentou relatório com 95 propostas para enfrentar o feminicídio, defendendo mais recursos e integração entre União, Estados e municípios. (Clique aqui)
Mais forte, mais acessível
Governo atualizou as diretrizes do Ligue 180, canal de apoio a mulheres em situação de violência. Com o novo decreto, o serviço passa a ter caráter nacional e interfederativo, além de ter sua integração com os serviços locais de atendimento reforçada. (Clique aqui)
Incentivo à nuvem
A Câmara aprovou o regime de urgência para o projeto que cria o Redata, regime especial de tributação destinado a incentivar a instalação e expansão de datacenters no país. (Clique aqui)
Acordo "em vista"
Um pedido de vista adiou para 24 de fevereiro a votação do parecer favorável ao acordo Mercosul-União Europeia na Representação Brasileira do Parlasul. O adiamento foi solicitado pelo deputado Renildo Calheiros, que pediu mais tempo para analisar o documento de mais de 4 mil páginas. Justo, não é? (Clique aqui)
- Questão de Ordem
"Fortalecimento do Banco Central como instituição típica de Estado", por Epitácio Ribeiro, auditor do Banco Central e presidente do SINAL. (Clique aqui)
"A superinteligência bate à porta", por Régis Oliveira, jornalista e especialista em IA. (Clique aqui)
"Política industrial como política de Estado", por Jackson de Toni, economista e doutor em Ciência Política. (Clique aqui)
"A engrenagem silenciosa da dívida pública", por Antonio Tuccilio, presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos. (Clique aqui)
"Os supersalários no Brasil dos privilégios: a desconexão preocupante entre representantes e representados", por Paulo Serra, presidente da Executiva Estadual do PSDB de São Paulo. (Clique aqui)
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