Em 2025, o Museu das Culturas Indígenas consolidou-se como um espaço vivo de encontro, diálogo e afirmação de identidades, acolheu a presença e as vozes de uma notável diversidade de povos. Ao longo do ano, passaram por suas programações e parcerias comunidades Tupi-Guarani, Guarani Mbya, Guarani Nhandeva, Nhandeva, Tupinambá, Potiguara, Tenetehara, Puri e Mura, entre tantos outros, que fortaleceram conexões entre territórios, histórias e línguas. Essa variedade de presenças também se expandiu com povos do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Amazônia, como Bororo, Kaxinawá, Huni Kuî, Pataxó, Fulni-ô, Guajajara, Terena, Pankararu, Pankararé, Baré, Maxakali, Kusilla, Yapuã, Kariri-Xocó, Ashaninka, Waurá e Munduruku. Cada grupo compartilhou saberes, rituais, artes, práticas de cura, formas de educação e modos próprios de ler e viver o mundo, o que contribuiu para que o MCI se tornasse um território de conhecimentos e de valorização da pluralidade indígena. Também marcaram presença povos como Mehinako, Kaimbé, Karajá, Iny Mahãdu, Kaingang, Xucuru-Cariri, Wassu-Cocal, Tabaçu Rekoypy, Tupi-Guarani e Jeripancó, que fortaleceram a ideia de que não existe uma única cultura indígena, mas sim muitas, diversas e em constante movimento. Ao reunir mais de 30 povos ao longo do ano, o MCI reafirmou seu papel como espaço de memória viva, afirmação política e celebração da riqueza cultural indígena no país. |