Depois que o presidente dos EUA disse que, por enquanto, não haverá ataque ao Irã, e nem demissão do chefe do Fed, sinalizando recuo do que tinha dito dias antes, as Bolsas globais mostraram aquela animação com teor de alívio pela manutenção do mundo como está. O petróleo e o ouro, depois das altas, se acomodaram e assim segue o baile - embora analistas já vejam correção de rota, com outra mudança do humor de Trump, vai saber. Ele não dorme no ponto - só tira uns cochilos em reuniões, coisa rápida, conforme vídeos que circulam nas redes. Já o Ibov, que ontem renovou máxima, continua empolgadíssimo, aproveitando a onda de conflitos adiados ou escanteados de vez. O mercado aqui só botou no radar as novas liquidações do BC (o que houve mesmo com a Reag? A gente explica). “Não tem notícia para boi dormir em 2026”, postou um investidor, querendo ver o circo pegar fogo, só pode. Recue, rapaziada, melhor assim. |
Mas tem notícias incendiárias sim, como não. Acordamos com essa hoje. Decisão do Banco Central foi divulgada nesta quinta-feira (15) sob a justificativa de que a empresa cometeu graves violações às normas do sistema financeiro nacional. É fogo, viu. |
Ditador preso, Trump chamando a ex-vice dele, agora no comando do país, de “fantástica”. Mas e o mercado? Não é só petróleo; veja os setores que devem despontar em uma possível reconstrução do país invadido por Donald Trump. A gente desenha o que deve acontecer agora. Pode cair fundo. |
“Já me perdi nessas alterações.” A gente te localiza. Alterações fazem parte do projeto final de regulamentação da reforma tributária, sancionado por Lula nesta semana. Vá pela sombra no link que você se acha rapidinho. Seu bolso agradecerá.
|
Curte também “setores perenes” com grana constante de dividendos? Tá no lugar certo. Esses setores atuam como pilares resilientes em estratégias de renda passiva; analistas escolhem as melhores para o ano. Aí sim: observe e faça valer. Tamo junto!
|
Briga? Tô fora. Grana, bom, nem precisa dizer. O atraso financeiro do brasileiro em 2026 pode revelar menos um problema econômico e mais uma escolha comportamental, escreve Fabrizio Gueratto, que mostra o que você precisa fazer e saber pra não ficar nem no prejuízo nem devendo uns 1600% ao mês no cartão, mas sim aproveitando o momento do mercado. Dinheiro na mão - na sua, de preferência.
|
|
|