No colorido dos painéis das bolsas, predominou no Brasil o verde vivíssimo, potente, o tom cromático que a gente aprecia ver - isso apesar da vermelhidão que assolou Wall Street hoje. A análise em preto e branco do mercado explica: “Os mercados internacionais ficaram sob viés defensivo com tensões geopolíticas e incertezas sobre a independência do Fed.” Só deu cautela nas Bolsas lá fora, mas não no índice da B3, que seguiu na luta, nocauteando máximas. Com a alta do minério e do petróleo, as blue chips levaram tudo pra cima e avante no Ibovespa. Vale e Petrobras aceleraram e puxaram o bonde dos ganhos do dia, deixando o esquema geral “descolado de NY”. A gente faz o que pode. O sol brilha lá fora, até a hora cinzenta do temporal em São Paulo pelo menos, mas nesse ritmo com direito a arco-íris. E o caso Master? Temos. A curadoria de hoje vai além da saga do banco e tem FIIs rentáveis, uma matéria que mostra quem vai se dar bem com o acordo Mercosul-UE e um artigo com o salseiro dos juros globais. Pode pintar na área que tá bonito. |
Posso ficar tranquilo? Bem… Episódio, cercado de inseguranças, pode levar ao maior resgate da história do Fundo Garantidor de Créditos. Segue o fio, e a novela, pra você compreender o caso.
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Aí sim, agora melhorou. Levantamento da Grana Capital mostra que 20 fundos imobiliários tiveram retorno acima de 22% em 2025. Não durma, nem no ponto, nem antes de ler e entender essa lista de boas notícias.
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Agora vai? Quase. Avanço político reacende expectativas no mercado, mas efeitos sobre ativos dependem de ratificação, tempo de implementação e cenário fiscal doméstico. Sua curiosidade sobre o tema vai acabar já (olha o link abaixo te chamando). |
Quem vai se dar bem nesse (podemos dizer assim, com todo respeito) “corre”? Temos também. Agronegócio e commodities reforçam vantagens competitivas com acesso ao mercado europeu, enquanto indústria química, automotiva e manufaturados enfrentam maior pressão sobre preços e margens. Vai que é tua. |
Se você travou nessa questão, Marcelo Toledo te ajuda a ficar no eixo no meio do caos dessa numeralha. Taxas de longo prazo seguem elevadas diante do aumento da dívida pública e da perda de credibilidade fiscal em diversas economias. Não está tudo de cabeça pra baixo, não, é só impressão. Ou quase. TMJ, Marcelo Toledo. 👊
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