O operário que se tornou presidente! 🥹
O discurso de Lula em 1989 já falava do que foi e segue sendo a marca de seus governos: colocar as trabalhadoras e os trabalhadores, as pessoas comuns, no centro da política! 👊🏽
"...É, tem filho de pobre virando doutor...."
Lula, o Operário do Brasil
"Conheci o Douglas, filho de diarista e de pedreiro, que estudou por meio do ProUni e agora é o mais novo diplomata do Brasil.
Histórias como a do Douglas são reais. Ele seguiu o exemplo de perseverança da mãe e, com oportunidades e apoio, conquistou o sonho de se formar no ensino superior e passar em um concurso público.
Te vejo no Itamaraty, Douglas! Boa sorte! 🎥"
O Bolsa Família não é brinquedo, não! 🪀
✅ Tirou milhões de brasileiros da miséria
✅ Deu oportunidade aos filhos dos mais pobres de estudar e romper com o ciclo da pobreza.
➡️ Só recebem o benefício as famílias com crianças e adolescentes matriculados e com frequência de 75% na escola! 🏫
🔎 Política pública funciona. E o acesso à informação correta também transforma realidades.
Espalhe a verdade! 💫
Lula foi clonado? 🤔 Só pode! 😉
Pra fazer tanto, em tão pouco tempo, devem existir muitos Lulas! 😎
Ninguém sozinho daria conta de tanto trabalho! 🙂↕️
Tem o Lula:
da educação, da agricultura, do comércio exterior, da saúde, da cultura, do emprego e renda, do combate à fome, e muitos outros. . . .
CNH Social! 🙂
Com a CNH Social, o que antes era um privilégio para alguns, ou um sacrilégio para muitos, se tornou mais acessível! 🙏🏼
É assim que se faz política pensando nas trabalhadoras e nos trabalhadores
CNH não é privilégio, é direito! 👊🏾
A CNH Social garante carteira gratuita pra pessoas de baixa renda, com exames, aulas e taxas pagas. Pra muita gente, isso significa trabalho, renda e autonomia! ✨✅
Pelo direito à mobilidade! 💫
Quem pega transporte público todo dia sabe: o custo cada vez mais alto do serviço pesa no bolso. 😕
Mas dá pra ser diferente. Algumas cidades brasileiras já contam com tarifa zero no transporte e o governo Lula quer levar a medida para todo o Brasil! 🫶🏾
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RESUMO DIÁRIO DE IMPRENSA QUINTA-FEIRA 15 JANEIRO 2026
JORNAIS Folha De São Paulo 
O Globo 
- Matrículas para novos alunos de creches de Teresina abrem na segunda ...
- Assista ao Bom Dia ES
- Com 139 mil visitantes em 2025, Fernando de Noronha bate recorde e supera ...
- Alckmin avalia que eventual sanção dos EUA ao Irã não deve afetar ...
- Mais de 40 mil paraguaios cruzam a fronteira em Foz do Iguaçu para ...
Caso não esteja visualizando corretamente esta mensagem, acesse aqui. 
Newsletter diária Quinta, 15 Janeiro 2026
Folha de S.Paulo - 15/01/2026
Presidente da Colômbia anuncia reunião com Trump nos EUA em fevereiro
Kit energético para 2026: descubra a cor, pedra e aroma para blindar o seu ano
De olho no voto feminino, Marco Feliciano muda o tom e passa a defender o divórcio de pastores
Genial/Quaest: Seis em cada dez brasileiros dizem temer que Trump faça com Brasil o que fez com Venezuela
Até que ponto vale ser vulnerável?
Estado de Minas - 15/01/2026
MG: homem é morto enquanto ordenhava leite e suspeito troca tiros com a PM
Adolescente mantém mulher refém em ônibus na Grande BH
Adolescente de 16 anos é apreendido após manter jovem refém em ônibus
Bar Bolão vai reabrir em BH; veja novo endereço e data
Tempestade derruba telhado e causa outros estragos em cidade na Grande BH
Jornal O Tempo - 15/01/2026
Motorista morre após caminhão carregado com batata capotar na MGC-122
Atuação de Estêvão em derrota do Chelsea agita europeus: 'Isso é insano'
Cachorros espanhóis: 5 raças originárias da Espanha
Ídolo do Palmeiras revela que torce para o Santos: 'Desde pequeno'
Homem atira contra militares após matar vaqueiro dentro de curral em MG
Política

Moraes determina transferência de Bolsonaro para sala no Complexo da Papuda
Decisão foi tomada após defesa afirmar que o ex-presidente está em 'vulnerabilidade clínica permanente'
Judiciário

Flávio Dino veta pagamento de emendas a ONGs de parentes de políticos
Decisão do ministro do STF afirma que conduta pode configurar 'nepotismo' e 'improbidade administrativa'

14:12 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Avião turco faz pouso de emergência em Barcelona: "ameaça a bordo"

14:48 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Carlos Bolsonaro mira Tarcísio e ironiza discurso de 'CEO'

06:10 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Trump diz que, sem os EUA, China ou Rússia vão tomar a Gronelândia

08:00 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Morre aos 48 anos filha mantida em sigilo de Freddie Mercury
MUNDO
POLÍTICA

06:50 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Execução do iraniano Erfan Soltani é adiada em meio a sérias preocupações

05:45 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Alimentação de Trump vira alvo de críticas:“Não sei como ainda está vivo"

07:15 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Haddad diz que vai ajudar na campanha de Lula, mas não quer ser coordenador

07:35 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Pacheco recebe Messias e diz que aprovação para o STF ainda depende de ajuste entre Lula e Alcolumbre

06:35 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Julio Iglesias reage às acusações de abuso sexual e prepara defesa

07:04 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Absolvida, Chiara Ferragni escapa de condenação por fraude na Itália
BRASIL
JUSTIÇA

08:38 - 15 DE JANEIRO DE 2026 INSS terá fila nacional para reduzir tempo de espera

07:05 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Seis em cada dez brasileiros dizem temer que Trump faça com Brasil o que fez com Venezuela, aponta Genial/Quaest

08:10 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Jovens recém-casados podem ter morrido por overdose em MT, diz polícia

08:20 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Ladrões em motos aterrorizam Vila Madalena e inibem até passeios com cães
LIFESTYLE
TECH

07:46 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Alimento barato pode reduzir o colesterol em até 4 semanas, diz estudo

06:00 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Sete itens que o detergente de louça limpa muito bem além dos pratos

07:53 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Wi-Fi de hotel pode ser um risco oculto para seus dados pessoais

07:40 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Astronautas da Estação Espacial já chegaram à Terra em segurança

05:30 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Suspensão de vistos pelos EUA preocupa brasileiros que pretendem ir à Copa

05:00 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Veto de Lula a emendas contraria parlamentares, mas Congresso pretende evitar crise com governo

07:56 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Receita Federal volta a negar taxação do Pix e alerta para golpes
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| Estado de Minas - 15/01/2026 | |||||
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| Jornal O Tempo - 15/01/2026 | |||||
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| Avião turco faz pouso de emergência em Barcelona: "ameaça a bordo" |
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| Carlos Bolsonaro mira Tarcísio e ironiza discurso de 'CEO' |
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Resort ligado à família de Toffoli cai nas mãos de advogado da J&F
Por que Itamaraty impôs sigilo aos telegramas com EUA sobre a JBS
Ação militar dos EUA no Brasil é temida por 58%, diz Genial/Quaest
Pesquisa também mostra a avaliação da postura de Lula diante do ataque militar dos EUA contra a Venezuela

10:00 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Com Wagner Moura premiado, Globo de Ouro teve o maior engajamento da história

11:15 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Jennifer Lopez fala do impacto de Sonia Braga em sua versão de 'O Beijo da Mulher Aranha'
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07:04 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Absolvida, Chiara Ferragni escapa de condenação por fraude na Itália

13:45 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Morre a princesa Irene da Grécia, irmã mais nova da rainha Sofía, aos 83

22:12 - 14 DE JANEIRO DE 2026 Oprah Winfrey conta ter ganho 9 kg após interromper uso de canetas emagrecedoras
Pesquisa também mostra a avaliação da postura de Lula diante do ataque militar dos EUA contra a Venezuela |
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“Tarcinismo: austeridade para o funcionalismo trabalhador , pernas abertas para as castas , para concessionárias e grileiros”…Tudo em acordo com a advocacia pública estadual


O governo Tarcísio de Freitas transformou a exceção em regra ao privilegiar soluções extrajudiciais generosas quando os beneficiados são grandes grupos econômicos.
Nas concessões de rodovias, a ARTESP reconheceu administrativamente mais de dois bilhões de reais em "reequilíbrios" pós‑pandemia, sem que as concessionárias precisassem bater às portas do Judiciário ou comprovar cabalmente suas perdas.
Ao mesmo tempo, o governo paulista aprovou o PL 410/2025 e outras normas que permitem a venda de até 720 mil hectares de terras devolutas – ocupadas irregularmente por grileiros há décadas – com descontos de até 90% sobre o valor de mercado, legalizando a preço de capim seco propriedades avaliadas em bilhões.
Escancarando a lógica perversa da direita torta: nega sistematicamente direitos líquidos e certos de contribuintes , de hipossuficientes e de servidores públicos; especialmente os de segurança pública "sem-estrelas" , empurrando cidadãos e funcionários de baixo escalão para calvários judiciais, enquanto - “graciosamente “ - abre a torneira do Erário e as pernas - para concessões bilionárias em favor de grandes grupos privados em plena temporada eleitoral.
Meu nariz defeituoso sente fedor de corrupção administrativa !
Um peso , duas medidas...
A mensagem política é cristalina: para quem veste avental , colete ou farda sem estrelas , anos de espera, perícias, e mais perícias, apelações , agravos e embargos; para quem controla praças de pedágio, basta uma “canetada técnica” de um parecerista de prateleira torta da biblioteca para transformar alegações discutíveis de “desequilíbrio” em crédito gordo a ser pago com dinheiro público.
A crueldade institucionalizada contra os policiais
Policiais estaduais convivem com uma rotina de judicialização para obter o óbvio: férias , licenças-prêmio , adicionais, promoções, pagamentos de diárias incorporação de gratificações e aposentadorias na respectiva classe no momento do cumprimento dos requisitos constitucionais .
A Fazenda, amparada por pareceres de ocasião, recusa administrativamente direitos evidentes, força a propositura de ações, recorre de sentenças favoráveis aos autores , posterga precatórios e transfere integralmente para o servidor o custo emocional e financeiro da litigância.
O recado institucional é devastador: o Estado que exige honestidade , disciplina, risco de vida e disponibilidade integral é o mesmo que se esconde atrás de filigranas para não cumprir a própria lei quando se trata de remunerar com justiça quem o sustenta nas ruas.
Enquanto policiais são obrigados a percorrer anos de litigância para receber direitos cristalinos, fazendeiros condenados por desmatamento e grandes latifundiários obtêm títulos de propriedade praticamente de graça, numa reforma agrária às avessas que drena patrimônio público para quem menos precisa e menos contribui.
O “privilégio” das concessionárias e das castas de grileiros de terras públicas
Quando o assunto são concessionárias de rodovias, a postura se inverte: aquilo que, para o policial, exige trânsito em julgado, para grandes empresas vira “direito adquirido” reconhecido sem burocracia, sem o contraditório real da sociedade.
Em nome de um alegado “reequilíbrio econômico‑financeiro” supostamente causado pela pandemia, o governo se dispõe a reconhecer mais de dois bilhões de reais em favor de grupos que exploram pedágios caros, contratos recheados de garantias e retornos acima da média.
Não há fila de precatórios, não há anos de espera nem ansiedade para saber se “o judiciário vai confirmar”; há notas técnicas benevolentes, reuniões fechadas, termos aditivos e a pressa típica de quem sabe que ano eleitoral é a janela perfeita para premiar aliados econômicos.
E para grileiro de terra pública , quando não indeniza pelas benfeitorias , vende a terra a preço de lama.
A engenharia retórica dos advogados do governo
Os mesmos advogados públicos e pareceristas que tratam pleitos de policiais como “tese controvertida” ou “impacto fiscal excessivo” são pródigos em criatividade para fabricar fundamentos a favor de concessionárias e outros grupos de poder e seus apadrinhados.
Para o servidor sem dinheiro no banco e sem parentes importantes , invoca-se o a legalidade , o interesse público acima do particular , “rigor orçamentário”, a “necessidade de respeito ao teto de gastos”, a “impossibilidade de reconhecimento administrativo sem trânsito em julgado”, mesmo diante de direitos que saltam aos olhos da mais básica hermenêutica.
Para as empresas, o discurso muda: a pandemia vira cláusula mágica para justificar “perdas” que nunca são cotejadas com a redução de custos e de investimentos; a “segurança jurídica” passa a ser escudo para blindar lucros; o “equilíbrio contratual” serve como passaporte para extrair bilhões do Tesouro.
O Tarcinismo da oportunidade eleitoral
O tempo das compensações não é detalhe técnico: concentrar reconhecimento de créditos bilionários às vésperas de eleição revela prioridade política, não apenas “gestão de contratos”.
Para não dizer coisa pior !
Enquanto policiais seguem atolados em ações individuais e coletivas, contando centavos para pagar advogados, peritos e custear recursos, o governo organiza um pacote robusto de benesses a conglomerados que há décadas drenam renda de usuários de rodovias.
Em pleno debate sobre custo de vida, desigualdade e falta de investimento em serviços essenciais, o governo escolhe premiar setores que jamais experimentaram o desamparo que atinge as bases da sociedade.
É uma escolha imoral, antes de tudo.
Captura do Estado e desprezo pelo cidadão paulista
Quando o governo é duro com contribuintes , com servidores , com policiais e generoso com concessionárias, não se está diante de mera “opção técnica”, mas de um desenho de poder: o Estado capturado por interesses privados sofisticados, que dispõem de bancadas, lobbies e escritórios influentes, contra uma base de servidores fragmentada e vulnerável.
A advocacia pública, em vez de atuar como defensora impessoal do interesse público, degrada-se em filtro seletivo: implacável com o pequeno, complacente com o grande; formalista com o servidor público da administração direta , mas empática e criativa com os grupos de poder , como as empresas que exploram as nossas estradas.
O resultado é devastador para a legitimidade das instituições: policiais aprendem que o direito escrito nada vale sem poder de lobby ou do repasse de propina ; a população percebe que paga, em pedágio e impostos, pela combinação perfeita entre insensibilidade social e submissão a grupos econômicos.
Esse contraste – cidadão e servidor na fila do Fórum para ter o básico, esbulhadores , empreiteiros e concessionárias no tapete vermelho para receber bilhões em ano eleitoral – é a síntese de um governo que usa a austeridade como chicote para a base e a “técnica” como disfarce para a transferência de riqueza ao topo.

Flit Paralisante
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Ao Doutor Itagiba Vieira Franco – Manual de defesa no Júri para os membros do PCC acusados de executar Ruy Fontes e Manual de inquérito policial para os novos delegados inteligentes e independentes


No tribunal do futuro próximo – aquele onde os cronistas chegam antes dos julgadores – já se comenta, em surdina, a grande profecia: para absolver os acusados, bastará arrolar como testemunhas de defesa a própria cúpula da investigação.
A delegada do DHPP ( departamento de homicídios e de proteção à pessoa ) , o titular do DEIC ( departamento de investigações gerais e organizações criminosas ) , o chefe do DENARC ( departamento antinarcóticos ) e o onipresente Secretário de Segurança , Dr. Nico , entrarão no plenário não como arautos da culpa, mas como personagens de um roteiro que se auto desmonta, frase por frase, coletiva por coletiva.
O inquérito que se incrimina
O caso nasce embalado em narrativa perfeita para manchete: PCC vingativo, promessa de morte desde 2005, ladrões de banco magoados com o delegado “linha-dura” e, coroando, uma execução digna de Michael Mann, com direito a referência tácita a “Fogo Contra Fogo”.
A história é boa demais para ser estragada por detalhes como prova, coerência lógica ou parcimônia comunicacional.
Para pior: a linguagem de alguns é tosca!
A delegada do DHPP menciona explicitamente um Logan “NP”...
A sociedade sabe o que é um veículo NP , ou seja , objeto de busca e apreensão administrativa ou judicial por falta de pagamento : NÃO PAGADO?
Na ânsia de mostrar serviço, a investigação se apresenta ao país numa vitrine de certeza moral: os investigados são velhos conhecidos, “faccionados antigos”, “topo” do comando local, gente de “sintonia restrita” – portanto, não precisam apenas ser investigados; precisam encaixar no papel de mandantes que a opinião pública exige, sob pena de parecer que o Estado perdeu o fio da narrativa.
A presunção de inocência não existe ; em seu lugar o "princípios do direcionamento e da confirmação" .
A bala que volta pela boca
É aí que entra a Teoria da Perspectiva, de Daniel Kahneman e Amos Tversky, sem que ninguém a convide: valorizamos mais evitar perdas do que obter ganhos equivalentes.
No cálculo institucional, a perda de um ex-delegado-geral é gigantesca, mas a perda do cargo ou do favor político é mais imediata e aterradora.
A aversão a esta perda – a pessoal, a burocrática – atua como combustível definitivo para decisões apressadas, declarações categóricas e o enquadramento da narrativa aos ventos do poder.
A investigação se alinha não à lógica dos fatos, mas à da autopreservação.
O crime é moldado como “promessa antiga” de vingança; o passado de 2005 vira atalho mental para explicar tudo o que não se sabe em 2025–2026.
Mas quanto mais a delegada do DHPP fala, mais munição entrega à futura defesa: admite investigação em curso, perícias pendentes, “última pecinha” não encontrada, incerteza sobre a existência de mandante superior – e, ainda assim, sustenta, em tom de convicção, um enredo fechado de vingança pura, sem “rolagem de grana”, quase um acerto de contas romântico entre o “roubo a banco raiz” e o PCC senil
Em linguagem de júri, isso significa algo simples: o próprio Estado reconhece, em público, que falou mais do que sabia. E tudo gravado, editado, compartilhado, indexado – na era digital, a verborragia não prescreve.
A contradição do crime “fácil” em modo blockbuster
Um dos momentos antológicos vem quando a autoridade insiste que a rotina da vítima tornava tudo muito fácil: andar de moto, circular à beira-mar, por vezes desarmado, vulnerável, acessível, quase um alvo didático.
Se era assim, perguntará a defesa, por que diabos o crime foi executado com coreografia de filme, em avenida, com colisão, rajadas, feridos colaterais, câmeras captando metade da sequência?
A narrativa oficial constrói o cenário da facilidade e, com isso, destrói a lógica do modus operandi escolhido.
Se havia mil chances discretas, o espetáculo armado em via pública passa a exigir outra explicação: recado público?
Disputa interna?
Outro interesse eclipsado pelo mantra “vingança de 2005”?
Quando o Ministério Público tiver de responder a isso, a defesa já terá em mãos a melhor peça de marketing a seu favor: a gravação da própria delegada descrevendo um alvo fácil e um crime desnecessariamente barulhento.
O milagre dos “Azuis” multiplicados
A cereja do bolo está na confusão das alcunhas: Azul colorido, Azul careca, Azul de um inquérito, Azul de outro.
O erro é admitido, relativizado, quase tratado como acidente de digitação, quando, na verdade, revela falhas estruturais de checagem em um caso de enorme repercussão.
No plenário, a pergunta será irresistível: se a polícia errou no “Azul”, quantos outros detalhes foram sacrificados na corrida pela coletiva perfeita?
E mais: se as autoridades não conseguem distinguir homônimos de apelido, como garantir que a imputação de mando não é produto de viés, pressão e “narrativa pronta” em busca de personagens?
A resposta, qualquer que seja, interessará muito mais à defesa do que à acusação.
Testemunhas da defesa, em traje de acusação
É nesse ponto que a profecia se escreve sozinha.
O advogado se levanta, terninho surrado, olhar cansado de quem conhece mais as sombras do que sol, e anuncia:
Excelência, a defesa requer, com especial deferência, a oitiva das seguintes testemunhas: diretora do DHPP, delegado do DEIC, delegado do DENARC e o Secretário de Segurança…
O promotor arregala os olhos. O juiz consulta o relógio.
O júri não entende nada. Mas o processo entende.
Porque, ao deporem, essas autoridades terão de explicar cada contradição, cada excesso retórico, cada certeza antecipada; terão de repetir, sob contraditório, que “a investigação não estava concluída”, que “não se sabia se havia mandante acima”, que “foi possível confundir Azul com Azul” e que “a vítima oferecia facilidade, mas foi morta em modo “sucesso de bilheteria” .
A linha de defesa estará pronta: não se trata de negar a gravidade do crime, mas de demonstrar que a narrativa estatal é psicologicamente enviesada, juridicamente imprudente e logicamente inconsistente.
Em linhas gerais , a própria cúpula Polícia Civil sob pressão do governo do Estado se encarregou de plantar dúvidas mais do que razoáveis : aquelas que absolvem.
Flit, por enquanto, paralisante
No palco do Flit Paralisante, essa história já se desenrola como crônica de costumes de uma segurança pública guiada mais por roteiros de Netflix eleitoral do que por método; muito mais por aversão à perda de prestígio do que por rigor probatório.
A tragédia é real, o morto é real, o PCC é real ; mas a narrativa que se pretende definitiva nasce contaminada por pressa, vaidade coletiva e a velha crença de que falar com ares de autoridade em coletiva é sinônimo de “resposta do Estado”.
A ironia final é simples e cruel: quando o processo chegar à sua hora decisiva, talvez não sejam os acusados que precisem se explicar.
Bastará chamar à tribuna as autoridades do “nós temos certeza”, agora sob juramento, e deixar que, em silêncio entre uma resposta e outra, elas revelem o que sempre tentei ensinar : o inquérito, mal feito e mal contado, na maioria das vezes , é o melhor álibi.
Este texto é, ao fim e ao cabo, uma homenagem póstuma ao delegado Itagiba Vieira Franco, falecido no último dia 8, cuja trajetória firme e silenciosa contrasta dolorosamente com a verborragia insegura de certos protagonistas de hoje.
Nele se celebra a figura do policial que não precisava de holofotes para exercer autoridade, que conhecia o peso das palavras em investigação sensível e que, justamente por isso, faz ainda mais falta quando se vê a cúpula da Polícia Civil deste Estado tropeçar na própria narrativa por incultura , por incompetência e por medo de desagradar o governo!

14:23 - 15 DE JANEIRO DE 2026 Justiça vê indícios e São Paulo será investigado por lavagem de dinheiro
Cidad3: Imprensa Livre!!!
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| Justiça vê indícios e São Paulo será investigado por lavagem de dinheiro |
Saúde, Sorte e $uce$$o: Sempre!!!



























