 - Ibovespa: +1,96% (165.145,98 pts.)
- S&P 500: -0,53% (6.926,60 pts.)
- Nasdaq: -1,0% (23.471,75 pts.)
- Dow Jones: -0,09% (49.149,63 pts.)
- Dólar: +0,47% (R$ 5,4012)
- Euro: +0,35% (R$ 6,285)
- Petróleo Brent (março): +1,6% (US$ 66,52)
- Bitcoin: +3,58% (US$ 97.357,59)
- Ouro (fevereiro): +0,80% (US$ 4.635,7)
Contexto: O Ibovespa renovou a máxima histórica e fechou acima dos 165 mil pontos pela primeira vez nesta quarta-feira (14) com um novo desenho do cenário eleitoral no Brasil. Os investidores reagiram positivamente a menor vantagem do presidente Lula sobre o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno das eleições, segundo pesquisa Genial/Quaest.
E o dólar fechou em alta ante o real, na contramão do recuo da moeda norte-americana ante boa parte das demais divisas no exterior, em uma sessão marcada pela suspensão do processamento dos vistos de brasileiros pelos EUA e por nova pesquisa eleitoral.
Já as ações americanas encerraram o pregão em baixa, lideradas pela queda do Nasdaq, com as ações de tecnologia recuando à medida que os investidores migraram para setores mais defensivos, enquanto as ações de bancos ampliaram as perdas, em meio a preocupações com a proposta do presidente dos EUA, Donald Trump, de limitar as taxas de juros dos cartões de crédito.
O petróleo fechou em alta acima de 1%, continuando o avanço das cotações que segue a escalada de tensões no Irã. Os protestos contra o regime, assim como a repressão, vem sendo acompanhados da perspectivas de uma intervenção de Washington, o que levaria a crise a outro nível. Na mesma linha, o ouro renovou recorde, com o metal prosseguindo seu ímpeto de avanços em meio às tensões globais e com as perspectivas para a política monetária dos Estados Unidos. |
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 Escândalo do Banco Master eleva ansiedade sobre escolha de diretores do BC

Diante do agravamento da crise aberta pelo escândalo financeiro do Banco Master, uma pergunta passou a dominar as conversas entre executivos e reguladores do sistema financeiro: quem vai ocupar a cadeira de diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central do Brasil, vaga desde 31 de dezembro?
Em circunstâncias normais, esse é um cargo técnico, que costuma passar longe dos holofotes do mercado. Desta vez, porém, o contexto é outro.
Os riscos associados à apuração da maior crise bancária da história recente do país transformaram a escolha em um ponto sensível — e politicamente delicado.
Foi o então diretor Renato Gomes quem barrou a venda do Master e decretou a liquidação do banco. |
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Análise: BC e PF se unem contra pressão no caso Master

Acontece nesta quarta-feira uma reunião entre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A âncora da CNN Brasil Thais Herédia afirma que o encontro é uma reação à tentativa de desqualificar quem investiga as fraudes no caso do Banco Master.
🔗 Confira a análise completa aqui |
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Quinta-feira (15/1)
Brasil 11h30 - Tesouro divulga o Leilão de NTN-F e LTN
Estados Unidos 10h30 - DoL divulga os Pedidos de auxílio desemprego (janeiro) 10h30 - BEA divulga o PIB anualizado 13h00 - Fed divulga a Sondagem Industrial - Kansas City 14h00 - DOE divulga os Estoques de petróleo bruto
Europa 12h00 - EC divulga a Confiança do Consumidor
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Quarta-feira, 14 de janeiro de 2026O Irã deve executar hoje Erfan Soltani, de 26 anos, preso em conexão a protestos na cidade de Karaj; no Planalto, o Executivo tem até hoje para sancionar a Lei Orçamentária Anual de 2026; ainda na capital, os ministros Guilherme Boulos e Gleisi Hoffmann vão pedir ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que dê prioridade máxima à votação do projeto de regulamentação do trabalho por aplicativos; na reforma tributária, Lula vetou um dispositivo que conclui a regulamentação da reforma que reduzia a carga tributária às SAFs; na Superintendência da PF, a Polícia Federal começou a desligar a central de ar-condicionado que fica ao lado da cela do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). |
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Conflitos no Irã
O Irã deve executar hoje Erfan Soltani, de 26 anos, preso em conexão com protestos na cidade de Karaj. A informação foi divulgada pela Hengaw, uma organização iraniana de direitos humanos curda. A ONG denunciou que Soltani não teve acesso a um advogado e foi privado de outras garantias fundamentais do devido processo legal. A irmã de Erfan Soltani, que é advogada, tentou dar seguimento ao caso na justiça iraniana, relatou a ONG, mas as autoridades negaram acesso ao processo. Em entrevista ao WW, o Eurasia Group estimou uma probabilidade de 80% dos EUA realizaram ataques aéreos contra instalações iranianas em meio às crescentes tensões entre Washington e Teerã. |
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LOA
O Executivo tem até hoje para sancionar a Lei Orçamentária Anual de 2026. Como adiantado por aliados, o presidente Lula (PT) avalia vetar trechos da peça orçamentária. A LOA é a lei que define quanto e como o governo federal pode gastar e arrecadar ao longo de um ano. O principal ponto em discussão se dá em torno do volume de emendas inseridas no texto, na casa dos R$ 61 bilhões. O ministro Rui Costa, da Casa Civil, ressaltou que, no orçamento, há valores “muito acima do valor legal” e “do valor pactuado”. Além dos mais de R$ 49 bilhões em emendas individuais, de bancada e de comissões, os congressistas incluíram no orçamento da União mais de R$ 11 bilhões entre as verbas discricionárias da União e do Programa de Aceleração do Crescimento. |
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Trabalho com Apps
Os ministros Guilherme Boulos e Gleisi Hoffmann vão pedir ao presidente da Câmara, Hugo Motta, que dê prioridade máxima à votação do projeto de regulamentação do trabalho por aplicativos na volta do recesso parlamentar. O governo deu aval ao texto do relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), que foi apresentado em dezembro e está pronto para análise em uma comissão especial. Coutinho negociou diversos pontos do relatório com o Planalto. O presidente Lula (PT) tem dito a aliados que não se conforma como os trabalhadores se distanciaram da esquerda e se identificaram com pautas defendidas pelo bolsonarismo. |
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Reforma tributária
O presidente Lula (PT) vetou ontem um dispositivo do projeto de lei complementar que conclui a regulamentação da reforma tributária que reduzia a carga tributária aplicada às SAFs. O trecho aprovado pelo Congresso previa a redução da alíquota dos tributos federais não alterados pela reforma de 4% para 3% no regime específico das SAFs. A mudança foi vetada pelo governo. Já as reduções da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) para 1% cada foram mantidas, conforme o desenho geral da reforma tributária. Com isso, após os vetos, a carga tributária total das SAFs ficou em 6%, composta por 4% de tributos federais não alterados pela reforma, 1% de IBS e 1% de CBS. |
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Bolsonaro preso
A PF (Polícia Federal) começou nesta semana a desligar a central de ar-condicionado que fica ao lado da cela onde está preso o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com a medida, a energia é desligada todos os dias às 19h30 e religada às 7h30 do dia seguinte. Esse é um horário em que não há expediente no prédio da Superintendência da PF, apenas o plantão para ocorrências em flagrante. A central com geradores ao lado da cela de Bolsonaro virou alvo de reclamação dele, de seus familiares e de sua equipe de defesa. O filho Carlos Bolsonaro falou em entrevistas que havia “ruído intenso, alto e constante”, que, segundo ele, estaria causando sofrimento psicológico e impedindo o ex-presidente de dormir e se alimentar adequadamente. |
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R$ 15,7 bilhõesÉ o valor que o capital social da companhia aérea Azul poderá atingir após a conversão de bônus no plano de recuperação judicial da empresa. Leia mais |
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 "[...] ele reiterou que, mesmo já tendo oferecido apoio claro em entrevistas, dará, sim, total suporte e o palanque necessário a Flávio, na hora certa"Filipe Sabará, empresário e aliado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), sobre o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, à candidatura do senador. Leia mais |
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O regime iraniano está reprimindo protestos da população por todo país. Segundo a HRANA (Organização Human Rights Activists), os confrontos, que começaram no fim de dezembro, já mataram mais de 2 mil pessoas. Assista |
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