Mais da metade de 2025 já ficou para trás e o que fazer no restante do ano é uma dúvida que paira na cabeça de muitos investidores. Não poderia ser diferente, já que o momento pede reflexões estratégicas.
O Brasil segue com a Selic em 15% ao ano, reflexo da postura cautelosa do Banco Central diante do cenário fiscal desafiador, e expectativas de inflação futura ainda acima da meta de 3%. Soma-se também o risco adicional do impacto das tarifas dos EUA.
E por falar em Estados Unidos, o dólar perdeu força, as bolsas renovaram máximas, mas o Fed (o banco central americano) não sinalizou cortes significativos de juros.