(...alguns exibem tornozeleira ... ...)
Rejeitado por Bolsonaro, governador recebe convites e vai ...
(...e aí, para quebrar rejeição... ...)
Astrônomos fazem vídeo de planeta sendo esculpido da poeira
Imagem inédita mostra um planeta em formação moldando espirais em disco de poeira estelar a 440 anos-luz da Terra, dizem cientistas
Dia de luto no rock: morre Ozzy Osbourne, o Príncipe das Trevas
James Michael "Ozzy" Osbourne, um dos fundadores do heavy metal na Inglaterra e líder do lendário Black Sabbath, morreu nesta terça-feira, 22, aos 76 anos, após uma longa batalha contra o Parkinson. Conhecido como "Príncipe das Trevas", Ozzy Osbourne nasceu em Birmingham, na Inglaterra, e se tornou um dos mais importantes personagens da história do rock. Além do vocal melodioso e potente, ficou conhecido pelas performances intensas no palco, como na vez em que abocanhou um morcego, para espanto da plateia. A morte foi anunciada em um comunicado divulgado pela família. "É com uma tristeza que palavras não conseguem expressar que informamos que nosso querido Ozzy Osbourne faleceu nesta manhã. Ele estava com a família, cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade da nossa família neste momento." Nos últimos anos, Ozzy enfrentou sérios problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com Parkinson em 2019, passou por diversas cirurgias e chegou a declarar que não conseguia mais andar. Conquistou milhares de fãs ao criar, com o Black Sabbath, um som que marcou as bases do metal. Com o Black Sabbath, ao lado do guitarrista Tony Iommi, gravou álbuns fundamentais do gênero, como "Paranoid" e "Master of Reality". Após deixar a banda em 1979, construiu uma carreira solo marcada por hits como "Crazy Train" e "No More Tears". Ele retornou ao grupo em 1997 e a volta rendeu o último álbum de estúdio, "13", lançado em 2013. Em entrevista à revista Rolling Stone em novembro de 2023, o cantor revelou que não se sentia um ícone do gênero musical. "Queria me sentir um ícone do caralho! Tive uma longa carreira e levantei algumas sobrancelhas ao longo do caminho. Conheci pessoas incríveis. Fiz alguns shows bons e alguns ruins pra caramba", disse. Em 1970, o Black Sabbath lançou seu primeiro álbum homônimo, que mudaria, definitivamente, os rumos do chamado rock pesado. A estreia foi considerada a primeira de um álbum de heavy metal da história, alcançando o top 10 no Reino Unido. Um ano depois, o 2º álbum, Paranoid, liderou as paradas musicais do Reino Unido e alcançou a 12ª posição no ranking da Billboard. O abuso de substâncias e bebidas alcoólicas, no entanto, fez com que o cantor fosse demitido da banda em 1979, sendo substituído por Ronnie James Dio. O roqueiro se apresentou a uma nova geração nos anos 2000 graças a "The Osbournes", o primeiro reality show da MTV. Recordista de audiência, o programa foi ao ar entre 2002 e 2005, mostrando um lado mais doméstico e engraçado de Ozzy, convivendo com sua família. Em 2018, Ozzy expressou o cansaço de quase 50 anos na estrada, com o Black Sabbath e em carreira solo. "Me sinto como rato em uma roda", ele comentou, dizendo que queria desacelarar para acompanhar o crescimento dos netos. "Perdi meus filhos crescendo enquanto viajava. Só quero ficar mais em casa agora". Ozzy deixa a esposa, a empresária Sharon Osbourne, e seis filhos: Aimee, Kelly, Jack, Jessica, Louis e Elliot. (Com informações de Rolling Stone, Veja e O Globo) |
Tarcísio é escrachado pelo Estadão por ecoar a “delinquência bolsonarista”
|
| Blog do Gerson Nogueira |
‚In Fux they trust‘: Como foi turbinada a carreira de Luiz Fux
A estratégia dos Marinhos para lançar Fux começou em 2010, quando José Sarney, presidente do Senado, resolveu modernizar os códigos jurídicos Por Luis Nassif, no Jornal GGN As ligações de Luiz Fux com a família Marinho, das Organizações Globo, vêm da adolescência. Foi colega de escola de um dos filhos de Roberto Marinho. E mantiveram amizade pelo resto da vida. A estratégia dos Marinhos para lançar Fux começou em 2010, quando José Sarney, presidente do Senado, resolveu modernizar os grandes códigos jurídicos nacionais. Montou vários grupos para discutir o Código de Processo Civil, o Código de Processo Penal, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Penal, o Código Eleitoral e os Códigos do Direito Militar. Por sugestão dos Marinho, o CPC foi entregue a Luiz Fux, até então Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). No decorrer dos trabalhos, o CPC mereceu cobertura maciça do Jornal Nacional, até em detrimento dos demais. Quando Eros Grau se aposentou, houve intensa campanha em favor de Fux, apresentado como bem visto pela Globo, mas com apoio de Gilmar Mendes, José Sarney, Nelson Jobim e Sérgio Cabral. Na época, o STF tinha sido arrastado pela sanha condenatória de Joaquim Barbosa, na mãe de todos os abusos, o Mensalão. E Fux se apresentou, tanto para Dilma como para líderes do PT, como José Dirceu, como capaz de “matar no peito” os processos. Desmoralizou-se na festa de posse, na qual se esbaldou, inclusive tocando guitarra. Na ocasião, foi abordado pela jornalista Mônica Bérgamo, que lhe perguntou sobre o “matar no peito” e Fux acabou se entregando. Admitiu ter usado a expressão, “mas em outro contexto”. Assumindo, tornou-se um seguidor do punitivismo de Joaquim Barbosa. Seus votos eram risíveis. Endossava tudo o que Barbosa indicava, passando a forte convicção de que sequer lia os votos do relator. Uma vez chegou a generalizar tanto as condenações, que deu um voto condenando um réu que havia sido absolvido por Barbosa. Precisou, depois, corrigir o voto. No seu mandato, cometeu impropriedades flagrantes. Quando corregedor do Conselho Nacional de Justiça, por exemplo, afastou uma juíza do Tribunal de Justiça do Pará, que havia bloqueado R$2,09 bilhões em contas do Banco Itaú, em setembro de 2020, com base em uma ação transitada em julgado em 2002. O Itaú ingressou, então, com reclamação disciplinar no CNJ, alegando ausência de comunicação prévia sobre o bloqueio. Em 24 de setembro de 2020, Fux determinou, por liminar, a suspensão da juíza e o desbloqueio das contas, alegando que a ordem teria sido “extremamente exagerada”. Foram numerosas as acusações de que Fux ultrapassou os limites da competência do CNJ, pois esse órgão não poderia cassar decisões jurisdicionais, apenas aplicar sanções administrativas. Os advogados do Itaú eram do escritório de Luiz Roberto Barroso, que deixou a titularidade para um sobrinho.
|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
























































