| Alckmin tratou de tarifa de Trump com secretário de Comércio dos EUA |
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O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (24) que conversou com o secretário do Comércio dos EUA, Howard Lutnick, sobre a tarifa de 50% sobre a importação de produtos brasileiros anunciada por Donald Trump.
Segundo o vice-presidente, a conversa, que aconteceu no último sábado (19), foi longa e proveitosa.
“Foi uma conversa longa e que entendo como muito importante. Foi boa e proveitosa. Colocamos todos os pontos, destacando o interesse do Brasil na negociação. Destacamos o que o presidente Lula tem destacado: negociação, sem contaminação política ou ideológica”, disse Alckmin. |
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BOLSA E DÓLAR NESTA QUINTA-FEIRAO desempenho dos mercados hoje. Veja aqui |
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O sinal negativo prevaleceu na bolsa paulista e o dólar caiu nesta quinta-feira (24), com investidores evitando alterar posições antes que haja clareza sobre a cobrança de tarifa pelos EUA sobre os produtos brasileiros e sobre a resposta a ser dada pelo Brasil.
O Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, caiu 1,15%, a 133.807,59 pontos.
Já o dólar à vista teve uma queda de 0,05%, a R$ 5,5211 na venda, no menor valor de fechamento desde os R$ 5,5036 de 9 de julho — dia em que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a tarifa de 50% para os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto. |
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ARRECADAÇÃO, TARIFAS, COMÉRCIO Macroeconomia |
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A arrecadação federal no primeiro semestre bateu recorde ao atingir R$ 1,425 trilhão nos seis primeiros meses de 2025. O recorde anterior para o período era de 2024. Na época, a arrecadação federal somou R$ 1,38 trilhão.
A Receita Federal informou nesta quinta-feira (24) que arrecadou cerca de R$ 8 bilhões com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) em junho. O número representa uma alta de 38,8% na comparação com o mesmo mês de 2024, quando a arrecadação com o imposto somou R$ 5,8 bilhões.
As vendas de café, carne bovina e sucos de frutas do Brasil aos Estados Unidos despencaram desde abril — quando o presidente norte-americano, Donald Trump, impôs tarifas de 10% ao Brasil. O movimento acontece antes mesmo de entrarem em vigor as taxas de 50%, previstas para 1º de agosto.
O plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma nova tarifa de 50% sobre os produtos brasileiros a partir de 1º de agosto pode devastar o cinturão citrícola do Brasil, uma vez que as fábricas reduzem os trabalhos e os produtores de laranja consideram deixar as frutas apodrecerem em meio a uma queda acentuada nos preços.
A Associação Nacional dos Restaurantes dos Estados Unidos classifica o Brasil como “fundamental” para bares e restaurantes americanos. Por isso, pedem ao governo Donald Trump a adotar uma política “justa” com o país.
O governo federal cogita enviar uma comitiva ao México em agosto para negociar acordos comerciais, disseram fontes da Esplanada à CNN. A missão seria liderada pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic), Geraldo Alckmin, e aconteceria nos dias 27 e 28.
O Banco Central revelou um dos maiores incidentes de vazamento de dados do sistema Pix já registrados no Brasil. Mais de 46 milhões de chaves, pertencentes a aproximadamente 11 milhões de pessoas, foram acessadas de forma indevida pelo Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário. As informações são do blog de Fernando Nakagawa. |
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NESTLÉ, MULTIPLAN, TIM Negócios |
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A multinacional suíça de alimentos e bebidas, Nestlé, informou nesta quinta-feira (24) que obteve lucro líquido de 5,065 bilhões de francos suíços (cerca de US$ 6,37 bilhões) no primeiro semestre deste ano.
A Multiplan — dona de uma rede com 20 shopping centers — teve lucro líquido de R$ 264,3 milhões no segundo trimestre de 2025, queda de 6,2% ante o mesmo período do ano passado, conforme balanço publicado há pouco.
A TIM vai investir R$ 250 milhões para expandir a cobertura de internet e o número de lojas em Minas Gerais. A operadora está buscando reforçar a sua atuação no Estado, onde a sua participação de mercado está abaixo da média nacional da companhia. |
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PARA LIDAR COM TARIFA DE TRUMP Plano de contingência anti-tarifaço prevê crédito a empresários, diz Haddad |
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta quinta-feira (24), que o plano de contingência do governo federal para lidar com a tarifa de 50% anunciada por Donald Trump tem medidas “em todos os sentidos”, inclusive uma linha de crédito para os empresários mais afetados. As informações foram dadas em entrevista à Itatiaia.
“O cardápio está pronto. Tem propostas em todos os sentidos, inclusive de linha de crédito, mas não posso antecipar a decisão que não foi tomada ainda. É um protocolo, de respeitar a decisão do presidente”, disse Haddad. |
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DADOS DA CNI ▸Cada R$ 1 bi exportado aos EUA gera 24 mil empregos no BrasilPara cada R$ 1 bilhão que o Brasil exportou aos Estados Unidos em 2024, foram gerados 24,3 mil postos de trabalho entre os brasileiros, segundo estudo divulgado nesta quinta-feira (24) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Em meio à tensão provocada pelo tarifaço de Donald Trump, que deve levantar uma alíquota de 50% contra os produtos brasileiros no dia 1º de agosto, a entidade vem buscando reforçar, por meio de estudos, que "Brasil e Estados Unidos sustentam uma relação econômica robusta e estratégica, alicerçada em comércio, investimentos e integração produtiva".
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Impasse nas tarifas
O Brasil encara um impasse no tarifaço americano de 50% a produtos nacionais, enquanto outros países avançam em negociações e fecham acordos com os Estados Unidos. O governo brasileiro tem apostado nas conversas de bastidores e na relação com o setor privado para contornar a situação. A ideia é que esses canais podem ser mais efetivos do que insistir em encontros diplomáticos formais com o governo de Trump, até mesmo porque as investidas do Brasil seguem sem um retorno positivo oficial. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, orientou ontem o grupo de oito senadores que vão aos Estados Unidos na próxima semana. Os parlamentares estão afinando o discurso a ser usado. Por exemplo, mostrar o potencial de danos à própria economia americana numa espécie de pressão interna. Também pretendem falar que, se os EUA se fecharem às exportações brasileiras, vão jogar o Brasil no colo da China. |
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Fraude do INSS
Os aposentados e pensionistas que sofreram os descontos indevidos na fraude do INSS e aderiram ao acordo do governo federal terão direito ao reembolso a partir de hoje. O prazo para adesão vai até 14 de novembro, e os pagamentos serão feitos diretamente na conta em que o benefício é depositado. A ordem seguirá a data de adesão, ou seja, quem aderiu primeiro, receberá primeiro. O valor será creditado em parcela única e corrigido pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país. Para receber já nesta primeira leva, era necessário ter formalizado a adesão até segunda-feira (21). Segundo o INSS, cerca de 600 mil beneficiários já formalizaram sua adesão. Na semana passada, o Ministério da Previdência apontou que cerca de 1,4 milhão de pessoas estão aptas a receber os valores. |
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Imposto de Renda
A partir das 10h de hoje, a Receita Federal liberará a consulta ao terceiro dos cinco lotes de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025. É o maior lote da história em número de contribuintes e o segundo maior em valor - cerca de 7,2 milhões de contribuintes receberão um montante total de R$ 10 bilhões. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. A maioria do valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso. Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento deste ano. A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. |
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Forças Armadas As Forças Armadas brasileiras buscaram, nos últimos dias, sinais de que o crescimento da tensão com os EUA não irá atrapalhar a aliança histórica entre os países ou os negócios e parcerias já planejadas entre ambos. Isso em um momento em que representantes da indústria de defesa da China e da Rússia aproveitam o afastamento entre Brasília e Washington para buscar autoridades militares brasileiras para vender seus produtos. O Exército brasileiro, por exemplo, já tem encomendado dos americanos 12 helicópteros Black Hawk avaliados em US$ 451 milhões de dólares e 222 mísseis Javelin, orçados em US$ 74 milhões. Essas vendas são reguladas por um programa do Departamento de Estado, Foreign Military Sales, fechados diretamente entre governos, isentando da cobrança tarifária. A preocupação é que a escalada entre ambos possa levar a interrupção desses negócios, afetando ainda mais as forças brasileiras que vivem situação orçamentária crítica. |
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Brasileirão
Um ponto meio amargo para cada lado. Assim podemos definir o empate sem gols entre Corinthians e Cruzeiro, nesta quarta-feira (23), pela 16ª rodada do Brasileirão, na Neo Química Arena. A partida marcou o primeiro reencontro de Cássio, agora com a camisa azul da Raposa, com o Corinthians, time do qual se tornou um dos grandes ídolos da história. No Rio, o Palmeiras derrotou o Fluminense pelo placar de 2 a 1. Esta foi a segunda vitória consecutiva do time paulista na competição. Em Fortaleza, o Mirassol conquistou uma importante vitória fora de casa ao derrotar o Ceará por 2 a 0, no Castelão. Em Bragança, o Flamengo venceu o Red Bull Bragantino por 2 a 1, na Arena Red Bull. Na Vila Belmiro, o Internacional superou a pressão e venceu o Santos por 2 a 1. |
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11 milhões É a quantidade de pessoas que tiveram dados cadastrais do Pix vazados por conta de acessos indevidos, segundo o Banco Central. Leia mais |
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 "Até o ET sabia a hora de voltar para casa"Publicação nas redes sociais da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil incentivando um programa de autodeportação do governo americano. Leia mais |
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No WW, Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior e sócio da BMJ, comentou que os EUA selaram acordos com vários países, mas continuam duros com o Brasil. Segundo Barral, hoje, o acordo entre Mercosul e UE é o mais importante do mundo. Assista. |
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