Fios que tecem memórias na Casa de Portinari | O Museu Casa de Portinari apresenta até o dia 3 de agosto a exposição “Saberes e Fazeres da Casa de Portinari: Bordados, Bordaduras e Bordadeiras”, em cartaz no Galpão das Artes . A mostra reúne peças criadas por artesãs de diferentes localidades, como Brodowski, Batatais, Ribeirão Preto, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, destacando o bordado como linguagem afetiva, cultural e ligada às memórias e vivências de cada autora. Inspiradas no cotidiano da família de Candido Portinari, especialmente sua mãe e irmãs, as obras evocam memórias da infância do artista e ressaltam a tradição têxtil como parte do patrimônio coletivo. A proposta da exposição é acolher a diversidade de técnicas e perspectivas, revelando o bordado como expressão pessoal e memória viva. A visitação é gratuita e pode ser feita de terça a domingo, das 9h às 17h. O Galpão das Artes fica na rua João Brisotti, 128, em Brodowski (SP). | |
 | Novo Boletim de Acervo disponível no site | O novo Boletim de Acervo do Museu e Auditório destaca os cuidados com uma peça singular da coleção: a escultura em gesso “Sem Título” (série “Pássaros”), de 1980. Diferente das obras em bronze ou granito, o gesso exige atenção especial por ser mais sensível a umidade e variações climáticas. Localizada no Centro de Pesquisa e Referência, a peça recebe monitoramento diário e higienização com trinchas macias, conforme a política de conservação preventiva do Museu. O cuidado contínuo assegura sua integridade e valor histórico. Mais do que expor obras, o Museu preserva com responsabilidade, reforçando seu compromisso com a memória, a pesquisa e o acesso às futuras gerações. Clique no botão abaixo e acesse o Boletim no site do Museu e Auditório. | ACESSE O BOLETIM AQUI |
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 | Protagonismo indígena nas oficinas de férias | Na edição de julho do projeto Férias no Museu, as atividades ganham ainda mais significado com a condução por representantes dos povos indígenas da região. Crianças, jovens e adultos são convidados a participar de experiências criativas que valorizam saberes tradicionais, fortalecem vínculos comunitários e promovem o aprendizado a partir do contato direto com as culturas ancestrais vivas. As oficinas do Museu Índia Vanuíre incluem a construção de arcos, flechas e zarabatanas de brinquedo; vivências com cantos e danças tradicionais, além de confecção de artesanatos, brincos e flautas inspiradas em referências culturais de povos originários. Cada atividade promove o encontro com diversos conhecimentos transmitidos por gerações, reforçando o respeito às memórias, técnicas e expressões dessas comunidades. As ações colocam em evidência a cultura indígena como fonte viva de aprendizado, fortalecendo a presença e a voz de seus representantes nos espaços museais. |
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 | MCI é destaque em guia da Secretaria de Turismo e Viagens de SP | O Museu das Culturas Indígenas integra o “Guia Turístico de Religiões de Matrizes Africanas e Indígenas”, ao lado de outros 16 destinos paulistas. A publicação destaca espaços de valorização dos saberes, ritos e tradições dos povos originários e afrodescendentes.
Na publicação, também disponível on-line no site da Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo, o MCI é descrito como um espaço onde os visitantes têm a oportunidade de vivenciar a profunda conexão entre as cosmologias indígenas, a natureza e os rituais sagrados. Trata-se de uma jornada de respeito e conexão com a espiritualidade ancestral dos povos originários do Brasil. O Museu Índia Vanuíre também integra o circuito, com ações voltadas à valorização das culturas indígenas. O guia ainda busca fortalecer o turismo religioso, que movimenta mais de 20 milhões de viagens por ano no Brasil e mais de R$ 15 bilhões em receitas, segundo o Ministério do Turismo. |
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