 • Ibovespa: +0,33% (198.657,33 pts.) - novo recorde • S&P 500: +1,18% (6.967,38 pts.) • Nasdaq: +1,96% (23.639,08 pts.) • Dow Jones: +0,66% (48.535,99 pts.) • Dólar: -0,09% (R$ 4,9935) • Euro: +0,2% (R$ 5,889) • Petróleo Brent (junho): -4,6% (US$ 94,79) • Ouro (junho): +1,73% (US$ 4.850,10) Contexto: O Ibovespa fechou em novo recorde nesta terça-feira (14), ultrapassando os 199 mil pontos pela primeira vez na máxima do dia, com a retomada do fôlego dos ativos de risco em meio ao otimismo de que Estados Unidos e Irã possam chegar a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio.
Ao mesmo tempo, o dólar se manteve abaixo dos R$ 5. O câmbio acompanhou o recuo da moeda norte-americana ante quase todas as demais divisas no exterior.
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street fecharam em alta e se aproximaram de seus recordes de fechamento nesta terça-feira, conforme os investidores se mostravam otimistas sobre as perspectivas de solução do conflito no Oriente Médio, enquanto avaliavam o último lote de resultados bancários e as leituras de inflação dos EUA.
Também de olho na guerra, os preços do petróleo fecharam em queda nesta terça, sendo negociados abaixo da marca de US$ 100 por barril. |
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 Juro alto e falta de informação levam brasileiro a bola de neve de dívidas

O comprometimento da renda e o atraso para quitar dívidas estão em patamares recordes. Sejam os indicadores do BC (Banco Central), Serasa ou da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), todos apontam um cenário crítico para as finanças pessoais do brasileiro. Em 10 anos, a inadimplência cresceu 38% no país, segundo dados da Serasa.
Em relatório divulgado nesta semana, o BC apontou preocupação com o superendividamento das famílias brasileiras, classificando o movimento como um problema crescente no país. A avaliação da autarquia é que a facilidade de acesso ao crédito, somada à falta de educação financeira leva muitos brasileiros a contraírem dívidas que não conseguem pagar.
O problema não é apenas da fotografia, é estrutural e passa por juros historicamente elevados e pouca educação financeira no país, segundo especialistas ouvidos pelo CNN Money.
“O vilão sem dúvida alguma não dá para deixar de falar do comportamento dos juros da nossa economia. [...] E não dá para esperar que o consumidor, dado o nível de educação financeira baixa no país, se conscientize do estrago que isso causa em suas finanças”, pondera Fabio Bentes, economista-chefe da CNC. |
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2027 será teste de políticas contra impacto da crise

Após o FMI (Fundo Monetário Internacional) elevar a perspectiva de crescimento do Brasil para 2026, mas piorar o cenário para 2027, Lucinda Pinto, analista de Economia do CNN Money, avalia que o próximo ano será de testes de políticas contra impactos da crise.
Confira a análise completa clicando aqui. |
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Quarta-feira (15/04)
Brasil 8h - FGV divulga o IGP-10 (abril) 9h - IBGE divulga a Pesquisa Mensal de Comércio (fevereiro) 14h30 - BC divulga fluxo cambial semanal
Estados Unidos 11h30 - DOE divulga estoques semanais de petróleo bruto 15h - Federal Reserve divulga Livro Bege
China 23h - NBS divulga PIB (1º trimestre)
Zona do Euro 6h - Eurostat divulga produção industrial (fevereiro) |
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