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A Apple anunciou nesta semana o iPhone 17e, atualização de sua linha mais acessível, com melhorias pontuais em relação ao iPhone 16e. O novo modelo chega sem alteração de preço no lançamento, US$ 599 - no Brasil, será vendido a partir de R$ 5.799. Entre as mudanças mais relevantes , está o novo processador — o chip A19, que substitui o A18 do modelo anterior —, além do armazenamento inicial: 256 GB, o dobro dos 128 GB do iPhone 16e. A principal novidade para as câmeras está no modo Retrato: o modelo passa a reconhecer animais de estimação (cães e gatos). |
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A família de Jonathan Gavalas, de 36 anos, entrou com uma ação judicial em um tribunal federal em San Jose, na Califórnia, contra o Google. Os advogados da família de Gavalas afirmam que o design e os recursos do Gemini permitem que o chatbot crie narrativas imersivas que podem prejudicar usuários vulneráveis. |
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O 6G, próxima geração das redes móveis, foi um dos principais focos do Mobile World Congress (MWC) 2026, que aconteceu nesta semana em Barcelona, na Espanha. O padrão ainda está em fase de consolidação, sob responsabilidade de uma agência especializada vinculada às Nações Unidas. Entre as potenciais aplicações do recurso , estão: conectividade integrada entre satélites e smartphones; redes sem fio capazes de “sentir” o ambiente físico; e incorporação de inteligência artificial, tanto na operação quanto na própria arquitetura das redes. |
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Um novo aplicativo para Android chamado Nearby Glasses promete devolver ao usuário comum algum controle sobre sua própria privacidade em espaços públicos. O programa monitora continuamente os sinais Bluetooth ao redor e emite um alerta quando detecta a presença de óculos inteligentes , modelos equipados com câmeras e microfones que, à distância, são praticamente indistinguíveis de um par de armações comum. O lançamento ocorre em um momento de crescente tensão entre a popularização dos dispositivos e os direitos de quem está ao redor. |
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Empreendedores na Índia estão usando inteligência artificial para recriar parentes falecidos ou ausentes. A chamada “grief tech ” (tecnologia do luto) tem ganhado força no país, impulsionada pela popularização de ferramentas de IA generativa capazes de produzir imagens, vídeos e clones de voz realistas, como Sora, Nano Banana e Midjourney. Os clientes buscam o serviço, que chega a custar US$ 600, para aliviar o peso simbólico da ausência. |




