Queria o quê? É sexta, poxa. Com o payroll abaixo das projeções e o IPCA “dentro do intervalo da meta”, as bolsas ganharam impulso, mas sem grandes arroubos, numa preguicite quase suspeita e compreensível dos investidores neste último dia da semana. É que os dois indicadores - que todo o mundo esperava para ter mais pistas sobre o rumos dos juros - não empolgaram tanto os mercados. Melhor deixar a disposição pra segunda e partir pro movimento de “partiu ócio” do fim de semana? Ou, para alguns, de partiu do bar da sexta. “Não quero saber de inflação benigna’”, resmunga alguém do X, pelo jeito pensando em chope. "Desaceleração gradual só depois das 18h", faz graça outro, com o mesmo tema na cabeça. Tá bom. Mas a gente tem “visão construtiva sobre o cenário desancorado” de sobra pra você, com previsões sobre juros e investimentos com a queda (demorada ou não) dos juros, reforma tributária, ranking de dividendos e ação que pode render no ano. Se ajeita aí e eleve as projeções de felicidade pro fim de semana.
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Agora vai? Ou agora corta? Pelo jeito ainda não. A gente espera mais um pouco, beleza - e explica pra você. Recuo dos Treasuries puxou a curva brasileira, mas analistas dizem que mercado não está descolado do discurso do Banco Central. Papo reto sobre a curva; entenda! |
Quanta coisa no radar! Mas a gente dá conta, ainda mais com grana à vista. Com a curva já antecipando cortes em 2026, investidores avaliam quais ativos se beneficiam de juros mais baixos e por que o risco de frustração ainda está no jogo. Siga este fio com a gente.
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Alta renda? Ainda chego lá - mas vale saber desde já. O novo modelo determina que o cálculo do imposto passe a usar o valor de mercado dos bens das holdings, o que tende a elevar a tributação. Ah, não, mais imposto. É a vida. Pode colocar no radar também.
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Mudando de assunto pra gente ficar bem. Levantamento exclusivo da Quantum Finance mostra que mineradora distribuiu R$ 17,7 bi em proventos no ano; Itaú e Ambev completam o pódio. Quero tudo isso. Calma, olha a lista primeiro. Tá na mão. |
Decolou na preferência? Tipo isso. Bancos veem 2025 como ano de consolidação operacional e apontam defesa, dólar, backlog e aviação executiva como motores para um novo ciclo de valorização da Embraer em 2026. Quero assento na primeira classe.
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